10 animais da fauna japonesa

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Conheça 10 animais da fauna japonesa

Quando você pensa em Japão, as primeiras imagens que nos vêm à cabeça provavelmente são das grandes metrópoles tais como Tóquio ou Osaka, com ruas lotadas e letreiros iluminados por todos os lados. Mas o Japão também é cercado por uma natureza exuberante que abriga muita vegetação e muitos animais selvagens.

O Japão tem uma área montanhosa que corresponde a 70% do seu território e nessas áreas podemos encontrar uma natureza praticamente intocada. Além disso, o Japão é marcado por diferenças climáticas significativas entre o sul e o norte do país, o que propicia para que tenha uma grande diversidade de vida selvagem.

Existem cerca de 130 tipos de mamíferos terrestres, mais de 600 espécies de aves, cerca de 73 espécies de répteis e mais de 3 mil tipos diferentes de peixes. Muitos desses animais estão a beira da extinção e são raramente encontrados fora do Japão, como a salamandra gigante japonesa (Andrias japonicus).

Que tal conhecer alguns animais típicos no Japão?

1. Esquilo – りす – Risu

Existem vários tipos de esquilos no Japão. Entre os mais conhecidos estão o esquilo vermelho que vivem especialmente em Hokkaido, a ilha mais setentrional do Japão, mas também são encontrados na Europa e em toda a Ásia. Já o esquilo voador japonês pode ser encontrado em todo o Japão.

Mas se você encontrar com algum, vai ser pura sorte pois estes animais fofinhos tem hábitos noturnos, ou seja, saem em busca de alimentos à noite e passam o dia escondidos nas árvores para evitar eventuais predadores. O interessante é a capacidade deles de “voarem” centenas de metros entre as árvores.

2. Raposa – きつね – Kitsune

As raposas desempenham um grande papel folclore japonês, consideradas como criaturas sábias e com poderes sobrenaturais, capazes até de se transformar em humanos, geralmente assumindo a forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha.

Aproveite para conhecer o Zao Kitstune Mura (Aldeia das Raposas), em Miyagi, um local onde vivem 6 tipos diferentes de raposas.

3. Grou Japonês – タンチョウ – Tanchou

Grou Japonês (Grus japonensis), também conhecido como Grou da Manchúria vive no leste asiático e no Japão pode ser encontrado especialmente em Hokkaido. Essas belas aves brancas com detalhes em preto no pescoço e nas asas e com o topo da cabeça vermelha estão ameaçadas de extinção.

Estima-se que no Japão, exista apenas 1000 delas. Os grous são aves consideradas sagradas no Japão, além de tesouro nacional do país. O grou simboliza paz e longevidade além de ser considerada a “Mãe de todas as aves”, pois acredita-se que essas aves são as mais antigas da Terra.

4. Cão-Guaxinim – タヌキ – Tanuki

O cão-guaxinim (Nyctereutes procyonoides), também conhecido como tanuki (タヌキ) é um animal da família dos canídeos. Esses animais são originários do Japão, Manchúria e sudeste da Sibéria. No Japão, podem ser encontrados em quase todo o país, principalmente em bosques e montanhas.

O Tanuki está muito presente na mitologia japonesa e reza a lenda de que esse animal de temperamento alegre e travesso, tem a capacidade de assumir a forma humana. No Japão é comum as pessoas colocarem uma estátua do Tanuki nas entradas de estabelecimentos e templos para trazer boa sorte.

5. Cervo – しか – Shika

Estes cervos são nativos do Japão e outras partes do leste da Ásia, embora possam ser encontrados também em outras partes do mundo, incluindo Europa, EUA e Austrália. Devido à quase extinção de seu principal predador, o lobo, os números de veados tem aumentado bastante no Japão.

No Japão, os cervos são considerados animais sagrados e podem ser encontrados em várias áreas como Shiretoko (Hokkaido), Miyajima (Hiroshima) e Nara (Nara), entre outros lugares turísticos. Nesses locais, os cervos perambulam nas áreas urbanas e já se acostumaram com a presença humana.

6. Urso – くま – Kuma

Os ursos marrons e ursos negros asiáticos são os maiores animais selvagens do Japão e vivem especialmente nas áreas montanhosas do arquipélago. Os ursos marrons vivem especialmente na ilha de Hokkaido e por causa do crescimento urbano, não é incomum os ursos invadirem áreas urbanas.

Já os ursos negros asiáticos estão distribuídos entre as duas ilhas de Honshu e Shikoku. Existem aproximadamente entre 10 mil e 20 mil deles e todos os anos são registrados entre 10 e 20 ataques. Esqueça a doçura do Kumamon, mascote de Kumamoto. Com esses bichanos da vida real todo cuidado é pouco.

7. Macacos da Neve – スノーモンキー – Sunōmonkī

O macaco japonês (Macaca fuscata), também conhecido como Macaco da Neve, é nativo do Japão e vive especialmente em florestas montanhosas, localizadas acima de 1 500 metros de altitude. Em Jigokudani Yaenkoen, uma área do Parque Nacional Joshin-Etsu Kogen, os macacos tornaram-se em atração.

O Parque Nacional engloba partes de três províncias: Gunma, Niigata e Nagano, mas Jigokudani Yaenkoen está localizado em Nagano. Eles costumam tomar banho nas águas termais (onsen) do parque, que acabou se tornando pra eles em um verdadeiro spa para se aquecerem durante o rigoroso inverno.

8. Vaga-lume – ホタル – Hotaru

Os vaga-lumes são insetos que podem ser encontrados em abundância nas florestas japonesas. É nas noites quentes e úmidas de verão que ocorre o acasalamento e reprodução dos vaga-lumes. As luzes são utilizadas pelos machos para atrair as fêmeas e o efeito criado é espetacular.

A fascinação dos japoneses por esses pequenos seres é grande e muitos fotógrafos aproveitam para tirar belíssimas fotos. Os vaga-lumes vivem de 1 a 3 anos e passam a maior parte de suas vidas como larvas. Depois que se tornam adultas, esses insetos brilhantes tem pouco tempo de vida.

Uma cena que me vem à cabeça quando vejo vaga-lumes é do anime Hotaru no Haka, especialmente a parte em que Setsuko brinca com os vaga-lumes e no dia seguinte ao vê-los mortos, pergunta ao irmão: “Por que os vaga-lumes morrem tão cedo?” Sem dúvida, uma metáfora sobre a efemeridade da vida…

9. Salamandra – オオサンショウウオ – Osanshō̄o

A salamandra gigante japonesa é o segundo maior anfíbio da Terra e é uma espécie ameaçada de extinção. Pode atingir até 1,5 m de comprimento e pode viver até quase 50 anos. É encontrada em córregos especialmente nas ilhas de Honshu e Kyushu e se alimentam principalmente de sapos e peixes.

Não podemos negar que sua aparência é um pouco assustadora… 🙁 Recentemente, um jovem estudante que estava a caminho da escola, flagrou uma salamandra gigante japonesa de mais de 1 metro de comprimento, andando na margem do rio Kamo, em Kyoto (assista o vídeo).

10. Corvos – カラス – Karasu

Os corvos japoneses (Ssp. japonensis) são considerados uma praga no Japão pois são muito comuns nas zonas urbanas e tem o costume de rasgar sacos de lixo em busca de alimento. Comem praticamente tudo, incluindo animais mortos. Ao mesmo tempo, são considerados animais muito inteligentes, conforme podemos notar nesse interessante vídeo da BBC.

Os corvos também estão presentes nas lendas e no folclore japonês. Um personagem muito conhecido é o Karasu Tengu (烏天狗), criatura que possui corpo humanoide e cabeça de corvo e habita florestas e montanhas.

Fonte: https://www.japaoemfoco.com/descobrindo-a-vida-selvagem-no-japao/

Doces japoneses

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A cultura japonesa é cheia de detalhes interessantes: desde a grafia do idioma japonês à enorme influência do país na cultura pop mundial, suas tradições particulares são dignas dos muitos “fãs” que possuem ao redor de todo o mundo. Com a gastronomia não poderia ser diferente, e cada um dos pratos típicos do país tem o sabor e a apresentação marcados pela singularidade dessa cultura.

Seja durante uma viagem ao Japão ou em algum bairro local que siga os costumes do país, a Skill separou 8 das mais famosas sobremesas japonesas que você precisa provar quando tiver a oportunidade. Confira:

TAIYAKI

Doce japonês - Taiyaki

Apesar do formato de peixe, o Taiyaki é um bolinho doce feito com uma massa similar à panqueca americana, que leva farinha, ovos, açúcar, leite e manteiga. Ele é assado em uma forma com molde de peixe até dourar e normalmente é servido em barracas pelas ruas do Japão.

WAGASHI

Doce japonês - Wagashi

Os Wagashis são os doces mais tradicionais da gastronomia japonesa. Extremamente coloridos e decorados, são as estrelas das confeitarias japonesas e têm os mais variados formatos e sabores. Os mais comuns são feitos à base de kanten (uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas) misturada com anko (pasta doce do feijão japonês azuki) e açúcar e decorados de acordo com as estações e datas comemorativas japonesas.

DORAYAKI

Doce japonês - Dorayaki

Também recheados com o tradicional anko, o Dorayaki é uma espécie de panqueca japonesa bastante comum no lanche das crianças. É a sobremesa favorita do Doraemon, o gato protagonista do anime famoso no Brasil como Doraemon: O Super Gato.

CREPE JAPONÊS

Doce japonês - Crepe japonês

A origem dessa receita é francesa, mas os crepes são extremamente populares no Japão, principalmente em feiras e festivais ao ar livre. O que diferencia a versão japonesa é a forma, mais próxima do cone e bem parecida com o famoso temaki, além da enorme variedade de sabores que os japoneses inventaram para a receita, tanto doces como salgados. A diversidade é facilmente notada nas muitas lojas de crepe que encontramos pelo Japão, com vitrines coloridas de opções de recheios para escolha dos clientes. Na creperia típica japonesa Hachi Crepe & Café, no bairro da Liberdade em São Paulo, é possível escolher entre mais de 26 mil combinações diferentes de recheio para o seu crepe.

DAIFUKU

Doce japonês - Daifuku

O Daifuku é feito à base de mochi, um bolinho japonês feito com farinha de arroz. Ele é tradicionalmente recheado com anko e morangos, e é possível encontrá-lo em três cores diferentes: branco (feito só de arroz), verde (com sabor aromatizado de chá verde) e cor de rosa (com sabor aromatizado de morango).

MANJU

Doce japonês - Manju

O Manju é um dos bolinhos mais tradicionais do Japão, também feito à base de mochi. Ele é tradicionalmente recheado com anko e pode ser facilmente encontrado em mercados típicos japoneses. Além da versão tradicional, ele também pode ser servido assado, grelhado no espeto ou com creme de laranja.

WARABI MOCHI

Doce japonês - Warabi Mochi

O Warabi Mochi é um doce feito com amido de batata doce e polvilhado com kinako, um tipo de farinha de soja torrada. A consistência dele é semelhante à gelatina.

SANSHOKU DANGO

Doce japonês - Sanshoku Dango

Tradicional dos festivais japoneses de primavera, o Sanshoku Dango é uma combinação de três bolinhos Dango de cores diferentes em um espeto. Os dango são bolinhos também feitos à base de arroz, um pouco menos pegajosos que os mochi, e as três cores de cada um deles representam as flores (rosa), a neve (branco) e o novo crescimento das plantas (verde). Eles são consumidos durante os diversos eventos que acontecem no Japão para a celebração da primavera, em que toda a população pratica o hanami (hábito japonês de observar as flores desabrochando).

A sabedoria e inovação da arquitetura japonesa

 

A arquitetura japonesa encanta com sua simplicidade e, ao mesmo tempo, inovação.

Ao longo dos séculos, ela desenvolveu uma estética marcante tanto nas obras mais tradicionais como nas construções modernas.

Com a imigração japonesa no começo do século XX, o Brasil também foi influenciado pelo estilo, que caiu nos gosto de muitas pessoas que buscam conforto e beleza.

Com certeza você já se encantou com a arquitetura do Japão, mas será que você conhece todas as suas características?

Neste artigo, trouxemos um panorama geral da arquitetura japonesa tradicional, moderna e contemporânea. Acompanhe!

Se interessa pela arquitetura dos países? Aproveite para ler também:

História da arquitetura do Japão

 

O território japonês passou longos séculos sob o domínio de culturas asiáticas, principalmente da China. Diante dessa realidade, há muitas influências desses povos na arquitetura japonesa, tanto em relação aos materiais como às técnicas construtivistas.

Aproveite para ler também: Arquitetura asiática – quase 5 mil anos de um estilo em plena evolução

Templos budistas do Japão

 

Entre 538 e 710 d.C, o Japão viveu o período Asuka. Trata-se de uma época que trouxe transformações sociais e políticas relacionadas à chegada do budismo.

Vindo da China, a nova doutrina religiosa influenciou a construção de templos. Eles eram erguidos sobre bases de pedra, rodeados de areia e com muitas cores, baseados nos palácios chineses.

Também foram construídos pagodes, estruturas próximas ao templos que guardam relíquias.

O Byodo-in, o Todai-ji e o Seiganto-ji são alguns dos mais belos exemplos dessas obras.

Arquitetura japonesa: Byodo-in

Beisebal japonês

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Nippon Professional Baseball

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nippon Professional Baseball (NPB)
Temporada ou competição atual:
Baseball current event.svg Temporada da Nippon Professional Baseball de 2018
Nippon Professional Baseball
Esporte Basebol
Fundada 1950
País(es)  Japão
Equipes 12
Atual campeão Fukuoka SoftBank Hawks
Site oficial npb.jp

Jogo no Nagoya Dome.

NPB (sigla em inglês para Nippon Professional Baseball) é o principal campeonato nacional de beisebol no Japão, disputado desde 1950, atualmente é a liga esportiva mais popular do país. O nome da liga profissional de beisebol em japonês é Puro Yakyū (プロ野球).

A Liga Japonesa de Beisebol surgiu em 1934, mas foi reformulada em 1950, ano em que surgiu a atual NPB.

Times[editar | editar código-fonte]

Central League
Time Cidade Estádio Capacidade
Chunichi Dragons NagoiaAichi Nagoya Dome 40,500
Hanshin Tigers NishinomiyaHyogo Koshien Stadium 50,454
Hiroshima Toyo Carp HiroshimaHiroshima MAZDA Zoom-Zoom Stadium 32,000
Tokyo Yakult Swallows Tokyo Meiji Jingu Stadium 37,933
Yokohama BayStars YokohamaKanagawa Yokohama Stadium 30,000
Yomiuri Giants Tokyo Tokyo Dome 55,000
Pacific League
Time Cidade Estádio Capacidade
Chiba Lotte Marines ChibaChiba Chiba Marine Stadium 30,000
Fukuoka SoftBank Hawks FukuokaFukuoka Fukuoka Dome 48,000
Hokkaido Nippon Ham Fighters SapporoHokkaido Sapporo Dome 42,831
Orix Buffaloes OsakaOsaka e KobeHyogo Osaka Dome e Hotto Motto Stadium Kobe 36,477 e 35,000
Saitama Seibu Lions TokorozawaSaitama Seibu Dome 35,655
Tohoku Rakuten Golden Eagles SendaiMiyagi Rakuten Seimei Park Miyagi 23,000

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nippon_Professional_Baseball

Conheça um pouco sobre o futebol japonês

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futebol é um dos esportes mais populares do Japão,[1] onde é conhecido como sakkā (サッカー), que consiste na adaptação da palavra “soccer”[2] (futebol em inglês americano) para o idioma japonês. Há ainda o termo futtobōru (フットボール), derivado do britânico “football”, mas este é pouco usado. O termo original, de origem chinesa, era Shūkyū (蹴球, literalmente chute-bola).

No Japão, o futebol é controlado pela Associação de Futebol do Japão[2] (em japonês: 日本サッカー協会). O principal campeonato do país é a J. League, que surgiu em 1992[3] para substituir a Liga Japonesa de Futebol e tentar revigorar o esporte no país.[2] Outros importantes campeonatos nacionais incluem a Copa do Imperador, a Supercopa Japonesa e a Copa da Liga Japonesa. Os clubes japoneses participam dos mais importantes torneios interclubes asiáticos, como a Copa da AFCCopa dos Presidentes da AFC e Liga dos Campeões da AFC. Nesta última, é o segundo país com mais títulos (5), perdendo apenas para a Coreia do Sul (10).

O Japão possui onze seleções nacionais que representam o país em campeonatos mundiais e continentais: MasculinaFemininaMasculina Sub-23Feminina Sub-23Masculina Sub-20Feminino Sub-20Sub-17 MasculinaFeminina Sub-17FutsalFutsal Feminino e Futebol de Areia.

História

Não se sabe ao certo como o futebol chegou ao Japão.O clube Kobe Regatta & Athletic Club, fundado em 1870, afirma ter realizado (e vencido) a primeira partida oficial de futebol no país, contra o Yokohama Country & Athletic Club, em 18 de fevereiro de 1888.[4]

O primeiro time de futebol a surgir no país foi o Tōkyō Shūkyū Dan (東京蹴球団, Clube de Futebol de Tóquio), em 1917. O ano também marca, segundo a FIFA, a primeira partida oficial da seleção japonesa, contra a filipina, jogo em que o time nipônico perdeu de 15-2 na capital japonesa.[5]

Copa do Imperador é o mais antigo torneio de futebol profissional do Japão.

Em 1921 foi fundada a Associação de Futebol do Japão, que até hoje é a entidade máxima do esporte no país. Também em 1921, a Copa do Imperador foi fundada, sendo o mais antigo torneio doméstico japonês ainda em atividade.[6]

Novamente em Tóquio, e também contra as Filipinas, veio a primeira vitória da seleção japonesa, em 25 de maio de 1930, por 2-1.[5] No mesmo ano, conquistaram seu primeiro título, nos Jogos do Extremo Oriente de 1930.[5]

Em 1936, o Japão teve pela primeira vez um time de futebol em sua equipe olímpica. Na época, a competição já começava nas oitavas de final (chamada de primeira fase), e o time conseguiu uma vitória de 3-2 sobre a Suécia,[7] mas perdeu de 8-0 para a Itália na etapa seguinte.[8]

Copa do Mundo FIFA de 1954, na Suíça, foi a primeira da qual o Japão tentou participar, mas a seleção não conseguiu a classificação.[2] Das três copas seguintes (19581962 e 1966), o time só tentou participar de uma (1962), mas de novo não conseguiu se classificar.

Em 1965, surgiu a Liga Japonesa de Futebol, com 12 equipes amadoras,[9] que foi a primeira tentativa bem sucedida de se criar uma liga profissional de futebol no Japão.

Em 1968, o Japão tentou sua primeira participação na Copa da Ásia, mas por muito pouco não conseguiu. Contudo, o ano de 1968 marcaria a melhor campanha do time nas Olimpíadas: conquistaram a medalha de bronze no torneio de futebol dos jogos de 1968 no México.[10] Entre 1970 e 1984, todas as tentativas da seleção de entrar na Copa do Mundo ou na Copa da Ásia falharam ou não ocorreram por desistência. Em 1988, entrou na Copa da Ásia pela primeira vez, perdendo logo na fase de grupos. Na edição seguinte, contudo, sediou o evento e fez uma campanha bem sucedida, conquistando o campeonato pela primeira vez.

Em 1981, o futebol começava a ter mais espaço na ficção japonesa: é lançado na Weekly Shōnen Jump o mangá Captain Tsubasa, cujo tema principal é o futebol. Mais tarde, em 2007, outra série com o tema foi lançada, com o nome Giant Killing.

Ainda em 1992, é fundada a J. League, que substituiu a Liga japonesa de futebol e tentou revigorar o esporte no país, que se aproveitava de uma onda de otimismo ocasionada pela recente conquista da Copa Ásia.[9] Quem ajudou a popularizar o esporte no Japão dos anos 90 e a conseguir mais atenção para a liga recém-fundada foram jogadores estrangeiros: o brasileiro Zico ajudou o Kashima Antlers (time que em 1999 seria treinado por ele[11]) a conquistar o vice-campeonato na temporada de 1993.[9] Mais tarde, ele treinaria a seleção japonesa, levando-a a ser tricampeã da Copa da Ásia em 2004. O também brasileiro Dunga jogou no Júbilo Iwata[9] entre 1995-1998. Houve ainda o sérvio Dragan Stojković, eleito o jogador do ano em 1995, quando jogou pelo Nagoya Grampus, treinado por Arsène Wenger;[9] o inglês Gary Lineker,[2] que também jogou pelo Nagoya Grampus entre 1992-1994; e o italiano Salvatore Schillaci, que concluiu sua carreira no Júbilo Iwata em 1997, após jogar quatro anos no clube.[2]

Shinji Kagawa, da seleção japonesa, joga pelo Borussia Dortmund, e já jogou pelo Manchester United.

O inverso também ocorreu: jogadores japoneses começaram a ter mais chances de se desenvolver no país e se destacaram internacionalmente. Exemplos são Shinji Kagawa, que joga pelo Borussia Dortmund e já passou pelo Manchester United ; e Keisuke Honda, que hoje joga pelo Milan após passar pelo CSKA Moscow.

Em 2002, o Japão co-sediou a copa do Mundo com a Coreia do Sul. Na imagem, o logo oficial do evento em Kobe.

Em 1994, o Japão chegou muito perto de conquistar uma vaga na Copa do Mundo pela primeira vez, mas perdeu a chance por causa de um gol de empate nos últimos minutos do último jogo das eliminatórias da Copa de 1994,[2] uma partida que ficou conhecida como Agonia de Doha. Foi só na Copa de 1998 que o time conseguiu sua primeira classificação.[2] Desde então, vem conseguindo participar de todas as edições[1] – suas melhores participações foram em 2002 (quando sediou o evento juntamente com a Coreia do Sul), em 2010 e 2018 – nas três oportunidades, alcançou as oitavas de final.[2] Também como país-sede, participou da Copa das Confederações de 2001 (apesar de também ter ganho a Copa da Ásia de 2000, título que também concede uma vaga na competição), onde conseguiu o 2º lugar.[12]

Em 2005, o Japão sediou sua primeira Copa do Mundo de Clubes da FIFA. O evento ocorreu no país por mais cinco edições. Como o campeão do principal campeonato do país sede é convidado a participar, o Japão conseguiu por várias vezes ter um clube representante o país no torneio, alcançando a terceira colocação em duas ocasiões (2007[13] e 2008[14]).

Em 2011, a Seleção Japonesa de Futebol Feminino conquistou sua primeira Copa do Mundo, derrotando a seleção estadunidense na final.[15] Também em 2011, a seleção masculina conquistou o tetracampeonato da Copa da Ásia,[16] garantindo assim uma vaga na Copa das Confederações FIFA de 2013, da qual foi eliminado na fase de grupos com três derrotas. Em junho de 2013, foi o primeiro país a garantir uma vaga na Copa do Mundo FIFA de 2014,[17] da qual foi eliminado na fase de grupos.

Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_no_Jap%C3%A3o

Conheça 10 comidas típicas do Japão

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Muito além do sushi: 10 comidas típicas japonesas.

Quando falamos de comida japonesa no Brasil, o que vem à mente são os rodízios (deliciosos, a propósito) de sushi, sashimi e suas variações. Claro que os sushis daqui do Japão são diferentes dos do Brasil: não existe hot roll, nada de cream cheese ou as combinações estranhas de morango com arroz. Contudo, aqui encontro sushis de uma variedade de peixes muito mais ampla, e já comi até de pato defumado! Mas engana-se quem pensa que a gastronomia japonesa pára no rolinho de peixe cru! Nessa lista vou mostrar 10 comidas típicas japonesas e alguns dos pratos mais populares do Japão.

Lámen (ou rámen)

Esse deve ser um dos mais conhecidos. Trata-se de uma sopa com macarrão e ingredientes variados, como nori (alga), ovos, carne de porco e até massa de peixe. Há vários tipos de lámen: pode ser de missoshiro (aquela sopinha de soja), de shoyu, de sal, cozido com ossos de porco… a depender do seu gosto e da região do país.

Sobá, Udon e Somen

Ainda falando de massas, temos o udon, que é praticamente o mesmo macarrão do lámen, mas bem mais grosso, na espessura de um canudinho. Esse macarrão vai bem com os caldos mais leves, já que é bem pesado. O somen, pelo contrário, é uma massa super fininha, que combina com os caldos mais pesados.

Já o sobá é uma massa feita com uma farinha diferente da branca: a farinha de trigo-sarraceno, que dá ao macarrão uma coloração marrom. Ele pode ser desfrutado também sem caldo, apenas com um molho tradicional, frio ou quente. Essa massa é popular o ano todo, mas é também comida típica do ano novo.

Tonkatsu

O tonkatsu é uma carne de porco empanada e servida com molho tarê – aquele adocicado – e geralmente acompanhado de arroz e salada. Embora eu acredite que seja o mais popular, não é o único katsu: tem também empanados de camarão, de frango, de queijo… E dá-lhe fritura!

Okonomiyaki

Fonte: arquivo pessoal

Só de escrever me dá água na boca. Esse prato típico fica entre uma omelete e uma panqueca. Consiste em ovo, salada e – juro! – o que mais você quiser colocar. Pode ser bacon, queijo, frango, carne… enfim, o que estiver disponível no cardápio! Nos restaurantes mais tradicionais, você escolhe o seu recheio previamente e ele vem em uma tigela, já pré-temperado e com um ovo cru dentro. Depois de misturar bem os ingredientes, você mesmo pode cozinhar o seu okonomiyaki na chapa disponível na mesa. Coloque a massa que você misturou, espere um pouco até ficar consistente e vire para cozinhar o outro lado. Depois, é só complementar com os temperos que você preferir. Na foto, era um okonomiyaki de queijo com bacon com molho tarê, maionese e katsuobushi, um tempero à base de peixe.

Takoyaki

Sim, sim e sim! São os bolinhos de polvo mais deliciosos do planeta. Eles são feitos em uma chapa com formas arredondadas e o cozinheiro vai colocando, em cada bolinha da chapa, a massa ainda líquida e um pedaço de polvo. Conforme vai cozinhando, a massa vai tomando forma e o cozinheiro, habilidoso com o hashi (os talheres japoneses em forma de pauzinhos), vai movendo as bolinhas para que não queimem e cozinhem por igual.

Yakiniku

Chega bem perto do nosso churrasquinho. Só que a grelha fica bem no meio da mesa e você pode escolher o que vai querer comer: uma variedade imensa de carnes, frutos do mar, e como todo churrasco japonês, muitos legumes. Eu adoro!

Yakitori

E se o churrasco japonês do yakiniku não for suficiente para matar as saudades do Brasil, esses espetinhos de frango vão ajudar. Tem de todo tipo: como almôndega, só a pele, cartilagem, peito… Os molhos que geralmente acompanham são apenas sal ou tarê.

Shabu Shabu

Mais um “faça você mesmo” japonês, o shabu shabu consiste em uma variedade enorme de ingredientes como carne, guioza (os bolinhos de porco ou legumes), legumes, salada, alga e até macarrão para você escolher. No centro da mesa, tem uma panela com duas divisões: uma só com água e outra com um caldo da sua escolha. E pronto, basta colocar o que quiser para cozinhar e ir comendo quando julgar pronto, podendo acompanhar outros molhos de sua preferência, como o de gergelim, que é bem tradicional (e o meu preferido).

Moti (ou mochi)

Enfim, chegamos aos doces! O moti é um doce feito de arroz moído em pasta e depois moldado em bolinhas. Ele pode ser recheado ou com sabores diferentes já na própria massa. Os mais comuns são de frutas (morango, banana, uva…), chá verde (matcha), chocolate e o famoso recheio de anko, o doce de feijão japonês. Acho que o meu preferido até hoje foi o de uva, mas a cada estação é uma surpresa nova nas lojas de moti. Adoro esse doce!

Melon pan

Isso mesmo: pão de melão. Não é o melão que tem no Brasil, mas aquele verde, menor. É como se fosse um pão doce, mas fica o gostinho da fruta no fundo. Ele pode ser recheado (de creme, geralmente), ou não, mas certamente será gostoso. Fresquinho então, nem se fala! A casquinha por fora fica crocante e a massa fofinha… não tem igual! E, claro, como boa brasileira de paladar típico, não dispensa a companhia de um cafezinho…

Veja sobre a leitura alemã

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O que a Alemanha lê?

Goethe, Schiller, Brecht e Hesse são mundialmente conhecidos. Mas o que os alemães mais gostam de ler? Damos aqui dicas de leitura.

O sofá é o lugar predileto para a leitura.
O sofá é o lugar predileto para a leitura.dpa

Alemanha. Clássicos ou romances policiais? Livros ou e-books? Como e o que leem as pessoas no país dos poetas e pensadores no ano de 2017? Nós examinamos isso nas listas de best-sellers e nas estatísticas.

Como os alemães leem?

Os livros de papel continuam sendo os prediletos. Os alemães preferem ler livros do que e-books, o que fazem com frequência. Segundo os dados do portal statista.de, 39 % leem cinco livros por ano, 27 % até mesmo mais de dez livros. Os mais apreciados são os romances e os livros policiais. Somente cerca de um quinto dos alemães leem e-books, mas a demanda aumenta. Porém, cada vez mais leitores compram pela internet os livros impressos, as livrarias como negócio privado são cada vez mais raras nas cidades.

Estes são os lugares prediletos para ler

Os amantes dos livros leem preferencialmente em casa, no sofá. Além disso, eles gostam ainda de ler algumas páginas na cama, antes de dormir. Isso foi revelado numa enquete feita pela Associação do Comércio Livreiro Alemão. Os transportes públicos, como ônibus e trens, estão em terceiro lugar como lugar preferido para a leitura.

Estes eram os best-sellers em julho de 2017 na Alemanha

Livro de suspense do Norte, entretenimento do Sul, livro divertido sobre adolescentes, fatos interessantes sobre abelhas e pessoas – o leque de temas dos 5 livros que encabeçam a lista de best-sellers é bastante variado e internacional. Em 2016, foi traduzido um total de quase 10.000 livros lançados em primeira edição no exterior, segundo divulgou a Associação do Comércio Livreiro Alemão – traduzidos principalmente do inglês, do francês e do japonês.

  1. “Die Geschichte der Bienen” de Maja Lunde
    A autora norueguesa descreve no seu romance, o que liga as gerações humanas com as abelhas.
  2. “Und ewig schläft das Pubertier” de Jan Weiler
    Na terceira parte da série, o jornalista e autor best-seller narra de forma cômica e espirituosa a sua vida como pai de dois adolescentes.
  3. “Meine geniale Freundin” de Elena Ferrante
    Um romance da Itália sobre a amizade de duas mulheres jovens, que perdura uma vida inteira.
  4. “Selfies” de Jussi Adler-Olsen
    Um thriller da Dinamarca em torno de um assassinato em Copenhague.
  5. “Zeiten des Aufbruchs” de Carmen Korn

A ação na segunda parte dessa trilogia do século está localizada em Hamburgo no ano de 1949.

Sinopse: Lista de best-sellers literários, de não ficção, infantis e de audiolivros

Que prêmios literários são os mais importantes?

Quem busca inspiração para leitura excelente, pode orientar-se também através dos mais importantes prêmios literários para autoras e autores de língua alemã:

  • Para o Prêmio Alemão do Livro, um júri escolhe todos os anos o romance do ano em língua alemã, por ocasião da Feira do Livro de Frankfurt em outubro. Anteriormente, são divulgadas uma lista curta e uma lista longa com os livros que fazem parte da seleção final.
  • Prêmio Georg Büchner é concedido em memória ao escritor Georg Büchner (1813–1837). Os mais recentes premiados: Jan Wagner (2017), Marcel Beyer (2016), Rainald Goetz (2015).
  • Prêmio Ingeborg Bachmann é concedido durante a Jornada da Literatura de Língua Alemã em Klagenfurt, na Áustria. Lá, os autores só podem apresentar textos de prosa ainda não publicados.