Tradução Simultânea: definição e história.

Definição de Tradução Simultânea

A Interpretação Simultânea (também chamada tradução simultanea) é uma tarefa complexa y nada fácil que requer grande capacidade para conseguir comunicar de uma língua a outra a mensagem expressada. 
Com a ajuda do equipamento especializado o intérprete ouve o palestrante expressando a mensagem original (idioma fonte) e imediatamente expressa a tradução no idioma solicitado pela audiência (idioma alvo), ás vezes com apenas uma palavra de atraso.Esta tarefa exige uma grande quantidade de esforço mental, é por isso que os tradutores simultâneos geralmente trabalham em duplas e revezam a cada 20 minutos. Nos casos em que a Espanglish Traduções achar necessário é possível que a interpretação seja realizada por apenas uma só pessoa.

HISTÓRIA DA INTERPRETAÇÃO SIMULTÂNEA

Embora a divulgação da Interpretação aconteceu principalmente na pós-guerra, com a criação da Interpretação Simultânea para solucionar os desfíos de comunicação durante o Julgamento de Nuremberg, esta já existia desde a época do Antigo Egipto.

A presença do intérprete já era narrada na Grécia e em Roma antes de Cristo, não tendo esse trabalho passado por consideráveis alterações durante os séculos, já seja na Idade Média ou na época da expansão europeia. Esta situação continuou até a Conferência de Paris, em 1919, quando os políticos precisaram falar outras línguas e não apenas o francês, a língua utilizada então diplomaticamente. Deste forma se abria o caminho para um mundo multilíngue.

Com a intensificação das relações comerciais, os simples gestos tornaram-se insuficientes para uma comunicação adequada e logo figura do intérprete ganhou destaque.

O primeiro escrito que o expressa isso data do 3º milénio A.C. É um baixo-relevo egípcio achado no túmulo de um faraó que faz referência a um chefe de intérpretes. Outras fontes dessa época indicam que essa atividade estava principalmente ligada à Administração Pública.

Outras civilizações como Grécia ou o Império Romano, referem a existência de intérpretes, mas ligados às mais diversas áreas: comércio, religião e exército, política.

Os intérpretes continuaram as suas atividades durante toda a Idade Média em mosteiros (onde havia monges das mais diversas nações), em concílios (acompanhando pregadores a terras distantes), em expedições comerciais e militares e em contatos diplomáticos.

Durante séculos de expansão europeia houve poucas mudanças, com exceção das línguas usadas. Na primeira viagem de Cristóvão Colombo, este notou que o seu intérprete de árabe pouco lhe auxiliou para se comunicar com os índios. Por causa disso, após essa primeira viagem, ele decidiu capturar alguns índios e ensinar-lhes a língua espanhola para que pudessem atuar como intérpretes na seguinte expedição. O mesmo aconteceu com os espanhóis que foram presos pelos índios e que acabaram aprendendo a língua e a cultura deles, servindo depois também como intérpretes.

No Velho Continente, o francês tinha substituído o italiano como língua da diplomacia e da cultura, reduzindo assim a necessidade de intérpretes. Essa situação continuou até a Conferência de Paris, em 1919, quando os negociadores, principalmente políticos, começaram a rejeitar o francês e queriam comunicar-se nas suas línguas maternas.

O desenvolvimento dos contatos entre as nações e a criação de grandes organismos internacionais fizeram com que nascesse uma nova forma de Interpretação,  a Interpretação Simultânea (conhecida hoje também como Tradução Simultânea). A Interpretação Consecutiva significava que o tempo gasto nas negociações devia ser multiplicado pelo número de idiomas para as quais cada intervenção era traduzida, o que tornava o processo demasiado longo.

Assim sendo, os EUA e a URSS desenvolveram, quase paralelamente, um sistema complexo de microfones, cabos e auscultadores para ligar o palestrante ao intérprete e este último à audiência. No começo, os intérpretes mostraram-se reticentes a respeito deste equipamento, pois receavam ter que reproduzir o discurso do orador palavra por palavra, sem terem tempo para refletir a respeito do conteúdo ou procurar a formula mais elegante.

Apesar destas hesitações, a Interpretação Simultânea desenvolveu-se e começou a ser usada em certas conferências internacionais. Mas foi com os Julgamentos de Nuremberg que a Tradução Simultânea foi definitivamente acolhida, porque era importante que aquele processo, politicamente tão necessário, não se estendesse mais do que a opinião pública podia suportar.
Foi então que a Interpretação Simultânea impôs-se não apenas nas grandes organizações internacionais como a ONU ou a UE, mas também comercial e culturalmente, onde cada vez mais se utiliza este tipo de Interpretação. Espanglish Traduções conta com intérpretes experientes e com o melhor equipamento de tradução simultânea para o sucesso do seu evento.

http://espanglishtraducoes.com.br/conteudos/traducao-simultanea.html
atendimento@espanholinglescuritiba.com.br
(41)3308-9498 / (41)9667-9498

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s