Fã de Jackie Chan, estudante de cinema faz filmes de ação em Salvador

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Marcus Barbosa, 24 anos, aprendeu chinês e inglês assistindo a filmes do ídolo

Já pensou em assistir a um filme de ação tipo os de Jackie Chan gravado em Salvador? Morador do Engenho Velho de Brotas, o estudante Marcus Barbosa, 24 anos, não só pensou como pôs em prática a ideia. Aliás, a própria vida de Marcus, que hoje estuda cinema na Ufba, renderia um bom filme.

Fã de Jackie Chan desde a infância, foi com os filmes do astro chinês que Marcus deu início à sua paixão por filmes de luta e também ao idioma do ídolo. Ele chegou a aprender a falar chinês e inglês fluentemente só de ver os filmes que não contavam com tradução para o português.

Hoje produz, dirige e edita filmes de ação em Salvador. Prestes a se formar em cinema pela Ufba, Marcus teve dois curtas exibidos na Mostra Sesc de Cinema, Confronto Casual e Dek Tamarit – o primeiro venceu a etapa regional e agora circula por todo o país.

Marcus faz planos para lançar seu primeiro longa em breve. Até então, nos mesmos moldes do que fez até hoje: sem grana, com muita vontade e com a ajuda de alguns amigos que topam transformar o sonho em realidade.

Mas, se ainda assim, você está se perguntando como tudo isso foi possível, vamos “rebobinar” a fita.

Jackie Chan em cena do filme Police Story II (1988), um dos preferidos de Marcus Barbosa

Marcus ganhou o primeiro filme de Jackie Chan em 2004, aos 14 anos. De lá para cá, montou uma verdadeira coleção com cerca de 400 DVDs de filmes de ação. A maioria deles, do cinema oriental.  É que Marcus não curte muito os filmes hollywoodianos. Para ele, acabam reproduzindo a violência da vida real. “O que é violência? Na vida real, você vai acertar uma pessoa, ela vai cair, bater a cabeça no chão e morrer. Ou então eu vou espancar ela até a morte. É  isso que a gente vê mais comumente no cinema norte-americano de ação. Não há preocupação com a beleza da coreografia de luta”, compara.

E continua: “No cinema de Hong Kong, se alguém vier lhe atacar, ele não vai conseguir, mas mesmo que ele acerte, vai ter defesa. Eu vou me abaixar, vou girar, ele vai dar um chute girando, ele vai levantar algum objeto de cena que vai girar e cair de uma forma espetacular. Nada disso você vê na vida real”, diferencia.

E é a beleza da coreografia, feita por ele mesmo, que está em jogo nos seus curtas. E isso antes mesmo de ele ter equipamentos de boa qualidade em mãos. Seus primeiros filmes foram gravados com uma câmera digital Cyber-shot, que ganhou de presente da mãe em 2009. Sem nunca ter feito aulas de artes marciais, ele se inspirava nos movimentos que via nos filmes para criar os seus.

“Quando eu estou fazendo uma coreografia, uma montagem, eu to pensando no ritmo também. Cada bloqueio, cada soco, cada movimento, tem um som, um gesto, que se comunica entre si”, comenta. Por isso, nada de culhuda. “A gente não pode esquecer a verossimilhança”, defende.

Cena do filme Consequência, que concorre ao Festival do Minuto (Foto: Reprodução)

Produções
Na tela, Marcus faz questão de misturar diferentes línguas. Para ele, o idioma não é uma barreira, e sim um passaporte. Apesar de nunca ter saído do país, ele consegue se comunicar com o mundo todo pela internet. Chegou a falar com um ator de Hong Kong, que vinha para Salvador, e a convidá-lo para participar de uma das suas produções, ainda não lançada.

Já Dek Tamarit, sua mais recente produção que agora circula pelo país dentro da Mostra Sesc, mistura os gêneros ação e documentário e também investe na variedade de idiomas.

O enredo gira em torno de um estudante do Timor Leste que vive os dramas das barreiras linguísticas e culturais de Salvador. Dek Tamarit é, na verdade, como o estudante se refere ao DCE Itamarty, órgão que ele deveria procurar para resolver sua situação no país, depois de não conseguir aprovação em um exame de proficiência em português. “Ele nunca tinha atuado e a ideia do filme veio quando ele estava correndo para resolver essas questões buracróticas. Gravamos e pouco tempo depois ele voltou pro Timor Leste”, recorda Marcus, que além de ter produzido, dirigido e montado o filme, também atuou. Aliás, ele costuma atuar em seus filmes e diz que isso não deve mudar mesmo que entre mais grana e mais gente na equipe futuramente. É porque álém de ser apaixonado por idiomas, ele ama o trabalho dos dublês.

Futuro
E nos planos de Marcus Barbosa daqui há cinco anos, há espaço para Salvador? “Salvador nunca sai dos planos porque é uma cidade muito maravilhosa, muito mágica. É minha cidade natal! Além disso, é um lugar que tem muito material bom para fazer filme, que vai das pessoas, às locações”, diz. Sua esperança é que o gênero se fortaleça aqui para ganhar o Brasil e, quem sabe, o mundo. “O mundo cabe em Salvador e eu quero mostrar isso no meu trabalho”, sentencia.

O MELHOR DE JACKIE CHAN, por Marcus Barbosa

Police Story (1985) – a quintessência do cinema de ação e Jackie Chan em sua mais simples expressão. O filme consegue tirar o fôlego do início ao fim, 33 anos depois. Um roteiro sólido e direto se misturam a uma ação extragavante, dramática e empolgante, envergonhando os filmes de ação modernos e seus efeitos especiais.

Police Story II (1988) – o estilo do primeiro continua: longe do estereótipo de ‘perito das artes marciais’, Jackie é um policial que se defende das investidas dos bandidos – mesmo que o resultado seja um espetáculo sobre-humano. A brilhante abertura introduz suavemente o herói, seus erros do passado e como ele vai encará-los ao longo da narrativa.

Police Story III: Supercop (1992) – tudo bem, o policial humano dos dois primeiros episódios ganhou o prefixo ‘super’, mas ele nada seria sem uma grande mulher. Aqui, estamos longe das performances femininas subestimadas do cinema de ação norte-americano: Michelle Yeoh esteve tão perto da morte quanto Jackie durante todo o filme.

A Hora do Acerto (2004) – o título original denuncia um ‘novo Police Story’, seguindo à risca a alcunha: a carga sentimental se sobrepõe à ação na maior parte do filme. No entanto, Jackie não deixa de lado o equílibrio entre performances físicas estonteantes e atuação dramática de altíssimo nível.

Projeto China (1983) – um dos primeiros filmes em que Jackie atua e dirige ao mesmo tempo e o primeiro com as suas quedas acrobáticas desenvolvidas para um filme de ação moderno. Com seus dois companheiros da Escola da Ópera de Pequim (Yuen Biao e Sammo Hung), Jackie quase quebra o pescoço. Três vezes.

 

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Turistas curtem eclipse lunar na orla de Salvador

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Baianos e turistas tiveram a chance, no final da tarde e início da noite desta sexta-feira, 27, de contemplar um dos fenômenos mais raros da astronomia: o maior eclipse lunar registrado neste século.

Em Salvador, o satélite natural surgiu no horizonte por volta das 17h20 e o eclipse foi visto por cerca de duas horas. O auge do fenômeno, de grande beleza, foi registrado às 18h10. (confira imagens abaixo).

O espetáculo reuniu centenas de pessoas em diversas regiões da orla marítima da capital, entre elas o Farol da Barra e o Jardim de Alah. O céu com nuvens chegou a dificultar a observação do eclipse por alguns momentos.

No Brasil, a visibilidade total aconteceu apenas em parte do País, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. O eclipse tamém foi acompanhado em várias partes do mundo, com maior evidência na África, Oriente Médio e parte da Europa.

O Farol da Barra foi um dos locais em Salvador escolhido para contemplar o evento (Foto: Adilton Venegeroles l Ag. A TARDE)
O Farol da Barra foi um dos locais escolhido para assistir o evento (Foto: Adilton Venegeroles l Ag. A TARDE)

‘Lua de Sangue’

Um atrativo na observação do eclipse lunar desta sexta foi a iluminação do satélite por um efeito laranja-avermelhado, que ganhou o nome de Lua de Sangue. Segundo especialistas, a razão da coloração  é por conta da projeção da sombra terrestre.

Este tipo de fenômeno ocorre quando o sol, a Terra e a lua ficam alinhados nesta ordem, e o planeta faz sombra sobre o satélite, diminuindo ou até mesmo impedindo a iluminação do corpo celeste.

fonte: http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/1980189-baianos-e-turistas-curtem-eclipse-lunar-na-orla-de-salvador

COMO APRENDER INGLÊS COM FILMES e SÉRIES [Técnicas + Ferramentas Para Praticar]

Assista este vídeo que mostra como aprender inglês com filmes e séries. (obrigado, Canal Inglês Winner).

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Inglês é idioma mais requisitado para tradução simultânea

Desde os primeiros tempos da tradução simultânea, que foi aplicada oficialmente pela primeira vez no julgamento de Nuremberg, após a Segunda Guerra Mundial, o segmento tem evoluído consideravelmente, agregando atualmente empresas especializadas nas diversas modalidades de tradução.

Ao longo das últimas décadas, as empresas de tradução simultânea tem ajudado pessoas e empresas a superar todas as barreiras linguísticas, com profissionais qualificados, que garantem uma comunicação produtiva e eficiente. Em todo o mundo, segundo a Common Sense Advisory, o mercado de tradução em geral atingiu em 2016 total de US$ 43 bilhões de dólares em faturamento.

A globalização e a participação de empresas brasileiras no mercado internacional está exigindo cada vez mais a utilização dos serviços de profissionais que realizam tradução simultânea, garantindo a perfeita comunicação entre executivos e empresários dos mais diversos segmentos do mercado.

Segundo levantamento feito internamente pela plataforma oHub, a busca por estes serviços tem crescido. No primeiro semestre de 2017, o volume de pedidos de orçamento cresceu 68% em relação ao mesmo período de 2016. A média geral em todas as categorias foi menor, 40%.

E o idioma inglês ainda é o mais requisitado. Em pesquisa feita pelo site com seus clientes, 65% dos serviços envolvem esta língua. Em segundo, vem o Espanhol com 25% e as outras línguas, 10% sendo que o Chinês foi o mais citado.

As empresas e profissionais voltados para a tradução simultânea permitem a comunicação nestes diferentes idiomas, traduzindo oralmente a fala de um orador ou de um grupo de pessoas para a língua de outros interessados. Dessa forma, a tradução simultânea procura oferecer a mesma capacidade de entendimento a pessoas de diferentes idiomas, eliminando as barreiras linguísticas em reuniões, debates, conferências e cursos. Existem 2 serviços oferecidos neste segmento que são os mais comuns, a tradução simultânea e a tradução consecutiva.

No serviço de tradução simultânea, o intérprete permanece numa cabine à prova de som, ouvindo por fones de ouvido o que é falado em outro idioma e, através de microfones ligados a receptores dos participantes, transmite a informação em seus idiomas. Esse tipo de serviço não interfere na continuidade do evento, possibilitando que todos possam acompanhar o que está sendo discutido.

Na transmissão consecutiva, o intérprete participa em conjunto com os integrantes de uma reunião ou um encontro e, enquanto um dos participantes fala, o profissional faz suas anotações ou, de memória, faz a tradução em seguida à fala. É uma atividade que também atende encontros de políticos e empresários de países diferentes.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/ingles-e-idioma-mais-requisitado-para-traducao-simultanea/

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Casa para youtubers será inaugurada dia 12 de março em Salvador

Um ambiente voltado exclusivamente aos youtubers que atuam com foco em música, entretenimento, humor e lifestyle. Essa é a proposta da Casa Salvador, localizada na Barra. Idealizada e administrada pela California Media House, a casa será lançada no dia 12 de março.

No imóvel, equipado com cinco estúdios de alta tecnologia em áudio e vídeo, já estão programados produções com youtubers de relevância nacional e internacional, gravação de clipes, eventos ao vivo, realitys e cursos com especialistas.

“Desenvolver projetos especiais para a plataforma do youtube sempre foi um dos focos da nossa empresa. Já realizamos o Live do Youtube Carnaval, com 7 anos de duração, e administramos os conteúdos da FitDance, um fenômeno de audiência com mais de 2 bilhões de views. Esse histórico de trabalhos bem sucedidos nos fortalece ainda mais para realizar este sonho,  que irá gerar oportunidades de novos projetos de sucesso junto aos youtubers locais e nacionais”, destaca Bruno Duarte, presidente da California Media House e fundador da FitDance.

O projeto tem como primeira patrocinadora a Prefeitura de Salvador, que tem como objetivo fomentar a indústria criativa e despertar o interesse dos influenciadores digitais e youtubers na produção de conteúdo que aumentem o interesse no consumo da cidade do Salvador enquanto destino turístico e cultural. O patrocínio, que faz parte do programa Salvador 360,  prevê a geração de um pacote de conteúdos especiais em parceria com os YouTubers e o lançamento de um novo canal na plataforma: o YouTube.com/Salvador.

Outra parceira confirmada é a própria FitDance, maior empresa de dança do Brasil, que investirá em um centro de criação de coreografias, aulas especiais de dança e novos estúdios, denominados FitDance Space. A casa ainda contará com serviço de alimentação, assinada pela Red Burguer, e eventos de entretenimento que visam estimular o network e colaboração entre os criadores.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/casa-para-youtubers-sera-inaugurada-dia-12-de-marco-em-salvador/

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Beisebol conquista jovens de comunidades carentes do Rio

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A paixão pelo beisebol é marca registrada do carioca Uilson Oliveira, professor de educação física e maior incentivador desse esporte no Rio de Janeiro. Sua trajetória inclui projetos sociais que levam jovens de comunidades carentes a colocar luvas, capacetes, máscaras e a manusear tacos de madeira todos os fins de semana, numa campinho da Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. É ali que jovens como Leonardo Monteiro e Felipe Rodrigues, ambos de 15 anos, projetam um futuro melhor, repleto de desafios e conquistas.

De olho no retorno do beisebol à modalidade olímpica – já estará presente nos Jogos de Tóquio, em 2020 -, Uilson trabalha também com a possibilidade de descobrir talentos que possam representar o Brasil em futuras olimpíadas.

Em 2012, ele retomou a iniciativa, que abrange crianças de 5 anos e não tem limite de idade para os mais velhos. Manteve a exigência de dedicação aos estudos e já consegue agrupar, hoje, mais de 120 atletas, de diversas faixas etárias e de histórias muito diferentes. Há os que moram em áreas nobres da zona sul carioca e que praticam o esporte mais como hobbie. O esporte do taco e da bolinha também é apresentado a estudantes através do projeto ‘Baseball Escolar’, pelo qual Uilson, junto com colaboradores, levam atividades esportivas a escolas. Mas o número de jovens que clamam por mais oportunidade é maior.

O esforço acabou recompensado em 2013, quando chamou a atenção dos americanos da Major League Baseball (MLB), a mais importante liga da modalidade do mundo, de quem passou a receber equipamentos e capacitação para formar professores.

Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.
Com a transmissão de jogos da liga americana por canais pagos como ESPN e Fox Sports, o beisebol ganhou fãs brasileiros nas últimas décadas.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Uilson, que criou na década passada o Latinos, clube que participa do calendário de competições oficiais do beisebol, sua maior vitória é a de poder retribuir à sociedade um pouco do que recebeu em casa, com pais que se sacrificaram para ver os cinco filhos completarem o curso superior.

“Quando vejo esses jovens empenhados, motivados, isso me enche de alegria.”

Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.
Uilson Oliveira ensina beisebol para crianças, jovens e adultos no Rio de Janeiro desde 2003. A falta de apoio já o obrigou a interromper seu projeto social.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Felipe e Leonardo sabem disso, reconhecem a importância do trabalho de Uilson e se preparam para voos mais altos.

“Entre os meus amigos, há o que perguntam o que é beisebol. Quando veem a bola, perguntam se vou jogar futebol e nem se tocam do tamanho dela. Aí, eu tenho que explicar. Quero me aperfeiçoar e chegar à seleção”, contou Felipe Rodrigues, morador da Rocinha.

Indagado sobre suas notas na escola, ele sorriu antes de responder. “Posso garantir que não tenho nenhuma menor que 5.”

Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.
Mesmo já satisfeito de ensinar um esporte para um público que tem pouco acesso a atividades extraescolares, Uilson sonha mais alto: quer encontrar joias cariocas que possam correr atrás do sonho do profissionalismo no beisebol.

Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra

Para Leonardo Monteiro, que mora em Irajá, na zona norte, o mais difícil foi convencer sua mãe sobre o significado do beisebol. “Ela não entendeu nada ao me ver fantasiado com a roupa de atleta, ficou desconfiada, mas depois isso passou. Hoje, ela me incentiva bastante.” Assim como Felipe, ele é assíduo nos treinos e vem melhorando a cada semana.

“São duas apostas para uma futura seleção. O caminho é longo e árduo. Mas eles dois, e outros que estão conosco, têm muita força de vontade, são disciplinados e gostam do beisebol”, atesta Uilson, que a partir deste mês de março vai dar aulas de beisebol na Vila Olímpica de Ramos, zona norte.

Modalidade retorna ao programa olímpico

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, marcarão o retorno do beisebol à disputa olímpica. O esporte do taco e da bolinha ficou dois ciclos fora do programa olímpico. O Brasil possui uma Seleção Brasileira de Beisebol, mas esta nunca conseguiu se classificar para uma edição de Olimpíada. Com apenas duas vagas para toda a América, normalmente Estados Unidos e Cuba, potências mundiais nesse esporte, abocanham as vagas.

Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/beisebol-conquista-jovens-de-comunidades-carentes-do-rio,fc303a90cc1a46021498defc417e4b578m32knf8.html
Tradução de inglês em Rio de Janeiro. Tradução Simultânea em Rio. Tradução técnica no estado de Rio de Janeiro. Legendas de vídeos em Rio de Janeiro. Tradução Juramentada.

 

 

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

Entretanto, o idioma que tem a maior taxa de crescimento não é o chinês mas o tagalog, falado nas Filipinas. O número de pessoas que tem o idioma como língua nativa cresceu 35% desde o último Censo. Esse número não mostrou nenhuma surpresa pois as Filipinas são o país que mais enviou imigrantes para o Canadá. Mais de 50.000 filipinos tornaram-se residentes permanentes em 2015.

Segundo Jean-Pierre Corbeil, diretor assistente do centro de linguagem étnico-cultural e estatísticas de imigração do Statistics Canada, o tagalog teve um crescimento enorme entre 2006 e 2011. “Em 2011 menos de 400.000 pessoas diziam falar tagalog em casa. Hoje são 525.000.”

Padrões de imigração

É possível identificar o padrão da imigração ao observar os idiomas falados nas regiões.

Depois do inglês e francês, o árabe é o idioma mais falado em New Brunswick e Nova Scotia. O mandarin é o mais falado em Prince Edward Island.

O árabe também teve um aumento significativo em Québec. A província francófona teve também um outro dado interessante. Houve um diminuição do francês como idioma nativo, caindo de 79.9% para 78.4%.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá
Idiomas mais falados em casa nas províncias e territórios (excluindo o francês e o inglês)

Apesar de falarem o mesmo idioma, a origem das pessoas que falam árabe nessas províncias é diferente. Em Québec a maior parte vem do norte da África. Já nas províncias do atlântico e em Ontário, a maioria vem do oriente médio.

Mais da metade das pessoas que falam um idioma não oficial mora em Ontário. O mandarim é basicamente o idioma não oficial na província, com mais da metade das pessoas que falam esse idioma residindo lá.

O tagalog é o mais falado nas prairies e nos territórios, enquanto que o punjabi é o mais falado em British Columbia, seguido muito de perto pelo mandarim e o cantonês.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá“Desde o último Censo é claro que o Canadá tem recebido mais e mais imigrantes vindos da Ásia e do oriente médio”, disse Corbeil. Ele continua dizendo que “apesar da diversidade, alguns idiomas são realmente predominantes”.

O Censo registrou que mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá. Das 213 registradas, sete são as faladas pela maioria das pessoas: mandarim, cantonês, punjabi, espanhol, tagalog, árabe e italiano.

Idiomas falados na Europa tem perdido a hegemonia lentamente. Por exemplo, o alemão é o idioma estrangeiro mais reportado em Manitoba, mas o tagalog é o que mas aparece como falado em casa. Segundo Corbeil, o alemão deve passar para o segundo lugar muito em breve na província.

Línguas aborígenes

O Inuktitut e o Dogrib (Tlicho) são os mais falados nos territórios. O número de pessoas que reportaram falar um dos idiomas em casa aumentou desde o último Censo.

O idioma não oficial mais falado em Newfoundland e Labrador também é uma língua aborígene: o montagnais.

“Três línguas aborígenes tem crescido rapidamente”, disse Corbeil. “O Cree, Inuktitut e Ojibway são os que mais aparecem (entre as línguas aborígenes).” Juntas essas três representam 63% das pessoas que falam uma língua aborígene em casa. Acredita-se que a razão é devido ao crescimento populacional acima da média nacional entre essa população.

Cidades multilíngües

Três quartos das pessoas que relatam falar um idioma não oficial mora em uma das grandes metrópoles: Toronto, Montreal, Ottawa/Gatineau, Calgary, Edmonton ou Vancouver.

O árabe é o idioma estrangeiro mais falado em Ottawa e Montreal. O cantonês o mais falado em Vancouver e Toronto e o tagalog o mais falado em Calgary e Edmonton.

É importante notar que apesar do crescimento do número de pessoas que falar outros idiomas não significa que o inglês e o francês estejam perdendo espaço. 70% das pessoas que falam um idioma estrangeiro como língua nativa também falam inglês ou francês em casa.

Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

fonte: https://www.canadaagora.com/noticias/mais-de-200-linguas-sao-faladas-nas-casas-do-canada.html