Como a Alemanha virou o país dos automóveis

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Nos limites da Floresta Negra, no sudoeste da Alemanha, o executivo aposentado Edgar Meyer conduziu seu BMW vintage para dentro de uma estrada medieval de menos de um metro e meio de largura. Vinhas caíam sobre o caminho, formando discretos portais, e o único som, além do ruído do carro de Meyer, era o do canto dos pássaros. Dirigíamos na movimentada cidade de Dossenheim, mas estávamos completamente sozinhos naquela pequena e pacífica rua.

Tecnicamente, a pista é um desvio da Bertha Benz Memorial Route, uma estrada temática concebida por Meyer para celebrar os primórdios da indústria automotiva. De acordo com o executivo, é o mais próximo que se pode ter da experiência de cruzar as estradas que a pioneira Bertha e seus filhos adolescentes encontraram, em agosto de 1888, quando partiram na primeira viagem de carro a gasolina do mundo.

Bertha foi a primeira pessoa a dirigir um automóvel numa travessia de longa distância – com o objetivo de mostrar que a criação do marido, Carl Benz, estava pronta para ser comercializada.

Na viagem de Bertha, 194 quilômetros ida e volta entre a casa da família Benz, na cidade de Mannheim, e a residência de sua mãe em Pforzheim, há uma dose grande da bravura dos pioneiros da indústria automotiva. O percurso – feito sem o conhecimento do marido – foi a bordo do Benz Motorwagen No. 3, uma versão modificada do primeiro Motorwagen de Carl, que havia sido patenteado em 1886, ano que é considerado como o de estreia do automóvel.

A estrada percorrida pela pioneira Bertha Benz, nos arredores de Dossenheim, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolinaDireito de imagemALAMY
Image captionA Bertha Benz Memorial Route segue o curso que a pioneira percorreu em 1888, na primeira viagem de longa distância em um carro a gasolina

Bertha investiu seu dote de casamento para financiar o trabalho do marido. O Motorwagen, porém, ainda precisava de autorização para circular – o governo estava reticente, por causa de um desastroso test drive no qual cavalos e cachorros, assustados pelo barulho do motor, avançaram para cima da plateia. Tirar o protótipo da garagem para a viagem pioneira, portanto, era uma ação ilegal, com dois propósitos: mostrar que o carro era seguro e pronto para ser vendido, e enviar uma mensagem para Carl, incentivando-o a continuar.

“Não foi apenas Carl quem inventou o automóvel. Foi a equipe de Carl e Bertha. Os dois acreditavam no Motorwagen e trabalhavam juntos o tempo todo”, disse o executivo Meyer, que pesquisou e mapeou a rota em 2008 como um projeto pessoal. O percurso cruza várias cidades, vilas e aldeias visitadas por Bertha.

“Eu queria dar a ela o lugar na história que merece.”

Em uma era sem GPS e mapas de estradas, Bertha tinha apenas rios e trilhos de trem para guiá-la até a casa de sua mãe. Imaginando-a sobre paralelepípedos em um carrinho com rodas de madeira e um motor de dois e quatro tempos, pode-se ter uma ideia de como era corajosa. Talvez um pouco imprudente também. E essa talvez seja a razão pela qual o plano deu certo.

Bertha Benz sobre seu carro, com rodas de madeiraDireito de imagemHI-STORY/ALAMY
Image captionO percurso de 194 km de Bertha deu início à era do automóvel

Investigar qual era o lugar da Alemanha na história do automóvel foi o que me levou aos centros industriais do sul do país. Eu viajava de carro por Baden-Württemberg e pela Baviera – Estados onde ficam as montadoras de luxo do país –, parando em todas as atrações culturais e museus ligados à cultura automobilística. Pude perceber a concentração extraordinária de espaços como esses.

“Quando você cruza um país buscando uma perspectiva diferente, como a da história automotiva, você realmente o descobre de novo”, disse Meyer, enquanto navegávamos por estradas secundárias. “É uma verdadeira aventura.”

A viagem de carro de Bertha impulsionou a era do automóvel. Em vez de ser descartado, o Motorwagen No. 3 entrou em produção no fim de 1888 e, em 1900, a Benz & Cie tornou-se a maior montadora do mundo.

Avançando esse filme para os dias atuais, a Alemanha ainda é o país dos carros premium e da cultura automobilística. De acordo com um estudo publicado pelo think tank alemão Friedrich-Ebert-Stiftung em 2018, mais da metade dos veículos de passageiros vendidos na Europa e quase dois terços dos carros de luxo comercializados no mundo foram projetados na Alemanha, em 2016. A pergunta é: por quê?

As razões do sucesso

“Você poderia dizer que havia algo ‘no ar’ em toda a Europa”, disse Gerhard Heidbrink, do Mercedes-Benz Corporate Archives, referindo-se à mecanização que tomou conta da Grã-Bretanha recém-industrializada do século 19, da França e da Alemanha.

Enquanto isso, em Baden-Württemberg e na Baviera, complexas leis de herança dividiam as fazendas familiares em parcelas reduzidas, tornando a agricultura pouco rentável. Sucessivas gerações tiveram que ganhar a vida com criatividade. Então, quando Carl Benz se formou e começou a trabalhar como engenheiro mecânico, se viu cercado por colegas inventivos, em uma região que favorecia o empreendedorismo e a indústria pesada.

Alguns traços alemães clássicos também podem ter influenciado o sucesso dos fabricantes de automóveis – qualidades como Leidenschaft (entusiasmo) e Detailverliebtheit (atenção aos detalhes). Por exemplo, no museu Technoseum, em Mannheim, uma autêntica linha de montagem da Porsche de 1990 foi remontada peça por peça – estão lá até as garrafas de cerveja que os trabalhadores recebiam durante os turnos.

Se isso não for Detailverliebtheit, não sei o que seria.

Museu dedicado à cultura automotiva, com carros clássicos, no sul da AlemanhaDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionTraços alemães clássicos como “Leidenschaft” (entusiasmo) e “Detailverliebtheit” (atenção aos detalhes) influenciaram as montadoras

E não foi por acaso que Gottlieb Daimler – fundador da Daimler-Motoren-Gesellschaft, hoje Daimler AG, criador da marca Mercedes-Benz – e seu sócio Wilhelm Maybach cunharam o lema “Das Beste oder nichts” (“O melhor, ou nada”).

“Para nós, normalmente, o que é bom nunca é bom o suficiente”, comentou um guia turístico do museu da Audi, em Ingolstadt.

“É claro que não se pode dizer que todos os 82 milhões de alemães são assim, mas ser ‘fleissig’ (diligente) é uma qualidade pela qual lutamos”, complementou um outro guia, do Museu Porsche, em Stuttgart.

Rivalidades e crescimento

À medida que crescia, a indústria automobilística alemã foi moldada por empresas que nasciam, se fundiam e se desmembravam, com um olhar atento aos talentos da engenharia.

As rivalidades corporativas se alternavam entre ferozes e ignoradas – como quando as grandes competidoras Benz, com sede em Mannheim, e Daimler, em Stuttgart, finalmente fundiram suas empresas em 1926. Entretanto, lealdades históricas permanecem.

“Se você não quer problemas aqui, apenas não diga que Daimler inventou o automóvel”, brincou um guia turístico em Mannheim, em tom (um pouco) zombeteiro.

Rivalidades instáveis não eram necessariamente ruins. Muitas vezes eles tiveram o efeito de estimular a inovação. O típico pioneiro da indústria automotiva do sul da Alemanha era um Tüftler (“aperfeiçoador”), obcecado por melhorar o produto, sempre por tentativa e erro, explicou Frank Jung, arquivista-chefe da Porsche AG.

“Afinal, se você não se esforça para atingir a perfeição, não há razão para mudar nada.”

Inovações

Ao visitar os museus de patrimônio automotivo da Alemanha, você começa a entender como esses inventores pioneiros se esforçaram para não só acompanhar o padrão do Motorwagen, mas para introduzir inovações.

A lista, extensa, é sempre crescente. Um a um, surgiram o carburador de Daimler e Maybach, que permitia o uso de gasolina como combustível; o primeiro Mercedes 35 PS, da Daimler, que, em 1900, apresentou o formato e o conceito do carro moderno; o icônico Porsche 356, inspirado no design austero da Escola Bauhaus; o primeiro carro elétrico da BMW, o BMW 1602e, de 1972; o Audi A8, de 2019, guiado por inteligência artificial. E assim por diante.

Apesar da concorrência com a França, que teve um grande desenvolvimento da indústria de carros a partir de fins do século 19, os fabricantes alemães conseguiram se manter na vanguarda da indústria – por causa de sua engenhosidade, que impulsionou o desenvolvimento dos carros década a década, disse Heidbrink: “Inovação e luxo sempre andaram de mãos dadas (na indústria alemã)”.

Todo ano, por exemplo, os funcionários da Audi pelo mundo são estimulados a oferecer ideias para melhorias – e elas alcançam a casa dos milhares. Muitas dessas sugestões acabam sendo implementadas no Audi Forum Ingolstadt, sede mundial e sua principal fábrica de montagem, a uma hora de Munique.

Um museu sobre o patrimônio automotivo na Alemanha mostra inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da BenzDireito de imagemSARAH STAPLES/BBC
Image captionMuseus do patrimônio automotivo da Alemanha mostram as inovações que surgiram a partir do Motorwagen, da Benz

As pessoas aqui claramente compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, e também se divertindo com eles.

“No verão, a Alemanha é a perfeição da beleza”, escreveu certa vez Mark Twain, referindo-se a suas extensas viagens pelo sudoeste do país. A vista do meu para-brisa agora é de fazendas com as bordas bem delimitadas, campos amarelos de canola em floração, cumes de montanhas baixas e trechos ocasionais de florestas densas, de onde despontam castelos e aldeias medievais repleta de casas em estilo enxaimel. Uma paisagem feita sob medida para a estrada. E, para os alemães, uma justificativa a mais para apreciar sua invenção.

O carro na cultura alemã

Carros têm raízes mais profundas na cultura alemã do que como mero meio de transporte, complementou Winfried A Seidel, que usou produtos do Veterama – conhecido mercado alemão de automóveis e peças clássicas – para abrir o Automuseum Dr. Carl Benz, na vila de Ladenburg. É onde a família de pioneiros Benz, eventualmente, se estabeleceu. “Somos uma nação de colecionadores, há muitos carros valiosos na estrada”, disse.

Carros circulam numa via sinuosa no sul da Alemanha, em meio a campos de canolaDireito de imagemJEAN/ALAMY
Image captionAlemães compartilham uma grande paixão por carros – produzindo-os, aprimorando-os, mas se divertindo com eles

No caminho entre Ladenburg e Munique, onde fica a sede do Grupo BMW, percorri um pequeno trecho da chamada “Romantische Straße” (“via romântica”), estrada de 350 quilômetros famosa por suas paisagens. Eu conduzia um carro panorâmico e cruzava os estados de Baden-Württemberg e Baviera. Depois de uma visita ao BMW Welt, espécie de showroom da empresa, e ao Museu da BMW, ambos em Munique, a experiência de extrair todas as rotações por minuto do meu Volkswagen Tiguan, alugado dias antes, foi a mais memorável que vivi ao volante em anos.

Para minha surpresa, às vezes havia, sim, limite de velocidade na mítica via expressa do sistema rodoviário federal alemão. Mas fascinante mesmo foi ver que o limite apareceu não em um sinal qualquer da rodovia, mas diretamente no painel do meu Tiguan – uma tecnologia certamente mais avançada do que a disponível nas frotas de aluguel do meu país natal, o Canadá.

Pelo que se nota, mais de um século depois de Bertha Benz terminar a primeira viagem de carro da história, os alemães ainda encontram maneiras de aperfeiçoar a jornada.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-49530424

Esporte na Espanha

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O esporte na Espanha ou desporto em Espanhol é dominado principalmente pelo futebol (desde o século XX), o basquete, o ciclismo, o tênis, e o handebol, e pelos esportes de automobilismo. Contudo, o país teve campeões do mundo em esportes tão díspares como esgrima, pádel, polo aquático, vela, boxe ou atletismo.

Além disso, o país é um grande atrativo turístico devido a suas infraestruturas esportivas, como as instalações para esportes aquáticos, golfe e esqui.
Futebol
Atualmente na Espanha o futebol se destaca como uma das forças mundiais sendo que a Seleção Espanhola vem se destacando nos últimos anos pela conquista de campeonatos importantes, como por exemplo, a conquista da Eurocopa em 2008 (o mais importante campeonato de futebol da Europa) e a Copa do Mundo em 2010, na África, sendo esse o campeonato de futebol mais importante do mundo.
O futebol dentro do país também se destaca mundialmente como, por exemplo, tendo hoje grandes jogadores do futebol como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Puyol e entre outros em suas competições nacionais e grandes times como o Barcelona time da cidade de Barcelona, Real Madrid e Atlético de Madrid ambos da capital Madrid, Sevilla da cidade de Sevilla e também Valencia da cidade de Valencia. E sendo uma fonte de renda para todo o país, outro fator forte é a qualidade dos estádios espanhóis que tem uma infraestrutura magnifica.
Voleibol
Atualmente o voleibol na Espanha não é tão prestigiado e nem tão forte o esporte já foi muito prestigiado e forte no país. A seleção espanhola não ganha nem um campeonato desde 2007 quando foi campeão do campeonato europeu de voleibol disputado na Rússia e também da Liga Europeia de Voleibol disputado em Portugal, dali em diante a seleção participou de varias competições e teve retrospectos regulares, principalmente na Liga Europeia sendo vice-campeã das duas ultimas edições, realizadas em Portugal e coincidentemente na Espanha, este ano a competição será realizada em novembro na Eslováquia.
Automobilismo
A principal categoria de automobilismo na Espanha atualmente é a Formula 1, por mais que a Espanha não seja considerada uma potencia tendo ganho somente dois campeonatos até hoje ambos com Fernando Alonso(um dos maiores pilotos de formula 1 de todos os tempos) em 2005 e 2006. No país existe um autódromo do qual são disputadas corridas oficiais inclusive da formula 1 localizado em Barcelona outro autódromo que se destaca na Espanha porem não é muito utilizado é o de Valencia.
Basquete
O basquete na Espanha não tem muito destaque dentro do país existem algumas competições mais a principal é a Liga ACB que antigamente foi conhecida com Liga Espanhola de Basquetebol (entre 1956 e 1983) e teve como maior campeão o time Real Madrid da cidade de Madrid e também inspirado no time de futebol Real Madrid após se tornar Liga ACB O time do Real Madrid começou a ter que alternar títulos com outros times, mas em destaque o Barcelona que é o maior campeão da Liga ACB com 12 títulos o Real Madrid tem 8 títulos na antiga Liga Espanhola o Real Madrid domina com 22 títulos contra 3 do Barcelona.

Fonte:http://infoespanha.blogspot.com/2011/09/o-esporte-na-espanha.html?m=1

Os Estilos De Música Mais Populares Da Espanha

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A música é parte integrante da vida espanhola e é no centro de todo festival e celebração. Do flamenco famoso e extravagante ao sabor único do rock alternativo do país, as diversas regiões da Espanha produzem e desfrutam de diferentes sons. Há uma gama enorme para os amantes da música explorarem, mas para começar, aqui está o nosso guia para os tipos de música que são mais apreciados em Espanha.

Guitarra Clássica

Quando pensa em música espanhola, uma das primeiras imagens que podem aparecer na sua cabeça são de um guitarrista espanhol tocando na Andaluzia, onde a guitarra foi inventada. O violão clássico espanhol foi levado a novos patamares por nomes como Carlos Montoyo, Manuel de Falla, Joaquín Rodrigo e Narciso Yepes, e muitos acreditam que Andrés Segovia estabeleceu o violão clássico como um gênero por si só.

Pop

Macarena , alguém? A música pop é tão grande na Espanha quanto em qualquer outro lugar. Embora muito do que você vai ouvir em bares e clubes seja americano ou britânico, a Espanha também tem muitos talentos locais. Bandas espanholas são famosas por produzirem algumas das músicas pop mais bacanas do Los Del Rio e seu hit dos anos 90, ‘Macarena’ (que você ainda pode ouvir em clubes espanhóis) para David Bisbal, e mais recentemente, os gostos de O indie rock é enorme na Espanha, com lendas indie como Los Planetas creditados com a explosão de popularidade do gênero aqui. Mais recentemente, bandas locais fazendo ondas na Espanha e no mundo todo incluem o peculiar Pony Bravo e Fuel Fandango, que incorporam tudo do rock ao flamenco em seu som.

Fuel Fandango | Imagem cedida por http://www.fuelfandango.com

Bacalao

De volta ao dia (em meados dos anos 80, para ser exato) Valência era a capital espanhola do hedonismo, uma espécie de mechica dos clubes anos antes de alguém saber sobre Ibiza. E muitos dos clubes tocavam um tipo de música chamada

bacalao;

que significa ‘cod’ em espanhol, a palavra vem de gírias usadas por DJs valencianos para descrever boa música importada do exterior em meados dos anos 80 (nada da Nova Ordem às Irmãs da Misericórdia.) Hoje você ainda pode encontrar um ou dois clubes em Valência com uma história que remonta a esse tempo, e a cidade continua sendo um ótimo lugar para festejar. Jazz Jazz tem um grande número de seguidores na Espanha, com cada cidade ostentando um par de excelentes bares de jazz fazendo shows de artistas locais e internacionais. Festivais de jazz são realizados em toda a Espanha no verão, de Barcelona a San Sebastián.

Clássica

As cidades da Espanha abrigam incríveis casas de show clássicas de classe mundial. Grandes concertos em Madri acontecem no magnífico Auditório Nacional de Música, sede da orquestra nacional espanhola. Em Barcelona, pode apanhar grandes nomes em concerto no excêntrico art nouveau Palau de la Música, enquanto o próprio Palau de la Música de Valência também organiza um programa completo de eventos com artistas locais e nacionais. Em todas as três cidades (e outras em toda a Espanha), numerosos concertos ao ar livre também acontecem em parques e jardins no verão

Palau de la Musica, Valencia | Cortesia do Turismo de Valência

Jota

Os estilos musicais mais tradicionais ainda estão prosperando na Espanha hoje. Um deles é o jota, que mistura violão, castanholas, pandeiros e às vezes a flauta. O estilo, popular em toda a Espanha, é dito ter origem em Aragão, e agora você pode ver variações consideráveis de uma região para outra.

Zarzuela

Outra forma tradicional de música, zarzuela é uma espécie de ópera popular que começou como uma espécie de entretenimento judicial no Palacio de la Zarzuela, perto de Madrid. Essa forma de arte expressiva foi suprimida sob Franco em seus esforços para tornar a cultura espanhola uniforme em todas as regiões, mas depois de sua morte a forma se tornou incrivelmente popular, especialmente com a geração mais jovem, e hoje você pode ouvir na TV e rádio. >Cantos gregorianos

Fonte: https://pt.yourtripagent.com/1707-10-most-popular-styles-of-music-in-spain

10 curiosidades culturais sobre a Espanha

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1. A Espanha é o segundo maior país da Europa Ocidental depois da França. Além do território situado entre a Andorra, França e Portugal, o território espanhol também inclui Gibraltar e Ilhas Canárias, além de duas cidades autônomas no Norte da África chamadas Melila e Ceuta.

2. A língua oficial no país é o espanhol, mas há outras línguas com o estatuto de co-oficiais. São elas: o catalão, o galego, o basco, o aranês e o valenciano.

3. Falado na região da Galícia, o galego é uma língua muito próxima do português.

4. Em 1580, Portugal e Espanha passaram a ser um só país. A União Ibérica durou até 1640, quando os portugueses conseguiram a sua independência. Isso quer dizer que durante um bom tempo, todos nós fomos espanhóis.

5. Nas cidades do interior, é comum no horário do almoço encontrar o comércio local fechado por um período médio de duas horas, é a siesta. Os nativos têm o hábito de dormir após a refeição. Eles vão para casa, dormem por pelo menos uma hora e então retornam as suas atividades.

6. Na Espanha os filmes são todos dublados, e ver os filmes com legendas é uma exceção. Os filmes são vistos dublados não só na tv, mas também no cinema e na tv a cabo.

7. O “Dia de Reis” (06 de janeiro, feriado nacional) é mais importante que o Natal para as crianças espanholas. Há desfiles pelas cidades com os Reis Magos vistos por milhares de crianças que esperam ansiosas seus presentes (ou carvão, caso tenham se comportado mal).

8. Na maioria das regiões espanholas é costume levar a aliança de casamento no dedo anular da mão direita.

9. No final de fevereiro a Espanha também tem o carnaval. Em Santa Cruz do Tenerife, a festa de carnaval segue os mesmos moldes do carnaval do Rio de Janeiro.

10. A tradição mais polêmica de toda a cultura espanhola é a Tourada (ou Corrida de Toros, como é conhecida na Espanha).

Fonte:https://www.soespanhol.com.br/conteudo/Curiosidades_espanha.php

10 PONTOS TURÍSTICOS MAIS VISITADOS NOS ESTADOS UNIDOS

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De norte ao sul, os Estados Unidos reservam atrações que atraem milhões de turistas do mundo inteiro. E tem para todos os gostos: para quem gosta de compras, de parques, de jogatina, de natureza e muito mais! Pensando nisso, a Travel and Leisure, especialista em guias de viagem, listou quais são os pontos turísticos mais visitados do país.

Pontos turísticos mais visitados nos Estados Unidos

Confira o ranking e veja se você foi mais um, entre milhões de pessoas, a visitarem esses cartões postais:

1) Times Square, Nova York

Com 39,2 milhões de visitantes por ano, as cores, telões e sinais luminosos encantam os turistas. É impossível ir à Nova York e não ver de perto essa bagunça organizada chamada Times Square e tirar a foto clássica nos degraus da região mais visitada dos EUA.

2) Central Park, Nova York

Não existe parque mais famoso no mundo do que esse. Quem nunca viu, pelo menos, um filme que tem esse local, que é o pulmão de Nova York, como cenário? Por isso, esse é um dos pontos de parada de 38 milhões de visitantes por ano.

3) Union Station, Washington

Essa é a estação de trem que liga o subúrbio de Washington para o centro da capital norte-americana. Por lá, há mais de 70 lojas, que atraem turistas que não resistem às compras no país do dólar. Por ano, 37 milhões de pessoas passam pela estação.

4) Strip, Las Vegas

Impossível ir à Las Veja e não passar pela Strip. É ali que estão os mais famosos e luxuosos hoteís cassinos da cidade dos jogos. O local possui sete quilômetros e, por ano, recebe 29,4 milhões de visitantes.

5) Cataratas do Niágara, Nova York e Ontário

Esse é ponto de parada para quem está nos Estados Unidos ou no Canadá, já que se encontra na fronteira dos dois países. As cataratas são as maiores quedas d’água da América do Norte e, anualmente, atraem 22,5 milhões de turistas.

6) Grand Central Terminal, Nova York

A estação de trem de Nova York não é só um local onde os moradores da cidade pegam o transporte para se locomoverem. É também um cartão postal e cenário de filmes e seriados. O local conta com uma bela arquitetura e possui lojas e restaurantes. Por ano, 21,6 milhões passam por lá.

7) Faneuil Hall Marketplace, Boston

18 milhões de pessoas visitam, anualmente, esse mercado histórico. Ali, George Washington fez discursos pela independência do país.

8) Magic Kingdom, Orlando

Quem nunca sonhou em ir à Disney? 16,9 milhões de pessoas realizam esse sonho todos os anos e conhecem o icônico castelo da Cinderela. Além de verem a queima de fogos, os turistas podem se divertir nos brinquedos que agradam não apenas as crianças.

9) Disneyland Park, Anaheim, Califórnia

Esse foi o primeiro parque da Disney e, embora seja bem menor do que o irmão mais novo de Orlando, esse parque recebe 15,9 milhões de turistas e é o segundo mais visitado do mundo.

10) Píer 39, São Francisco

Outra atração que fica na Califórnia, o Píer 39 é um dos locais mais visitados de São Francisco. O animado ponto turístico conta com lojas, restaurantes, artistas de rua e oferece uma vista privilegiada a ilha de Alcatraz e da Golden Gate. Por isso, atrai 14 milhões todos os anos.

Fonte: http://amelhorcoisadaminhavida.com.br/pontos-turisticos-mais-visitados-nos-estados-unidos/

10 CURIOSIDADES SOBRE A RÚSSIA

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Confira algumas curiosidades sobre a Rússia:

1 – As cidades mais populosas da Rússia são: Moscou, São Petersburgo, Novosibirsk, Ecaterimburgo, Novgorod e Samara.
2 – Os russos comemoram o natal no dia 7 de janeiro, seguindo as tradições do cristianismo ortodoxo. O ano novo é o feriado mais importante e é quando decoram as casas com árvores de natal e pisca-pisca.
3 – Os russos usam o nome original que consta nos documentos, como passaporte, apenas para coisas burocráticas e um nome “fictício” para amigos e família. Por exemplo: eu tenho duas amigas russas que se chamam Natália e Sofya, mas que preferem ser chamadas, respectivamente, de Natasha e Sônia.

4 – Ninguém trabalha por 10 dias após o ano novo e eles não são subtraídos dos 28 dias de férias anuais.
5 – A Rússia é o maior país do mundo, ocupando 1/9 da área terrestre. Sua área é de 17.075.400, o dobro da brasileira. Ela ocupa metade da Europa e 1/3 do continente asiático.
6 – Localizada no Hemisfério Norte, a Rússia apresenta 4 diferentes climas: ártico, subártico, temperado e subtropical. As temperaturas máximas dificilmente passam dos 25º C no verão. As mínimas variam entre -40º C ao Norte e -8º C no Sul durante o inverno.
7 – A cidade mais fria do mundo é Yakutsk, na região da siberiana da Yakutia, onde as temperaturas podem bater na casa dos inacreditáveis -50ºC.
8 – As missas nas igrejas ortodoxas são acompanhadas de pé e as mulheres costumam usar véus dentro delas.
9 – Os russos não usam o alfabeto latino, mas o cirílico.
10 – Existem cerca de 120 mil rios na Rússia, a maioria deles permanecem congelados durante o inverno.

Fonte: https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://guiadoestrangeiro.com/10-curiosidades-sobre-a-russia/&ved=2ahUKEwi1mIK866HkAhV2JbkGHU2WBjAQFjAPegQIAxAB&usg=AOvVaw0zgsTh0djdBpXEuNmmOQW-&cshid=1566867409857

A culinária francesa é uma das mais tradicionais do mundo. 

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A França é um país de grande herança cultural em todos os sentidos, na culinária não é diferente. A França tem uma culinária que é uma das mais tradicionais em todo mundo. As comidas típicas francesas convivem perfeitamente com a nouvelle cuisine.

A nouvelle cuisine, a propósito, é uma maneira de cozinhar usada na cozinha francesa a partir de década de setenta, em contraste com a cozinha clássica, a “nova cozinha francesa” tem com característica a leveza e delicadeza dos pratos e a ênfase na apresentação. Este movimento revolucionou a “alta cozinha” e contribuiu para a gastronomia moderna no mundo todo.

Confira alguns pratos tradicionais da requintada culinária francesa:

Croissant

croissant

Esse já é querido pelos brasileiros, sua massa era inicialmente feita como a de pão comum e ao longo do tempo foi modificada. A massa folhada como conhecemos foi aprimorada pelos padeiros de Paris, no início do século 20.

Petit Gâteau

Petit_Gateau

Outro prato bem conhecido e delicioso! A receita original é composta por um bolo de chocolate mal passado e com interior cremoso, acompanhado de uma bola de sorvete de baunilha. Aqui no Brasil já podemos encontrar várias versões dessa receita.

Macarons

macarons

O prato foi na realidade introduzido na França pela Catarina di Médici, uma rainha italiana. Mas as freiras de Nancy descobriram a receita secreta e passaram a produzi-la, tornando a cidade um local famoso pelos primeiro macarons franceses. O prato foi incrementado, no século XX, com deliciosos recheios, deixando-os do jeito que conhemos hoje. O prato é super requisitado em eventos aqui no Brasil, com várias cores.

Madeleine com especiarias

madeleine

Um bolinho amanteigado em formato de concha. É um dos doces mais tradicionais da cozinha francesa e ficou eternizado na obra do escrito Marcel Proust, “Em busca do tempo perdido”, na qual ele descreve as lembranças despertadas pelas ‘madalenas’, como também é conhecida.

Ratatouille

ratatouille

É um receita típica da região de Provença, na França. O nome significa picar ou triturar. Um prato a base de legumes, não pode faltar beringela nem tomate. Para quem não conhecia o prato, provavelmente passou a conhecer depois do filme do ratinho cozinheiro, intitulado com o nome do prato típico francês, Ratatouille.

Cassoulet

CASSOULET

Típico das cidades de Carcassone, Castelnaudary e Toulouse. É um clássico da culinária francesa e teria nascido durante a guerra dos Cem Anos, como um cozido feito com todos os ingredientes disponíveis, análogo a nossa feijoada. É um prato ideal para o inverso, preparado com feijões brancos, frango e variedades de carne de porco.

Profiterole

profiteroles

Uma deliciosa sobremesa feita de massa açucarada recheada com cremes, sorvetes ou caldas. É um doce bastante popular na França, e teria sido criado por um chef italiano, atendendo a um pedido de Catarina de Médicis.

Croque monsieur

croque-monsieur

É um lanche preparado com pão de forma, queijo gruyère, manteiga e molho branco bechamel. O prato nasceu em Paris, no início do século 19.

Quiche lorraine

quiche-lorraine

Um prato tradicional da região da Alsácia. Tem como recheio uma mistura de bacon, creme de leite, manteira e noz-moscada.

Coq au vin

Coq-Au-Vin

Uma receita que já possui séculos de existência. Segundo consta, foi criado para o imperado romano, Julio César, ao conquistar a região da Gália. A receita original era preparada com galos em idade avançada e o vinho para amaciar a carne. Hoje em dia, pode ser feito com frango ou galinha caipira, é cozinhado com bacon, cebora, alho, vinho tinto, cogumelos, salsa, entre outros ingredientes.

Fonte: https://www.getninjas.com.br/guia/eventos/cozinha-para-eventos/10-comidas-tipicas-culinaria-francesa/