Tradução Simultânea não se aprende com dicas.!!!

Ulisses Wehby de Carvalho

Aconteceu de novo! Recebi hoje mais um e-mail com um pedido relativamente comum. A mensagem começa com um elogio, que antecede o pedido, mais ou menos assim:

…recebi convite para fazer tradução simultânea em um evento na semana que vem. Como nunca fiz isso antes, você poderia me dar algumas dicas?

O que é mais surpreendente nesses pedidos é o fato de eles virem de pessoas que têm, supostamente, conhecimento linguístico diferenciado. Podem ser professores de inglês, alunos ou professores de cursos de Letras, secretárias bilíngues etc. Até admito que os leigos possam acreditar que basta saber dois idiomas para uma pessoa se tornar intérprete, mas não esperaria essa atitude de profissionais de áreas afins.

Cf. Como ser tradutor e intérprete?

Nunca é demais repetir, portanto, que dominar dois idiomas é apenas pré-requisito para se tornar intérprete de conferência. Observe que escolhi o verbo “dominar” de propósito. “Dominar” é mais do que “saber”, “manjar”, “ser fera”, “ser fluente” etc.

Façamos uma analogia simples para facilitar as coisas. Para dirigir um automóvel, precisamos ter dois braços, duas pernas, boa visão etc., mas tem que fazer o curso na auto-escola também, ou não? Se nem todo mundo que tem dois braços e duas pernas “vira” motorista, por que alguns bilíngues acham que podem ser intérpretes só com algumas dicas? Onde entra o curso?

dicas para simultânea

Acreditar que vai fazer tradução simultânea só porque se interessa pela área é de uma ingenuidade ímpar. Pensar que vai aprender com algumas dicas por e-mail é ainda mais impressionante.

Cf. Tradução Simultânea Profissional x Quebra-galho
Cf. Pseudo-Tradução Simultânea? O que é isso?

O que fazer então se você acha que leva jeito? Tirem as crianças da sala porque a resposta pode chocar os mais sensíveis: já pensou em fazer um curso, *%$&*^#%??? A desculpa de que não há curso em sua cidade não serve. Sabemos muito bem que não é qualquer cidade brasileira que tem cursos de arquitetura, mecatrônica, veterinária ou linguística, por exemplo.

Quanto ao evento da semana que vem, já pensou em contratar um(a) intérprete profissional? Tenho certeza de que ele/a poderá dar várias dicas e recomendar um bom curso de formação.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Para obter mais informações, esclarecer dúvidas ou solicitar uma cotação sem compromisso entre em contato pelo telefone +55 (41) 3308-9498  / 9667-9498                            ou se preferir, pelo e-mail atendimento@espanholinglescuritiba.com.br

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INGLÊS PARA TODOS…

Muitas crianças com Síndrome de Down têm entrado em escolas da rede regular de ensino, nas escolas de inglês ou feito aulas com professores particulares.
Inevitavelmente, muitos professores acham a idéia de incluir alunos com Síndrome de Down em suas classes preocupante e ficam apreensivos a princípio. Porém, a experiência demonstra que a maioria dos professores têm as ferramentas necessárias para entender as necessidades específicas destas crianças e são capazes de ensiná-los efetivamente e com sensibilidade.

Há muitas razões por que uma criança com Síndrome de Down deve ter a oportunidade de frequentar aulas de inglês.
Cada vez mais pesquisas tem sido publicadas e o conhecimento sobre as capacidades de crianças com Síndrome de Down e o potencial de serem incluídos com sucesso tem aumentado. Ao mesmo tempo, os pais têm se informado mais sobre os benefícios da inclusão. Além disso, a inclusão é não discriminatória e traz tanto benefícios acadêmicos quanto sociais.

Crianças com Síndrome de Down típicas possuem dificuldade de fala e linguagem.
O atraso na linguagem é causada por uma combinação de fatores, alguns deles físicos e alguns devido a problemas cognitivos e de percepção. Qualquer atraso em aprender a entender e usar a linguagem pode levar a um atraso cognitivo. O nível de conhecimento e entendimento e, logo, a habiliade de acessar o currículo vai inevitavelmente ser afetada. Habilidades receptivas são mais desenvolvidas do que habilidades de expressão. Isso quer dizer que as crianças com Síndrome de Down entendem mais do que são capazes de expressar. Como resultado disso, as habilidades cognitivas destes alunos são freqüentemente subestimadas.
Além disso, a combinação de ter uma boca menor e músculos da boca e da língua mais fracos torna a formação das palavras fisicamente mais difícil, e quanto maior a frase maiores ficam os problemas de articulação.

Já tive alunos com Síndrome de Down, que eram colocados na sala de aula sem um treinamento mínimo do professor feito pela escola.
São alunos carinhosos, dedicados e entusiasmados, mas que são submetidos a testes e provas regulares, juntamento com os outros alunos.
O que percebí é que eles conseguem chegar ao nível intermediário, mas a partir daí, sentem uma grande dificuldade em relação às estruturas e vocabulários mais elaborados.
Muitas vezes essa pressão é feita por parte dos pais em relação à escola. Eles querem que seu filho seja tratado com naturalidade, sem diferenças, mas quando fazem provas mais difíceis e não conseguem acertar, ficam extremamente tristes e frustrados.
Na minha opinião, eles devem sim frequentar as aulas, devem ser encorajados a participar, mas ao mesmo tempo não se deve exigir notas e resultados tão elevados.

ALGUMAS ESTRATÉGIAS QUE PODEM SER USADAS POR PROFESSORES, QUANDO POSSÍVEL, EM SALA DE AULA:
– Dar tempo para o processamento da linguagem e para responder.
– Falar frente à frente e com os olhos nos olhos do aluno.
– Usar linguagem simples e familiar, com frases curtas e enxutas.
– Checar o entendimento – pedir para a criança repetir instruções dadas.
– Evitar vocabulário ambíguo.
– Reforçar a fala com expressões faciais, gestos e sinais.
– Ensinar a ler e usar palavras impressas para ajudar a fala e a pronúncia.
– Ensinar gramática com material impresso, cartões de figuras, jogos, figuras de preposições, símbolos, etc.
– Evitar perguntas fechadas e encorajar a criança a falar além de frases monosilábicas.
– Encorajar o aluno a falar em voz alta na sala dando a ele estímulos visuais. Permitir que eles leiam a informação pode ser mais fácil para eles do que falar espontaneamente.
– O uso de um diário para casa e escola pode ajudar os alunos a contar suas “ novidades”.

O que realmente importa é que a criança tenha um professor que tenha entusiasmo e boa vontade em ensinar, que seja aceita pelo restante do grupo, que sinta felicidade em estar na aula.
O resto será pura diversão ao aprender o novo idioma.                                                                          fonte:http://tadeuabranches.blogspot.com.br/2010/10/alunos-com-sindrome-de-down.html

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A origem da língua italiana – por Elizabeth Gilbert.

Ciao a tutti!

Há alguns dias recebi um email do meu querido Waldir Strazza intitulado A origem da língua italiana e achei o texto muito bacana! Antes de reproduzir aqui, fui ver quem era o autor do texto para dar os devidos créditos e descobri que a autora é ninguém menos do que Elizabeth Gilbert que escreveu o best-seller Eat, Pray, Love(Comer, Rezar, Amar).

Portanto, com os devidos créditos a Elizabeth e também os devidos agradecimentos ao Waldir pelo envio do texto, segue o texto:

A origem da língua Italiana

A Europa era uma confusão de inúmeros dialetos derivados do latim que aos poucos, ao longo dos séculos, se transformaram em alguns idiomas distintos – francês, português, espanhol, italiano.

O que aconteceu na França, em Portugal e na Espanha foi uma evolução orgânica: o dialeto da cidade mais proeminente se tornou, aos poucos, a língua oficial da região toda.

Portanto, o que hoje chamamos de francês é na verdade uma versão do parisiense medieval. O português é na verdade o lisboeta. O espanhol é essencialmente o madrilenho. Essas são vitórias capitalistas; a cidade mais forte acabou determinando o idioma do país inteiro.

Na Itália foi diferente. Uma diferença importante foi que, durante muito tempo, a Itália sequer foi um país. Ela só se unificou bem tarde (1861) e, até então, era uma península de cidades-Estado em guerra entre si, dominadas por orgulhosos príncipes locais ou por outras potências europeias. Partes da Itália pertenciam à França, partes à Espanha, partes à Igreja, e partes a quem quer que conseguisse conquistar a fortaleza ou o palácio local.

O povo italiano se mostrava alternativamente humilhado e conformado com toda essa dominação. A maioria não gostava muito de ser colonizada por seus co-cidadãos europeus, mas sempre havia aquele bando apático que dizia: “Franza o Spagna, purchè se magna” que, em dialeto, significa: “França ou Espanha, contanto que eu possa comer”.

Toda essa divisão interna significa que a Itália nunca se unificou adequadamente, e o mesmo aconteceu com a língua italiana. Assim, não é de espantar que, durante séculos, os italianos tenham escrito e falado dialetos locais incompreensíveis para quem era de outra região.

Um cientista florentino mal conseguia se comunicar com um poeta siciliano ou com um comerciante veneziano (exceto em latim, que não chegava a ser considerada a língua nacional).

No século XVI, alguns intelectuais italianos se juntaram e decidiram que isso era um absurdo. A península italiana precisava de um idioma italiano, pelo menos na forma escrita, que fosse comum a todos. Então esse grupo de intelectuais fez uma coisa inédita na história da Europa; escolheu a dedo o mais bonito dos dialetos locais e o batizou de italiano.

Para encontrar o dialeto mais bonito, eles precisaram recuar duzentos anos, até a Florença do século XIV. O que esse grupo decidiu que a partir dali seria considerada a língua italiana correta foi a linguagem pessoal do grande poeta florentino Dante Alighieri.

Ao publicar sua “Divina Comédia”, em 1321, descrevendo em detalhes uma jornada visionária pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, Dante havia chocado o mundo letrado ao não escrever em latim. Considerava o latim um idioma corrupto, elitista, e achava que o seu uso na prosa respeitável havia “prostituído a literatura”, transformando a narrativa universal em algo que só podia ser comprado com dinheiro, por meio dos privilégios de uma educação aristocrática. Em vez disso, Dante foi buscar nas ruas o verdadeiro idioma florentino falado pelos moradores da cidade (o que incluía ilustres contemporâneos seus, como Boccaccio e Petrarca), e usou esse idioma para contar sua história.

Ele escreveu sua obra-prima no que chamava de dolce stil nuovo, o “doce estilo novo” do vernáculo, e moldou esse vernáculo ao mesmo tempo que escrevia, atribuindo-lhe uma personalidade de uma forma tão pessoal quanto Shakespeare um dia faria com o inglês elizabetano.

O fato de um grupo de intelectuais nacionalistas se reunir muito mais tarde e decidir que o italiano de Dante seria, a partir dali, a língua oficial da Itália seria mais ou menos como se um grupo de acadêmicos de Oxford houvesse se reunido um dia no século XIX e decidido que – daquele ponto em diante – todo mundo na Inglaterra iria falar o puro idioma de Shakespeare. E a manobra realmente funcionou.

O italiano que falamos hoje, portanto, não é o romano ou o veneziano (embora essas cidades fossem poderosas do ponto de vista militar e comercial), e sequer é inteiramente florentino. O idioma é fundamentalmente dantesco.

Nenhum outro idioma europeu tem uma linhagem tão artística. E, talvez, nenhum outro idioma jamais tenha sido tão perfeitamente ordenado para expressar os sentimentos humanos quanto esse italiano florentino do século XIV, embelezado por um dos maiores poetas da civilização ocidental.

Dante escreveu sua “Divina Comédia” em terza rima, terça rima, uma cadeia de versos em que cada rima se repete três vezes a cada cinco linhas, o que dá a esse belo vernáculo florentino o que os estudiosos chamam de “ritmo em cascata” – ritmo esse que sobrevive até hoje no falar cadenciado e poético dos taxistas, açougueiros e funcionários públicos italianos.

A última linha da “Divina Comédia”, em que Dante se depara com a visão de Deus em pessoa, é um sentimento que ainda pode ser facilmente compreendido por qualquer um que conheça o chamado italiano moderno.

Dante escreve que Deus não é apenas uma imagem ofuscante de luz gloriosa, mas que Ele é, acima de tudo, l’amor che move Il sole e l’altre stelle… “O amor que move o sol e as outras estrelas…”                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          fonte:http://www.minhasaga.org/2013/10/a-origem-da-lingua-italiana-por-elizabeth-gilbert.html

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Equívocos Relacionados aos Serviços de Tradução!

Quem precisa de serviços de tradução pode recorrer a basicamente três opções: empresas especializadas, tradutores independentes ou traduções automáticas.

O serviço correto de tradução ou a melhor opção vai depender das suas necessidades. Para traduções simples e informais, freelancers e tradutores automáticos podem ser uma solução. Mas se você precisa de serviços especializados, as empresas de tradução oferecem muito mais qualidade.

Para evitar escolhas inconsequentes, é importante conhecer os 15 equívocos mais comuns envolvendo os serviços de tradução. São eles:

1. As traduções devem ser realizadas rapidamente.
Uma tradução rápida demais provavelmente não terá análises e revisões suficientes. Se a tradução for ineficaz, os resultados desejados não serão obtidos. Isso exigirá retrabalho e, consequentemente, prejuízos financeiros.

2. Qualquer pessoa que morou durante anos no exterior pode ser um tradutor.
Por mais que a pessoa tenha um bom domínio do idioma, a tradução envolve várias técnicas que somente um profissional da área tem.

3. Qualquer nativo em língua estrangeira pode ser tradutor.
Os nativos podem cometer erros gramaticais ou adotar um tom inadequado para os seus objetivos. O mais indicado é optar por profissionais da área que tenham habilidades linguísticas comprovadas.

4. Formação em línguas e até dois anos de experiência são qualificações suficientes.
Tais qualificações podem ser suficientes para alguns tipos de traduções, mas não para as de alto nível. Empresas especializadas em serviços de tradução geralmente trabalham com profissionais que possuem pelo menos 5 anos de experiência, além da formação necessária.

5. Bons tradutores não precisam de dicionário.
Por mais que o tradutor compreenda completamente a ideia do que precisa ser traduzido, o dicionário auxilia no encontro das melhores palavras para expressar cada ideia.

6. Traduções automáticas são eficazes.
Somente para os momentos em que você não precisa de traduções formais que envolvam ideias complexas.

7. A tradução deve ser literal.
Para a maioria dos casos, as traduções de qualidade requerem adaptações. Tais adaptações só podem ser feitas por pessoas experientes que compreendam as diferenças linguísticas entre os idiomas envolvidos.

8. Edição não faz parte da tradução.
O processo de tradução envolve sim certa edição e aperfeiçoamento, de forma gerar um documento traduzido com mais fluência.

9. Tradutores podem trabalhar em duas línguas diferentes.
É muito difícil que uma única pessoa possa traduzir para diferentes línguas com a mesma qualidade. Osmelhores tradutores consistem em nativos que são treinados para compreender outra língua e expressá-la da melhor forma em sua língua materna.

10. Empresas de tradução cobram muito caro.
Você deve levar em conta o custo-benefício. Na maioria das vezes, o profissionalismo e a qualidade do resultado final compensam o investimento.

11. Tradução é um serviço mecanizado.
As traduções exigem capacidade de interpretação e adaptação de informações em dois idiomas, além de habilidades de expressão. Somente um profissional experiente é capaz de fazê-los com eficácia.

12. Tradutores não precisam ser especialistas nos temas dos documentos a serem traduzidos.
Se houver a especialidade, no entanto, o tradutor será capaz de utilizar a linguagem mais adequada ao tópico em questão.

13. A revisão pode ser feita pelo próprio tradutor.
As pessoas tendem a não reconhecer seus próprios erros. Para evitar essa falha, as empresas de tradução costumam envolver mais pessoas no processo de revisão e correção.

14. Uma rodada de revisão já é suficiente.
Em traduções de pesquisas científicas para publicação, por exemplo, é necessária uma segunda revisão, feita por um especialista no tema da pesquisa.

15. A flexibilidade oferecida por tradutores individuais é uma vantagem.
Tal flexibilidade geralmente vem acompanhada de informalidade, lhe deixando sujeito a não receber a sua tradução com qualidade ou no prazo combinado.

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Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas!

A língua oficial do Brasil é o português, idioma que é falado e escrito pela imensa maioria da população. O português é a língua usada nas instituições de ensino, nos meios de comunicação e nos negócios. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas.

O idioma falado e escrito no Brasil é parcialmente diferente do utilizado em Portugal e nos outros países lusófonos. Em razão das diferenças geográficas e culturais entre Brasil e Portugal, e também das diferentes políticas linguísticas construídas pelos dois países ao longo dos anos, o português brasileiro e o português europeu não evoluíram de forma uniforme. Há muitas divergências entre as normas cultas das duas variantes da língua, sobretudo no que se refere à fonética, à ortografia e ao sistema pronominal. Mesmo assim, tais diferenças não comprometem o entendimento mútuo.

Há ainda diversas variações dialetais internas ao português brasileiro, que se ligam sobretudo a diferenças regionais e sociais.

A Língua Brasileira de Sinais também é considerada um meio de comunicação legal no país.

Idiomas indígenas e de imigrantes

Hotel em estilo alemão no Lago Negro, em Gramado, no Rio Grande do Sul: na região, o dialeto alemão é uma das principais formas de comunicação.Na época do descobrimento, é estimado que falavam-se mais de mil idiomas no Brasil. Atualmente, esses idiomas estão reduzidos a 180 línguas. Das 180 línguas, apenas 24, ou 13%, têm mais de mil falantes; 108 línguas, ou 60%, têm entre cem e mil falantes; enquanto que 50 línguas, ou 27%, têm menos de 100 falantes e metade destas, ou 13%, têm menos de 50 falantes, o que mostra que grande parte desses idiomas estão em sério risco de extinção.

Nos primeiros anos de colonização, as línguas indígenas eram faladas inclusive pelos colonos portugueses, que adotaram um idioma misto baseado na língua tupi. Por ser falada por quase todos os habitantes do Brasil, ficou conhecida como língua geral. Todavia, no século XVIII, a língua portuguesa tornou-se oficial do Brasil, o que culminou no quase desaparecimento dessa língua comum.

Com o decorrer dos séculos, os índios foram exterminados ou aculturados pela ação colonizadora e, com isso, centenas de seus idiomas foram extintos. Atualmente, os idiomas indígenas são falados sobretudo no Norte e Centro-Oeste. As línguas mais faladas são do tronco Tupi-guarani.

Além das dezenas de línguas autóctones, dialetos de origem alóctones são falados em colônias rurais mais isoladas do Brasil meridional, sobretudo o hunsrückisch e o talian (ou vêneto brasileiro), de origens alemã e italiana, respectivamente.[48

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100 Palavras Em Inglês Que Usamos No Dia a Dia!

Hey There! Você pode nem notar, mas já usa muitas palavras (e expressões) em inglês no seu dia a dia. Nem notamos geralmente porque já adotamos elas no nosso vocabulário e, muitas vezes, até “abrasileiramos” a pronúncia delas. Sim, essa imensa lista são de palavras (e denominações, ex: Top Model) que não são originais do português, muito menos do nosso país! Além da lista destas 100 palavras, eu ainda vou te ensinar nesse post uma forma muito legal de aumentar seu vocabulário com elas. Siga lendo e descubra.

 

Saber todas estas 100 palavras não quer dizer que você seja capaz de se comunicar. Porque? Simples, não se aprende nada com palavras soltas. Então qual a utilidade de saber isso tudo?  Tem uma dica muito legal para você utilizar estas palavras que você já “sabe” em Inglês para construir seu vocabulário. Olha só que legal …

 

Você vai pegar as palavras que você conhece, como por exemplo, On sale (na promoção / com desconto),  e fazer associações com ela ligando palavras relacionadas  em uma folha de papel ou mesmo um documento no Word ou Google Docs (melhor esse que é gratuito e esta sempre disponível online onde quer que você esteja.). Por exemplo:

 

PALAVRAS RELACIONADAS COM “ON SALE”

 

1 – Coisas – Shoes – Sapatos / T-shirts – Camisetas / Clothes – Roupas / Accessories – Acessórios

 

2 – Lugares – Store – loja, mercado / Mall – shopping center / Clothing store – Loja de roupas / Shoe store – Loja de sapatos

 

3  -Verbos – Buy – Comprar  / Return – Devolver / Try on – Experimentar  / Wear – Usar (roupas) / Go – ir / Sell – Vender / Pay – pagar

 

4 – Frases – “I have to go to the store to buy clothes”“Eu preciso ir a loja comprar roupas”  –  “She needs to go to the mall to return her shoes” – “Ela precisa ir ao Shopping Center para devolver o sapatos dela.”

 

Desta forma você pode aprender muitas coisas com as palavras que você já sabe. Tente você mesmo fazer esse exercício com algumas das palavras da lista abaixo. Divirta-se e deixe seus comentários com algumas frases que você conseguiu construir em inglês.

 

1- Milkshake
2- Hamburguer
3- Diet
4- Light
5- On sale
6- Fashion
7- Designer
8- Sundown
9- Top less
10- Top Model
11- Fitness
12- Outdoor
13- Delete
14- Insight
15- Notebook
16- Big Brother
17- Cheeseburguer
18- CD-ROM
19- Pop star
20- Dvd
21- Windows
22- Word
23- Download
24- Internet
25- E-mail
26- Messenger
27- Mc Donald
28- Bob´s
29- Drink
30- Plug
31- Hotmail
32- Site/Website
33- Hotdog
34- Shopping
35- Show room
36- Playstation
37- Station Games
38- Lan House
39- Book
40- Drive thru
41- Fast Food
42- Pit stop
43- Miss
44- Gift
45- Feeling
46- Show
47- Pen drive
48- Swing
49- Rock
50- Kids Club
51- Shampoo
52- Freestyle
53- Hip hop
54- Pop
55- Street fighter
56- Look
57- Make up
58- Desktop
59- Brother
60- Ok
61- Funk
62- Crowd
63- Nice
64- Stress
65- His
66- Hey man
67- Handball
68- Volleyball
69- Basketball
70- Big
71- Net
72- New look
73- Gay
74- Pay per view
75- Man
76- Champion
77- Niely Gold
78- Time
79- Nutritive
80- Always
81- God
82- The flash
83- Flash
84- Play
85- Password
86- Username
87- On
88- Off
89- Stop
90- Slow motion
91- Picture
92- Zoom
93- Drive
94- Login
95- Delivery
96- Quick
97- Reboot
98- Danger
99- Laser
100- Bad boy                                                                                                                                                        fonte:https://ingleswinner.com/blog/100-palavras-em-ingles-que-usamos-dia-dia/

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O antigo dialeto russo falado nos rincões do Brasil!

Colônia Santa Cruz - Colônia dos Russos

Em entrevista, a dialetóloga Olga Rovnova, do Instituto de Língua Russa Vinogradov, pertencente à Academia Russa de Ciências, fala sobre costumes de um grupo de fiéis que, para preservar suas crenças e tradições, viajaram ao longo de 300 anos dos territórios da Sibéria e do Extremo Oriente para a América, do Alasca ao Brasil.

Eles fugiram da Rússia no século 17, sofreram repressão das autoridades, promoveram o celibato e os sacramentos eclesiásticos e, por fim, criaram muitas igrejas. Contrariando as práticas da Igreja Ortodoxa introduzidas naquele período, esses personagens conhecidos como “starovéri” (“fiéis antigos”, em português) representaram a força motriz do capitalismo russo no início do século 20 e sobrevivem até os dias de hoje.

A língua falada fora da Rússia permaneceu igual ou foi transformada?

Há dois tipos de língua russa falada no exterior: a padrão e os dialetos. A padrão, quando separada das metrópoles, mantém todas as suas propriedades e permanece a mesma língua, mas também surgem nela novos fenômenos, geralmente léxicos. Novas palavras geralmente estão relacionadas com as realidades dos países onde a língua é falada.

E o dialeto?

Se nos referirmos especificamente à Rússia, trata-se da língua do povo, que continua a ser usada nos interiores do país. Se falamos do russo no exterior, trata-se principalmente da língua dos fiéis antigos, que emigraram por caminhos e em momentos diferentes da Rússia para os países onde moram, como Polônia, Romênia, Argentina, Bolívia, Brasil, Uruguai, EUA, Canadá e Austrália.

Como esses fiéis chegavam à América do Sul?

Aqueles que acabaram ficando na América Latina eram fiéis antigos das regiões de Níjni Novgorod e Vladímir. Devido às perseguições no início do século 18, eles foram reassentados em diferentes partes da Sibéria e do Extremo Oriente. Depois, os que conseguiram se salvar do poder soviético, no final da década de 1920, fugiram para a China. Alguns deles se mudaram do Extremo Oriente para a Manchúria, através do rio Amur. Outra parte viajou do Cazaquistão até Xinjiang (Sinkiang). Esses grupos não mantiveram contato nem sabiam da existência um do outro.

Por quanto tempo viveram na China?

Até o final dos anos 1950, quando, durante a Revolução Chinesa, começaram a surgir kolkhozes (fazendas coletivas). E como já conheciam esse sistema e sabiam o que era o poder soviético, não quiseram entrar nos kolkhozes.

O governo chinês, que tratava a todos muito bem – e posso dizer que todos os idosos lembram a China com grande ternura e amor e acompanham de perto a evolução do país –, propôs a eles que optassem por ficar e aceitar todas as condições da vida política e econômica ou partir. Eles escolheram a segunda opção.

Ao contrário da fuga da Rússia, desta vez foi um reassentamento organizado em que participaram as Nações Unidas, a Cruz Vermelha e muitas organização sem fins lucrativos. Dois países sul-americanos estavam dispostos a aceitá-los: Brasil e Chile. Mas no Chile houve um terremoto, e o país foi substituído pela Argentina. A maioria deles foi para o Brasil. E então ele começou a migração interna.

Como era a vida dos emigrantes na América do Sul?

No começo foi muito difícil. No Brasil, a terra é vermelha e a manta é muito fina, de apenas cinco centímetros. Os fiéis antigos dizem que quando eles conversaram um agrônomo local e perguntaram “O que podemos plantar aqui?”, ele disse que naquela terra não era possível cultivar nada e que era necessário fertilizar muito, por isso, diz-se que a terra está coberta com as lágrimas e o suor dos fiéis antigos russos. Agora, os moradores do Estado do Paraná tem orgulho de dizer que esta é a “nossa terra brasileiro-russa”.

Em meados dos anos 1960 grande parte deles emigrou para os EUA. Por quê?

Principalmente por razões econômicas. Os fiéis tinham famílias grandes, crianças que “Deus lhes mandam”, como diziam, e essas novas crianças precisavam de espaço. E naquele tempo as terras nos EUA era vendidas a preço baixo. Se não me engano, cerca de US$ 20 por hectare.

Quais idiomas falam os fiéis antigos na América do Sul?

Falam os dialetos nos quais se transformaram a língua dos fiéis antigos ao longo dos últimos 300 anos. A linguagem mudou muito, obviamente, já que sua base foi influenciada ao longo de todo caminho percorrido e pelos lugares onde encontravam outros dialetos e outras línguas.

Existe diferença entre os dialetos falados nas várias partes do continente?

O idioma russo tem uma variação regional. Em diferentes territórios se fala a mesma língua, mas ainda há coisas que são diferentes. Refiro-me tanto à linguagem literária como aos dialetos. Seria muito interessante observar se há novas diferenças entre o russo falado na Bolívia e no Brasil.

Tenho notado uma coisa: no dialeto dos fiéis da Bolívia apareceu uma nova palavra. Eles vivem rodeados por tribos indígenas, das quais uma se chama “colla”. Eles a chamam de “Kolya”. Assim, “kolya” significa índio, e “kolintsi” são os índios, com sua própria língua “kolinski”. “Você fala kolinski?”, pergunta-se. Mas, de um modo geral, o dialeto é o mesmo em todas as partes da América Latina onde vivem os fiéis antigos.

Fonte: Gazeta Russa

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