Tradução de manuais técnicos

O manual significa um guia de instruções que serve para o uso de um dispositivo, para correção de problemas ou para o estabelecimento de procedimentos de trabalho. Os manuais são de grande importância na hora de transmitir informação às pessoas para desenvolver-se em uma determinada situação. Geralmente é comum que os manuais acompanhem os produtos oferecidos no mercado, como uma forma de suporte ao cliente que o compra. Neste caso, o manual costuma ter uma descrição do produto e de sua utilização, seja para obter um bom rendimento como também para explicar e evitar possíveis problemas.

Os manuais são bem frequentes também no software das áreas corporativas. Assim, eles permitem uma série de possibilidades que o programa pode oferecer, seja em seu uso cotidiano como também em resposta a situações excepcionais. Neste caso, o manual serve para o técnico como um processo de compreensão para fazer bom uso do sistema. No entanto, os tempos de hoje apresentam a dificuldade da impressão, mas os deixam disponíveis na web site da empresa para qualquer tipo de consulta.

Esses manuais muitas vezes necessitam de traduções. A tradução de manuais técnicos se diferencia de artigos cientifico, pois cada um tem o seu objetivo, o seu público alvo.

FONTE: http://conceitos.com/manual/

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Legenda de vídeos

A tradução por meio de legendas é a interpretação condensada ou não das falas de um filme ou programa de televisão. É atualmente muito utilizado no Brasil nos diferentes meios de comunicação. Antes da popularização dos canais a cabo, esse método de tradução audiovisual aparecia apenas nos cinemas e nos vídeos domésticos. Atualmente, as legendas podem ser vistas também na televisão fechada, onde a legendagem é mais comum do que a dublagem.

As pesquisas nessa área aconteceram principalmente na metade dos anos 80 na Europa e no início dos anos 90 no Brasil. Na Europa, são as empresas legendadoras, os distribuidores e os canais de televisão que produzem pesquisas para facilitar a divulgação de sua programação para diversas culturas diferentes. Já no Brasil, quase todas as pesquisas realizadas até agora foram feitas pela academia, através de várias teses de doutoramento e dissertações de mestrado. Os resultados destas pesquisas ainda não chegaram aos profissionais da área, apesar de essas pesquisas levarem em conta o contexto em que a tradução é realizada. Então, todo pesquisador nessa área precisa conhecer as condições de produção das legendas para poder analisá-las. Um aspecto importante a ser considerado é o processo de legendagem.

A legenda pode ser classificada segundo dois parâmetros: o LINGÜÍSTICO e o TÉCNICO. Quanto ao primeiro parâmetro, pode ser tanto intralingual quanto interlingual. A INTRALINGUAL é aquela na mesma língua do texto falado. É usada em programas domésticos para os telespectadores com problemas auditivos, em programas destinados a aprendizes de uma língua estrangeira (Gottlieb, 1998) e também nos telejornais para reportagem cujo som não esteja muito audível. A legenda INTERLINGUAL é aquele tipo mais conhecido, ou seja, é a tradução, na língua de chegada, em forma de código escrito, dos diálogos de um filme ou programa de TV em língua estrangeira. É o tipo de legenda mais conhecido, pois é aquele utilizado nos cinemas, nos vídeos e nas televisões brasileiros.

FONTE: https://periodicos.ufrn.br/gelne/article/viewFile/9143/6497

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Aulas particulares de Espanhol

A língua Espanhola é um dos meios de comunicação mais importantes do mundo.  É o idioma oficial da Espanha e no fim do século XV iniciou sua irradiação na América recém descoberta.

Hoje, além da Espanha, fala-se o Espanhol na América Latina: Argentina, Bolívia Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, Guatemala, Honduras México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, El Salvador, Uruguai, Venezuela e Guiné Equatorial (África). Na América do Norte, nos Estados Unidos, propriamente dito, o Espanhol é usado como língua de comunicação entre a maioria dos anglo-saxões dos estados do Colorado, Arizona, Califórnia e Novo México e também por numerosos grupos de New York e Flórida.

O Espanhol, atualmente, é a Segunda língua mais falada no Ocidente, bem como, nos Estados Unidos. Mais de 300 milhões de pessoas fazem uso deste idioma. Hodiernamente, além do interesse particular que o Espanhol desperta em algumas pessoas é importante perceber que vivemos uma época de relações “político-comerciais” que nos decanta pela necessidade do conhecimento desse idioma.

A língua falada pela quase totalidade de nossos vizinhos latino-americanos está cruzando fronteiras. O MERCOSUL – Mercado Comum dos Países da América do Sul e o NAFTA – Mercado Comum dos Países da América do Norte, certamente forma fatores de grande influencia para a divulgação do idioma.

Também, na Europa, o fato de que o Espanhol seja, ao lado do inglês, língua oficial para os acordos comerciais, segundo as normas da Comunidade Econômica Européia, faz crescer consideravelmente o número de falantes.
Presenciamos, no Brasil, durante muitos anos a troca de informações com os nativos da Língua Espanhola por meio do “Portunhol”. Desta feita, o Espanhol passa a fazer parte de situações que requer maior formalidade.

É um erro comum, entre muitos, pensar que a comunicação, entre o Português e o Espanhol, pode ser feita de maneira eficaz quando não se tem o conhecimento da língua. É certo que há uma grande similitude entre as duas línguas, que também existe um grande número de termos e expressões comuns entre tais idiomas. No entanto, com muita frequência, estes escondem significados diferentes, ou tem diferentes usos em um e outro idioma. É difícil assimilar ou adquirir uma língua sem o estudo metódico de seu vocabulário e de sua gramatica básica.

Para esta relação, que nos apresenta mais estreita a cada dia já não há lugar para o “Portunhol”. Necessário, se faz, que o Espanhol seja usado sem risco de enganos ou mal-entendidos como temos presenciado ao longo dos anos. Entendermos, comunicarmos de forma correta é uma necessidade primordial, tendo em vista que saber a língua do outro é ir muito além: é entender sua realidade e reinterpretar a nossa.

FONTE: http://www2.ucg.br/flash/artigos/LinguaEspanhola.htm

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AULA PARTICULAR DE INGLÊS

A língua inglesa é uma das mais faladas no mundo e também é a mais procurada por pessoas em cursinhos básicos e avançados de idiomas. Em alguns países, o Inglês é usado como segunda língua, já em outros como o Canadá, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Irlanda e dentre outros, o idioma é tido como língua oficial.

O Inglês é um idioma que faz parte da vida dos brasileiros, basta ligar o computador e logo se percebe que alguns programas e instruções contidas no aparelho aparecem com a escrita inglesa. Além dos microcomputadores, o Inglês está presente nos painéis dos novos carros, nos manuais de eletrodomésticos, enfim, o idioma está cada vez mais notório em nosso país.

Na busca por aprender, por entender ou até mesmo para conseguir uma oportunidade melhor de emprego, tanto no Brasil quanto no exterior, milhares de brasileiros estão procurando as instituições ou professores capacitados para realizarem aulas particulares de Inglês.

As aulas particulares de Inglês têm como objetivo ensinar ao aluno todas as técnicas e conhecimentos da língua inglesa, facilitar a compreensão e criar métodos específicos de conversação para que a pessoa se familiarize e passe a ter um relacionamento harmônico com o idioma.

As aulas particulares de Inglês podem ser dadas por professores formados em letras ou por pessoas que dominem bem o idioma, de preferência para quem morou em países que falem a língua. As aulas podem ser realizadas nas instituições de idiomas, em pequenos grupos de pessoas ou individualmente, tudo dependerá tanto do professor quanto do aluno.

FONTE: portaldaeducacao.com.br

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Quer ser intérprete de conferência? Perguntas frequentes

P: O que faz um intérprete de conferência?

Dito de forma sucinta, os intérpretes de conferência tornam possível a comunicação multilíngue.

Aprendem a saber ouvir de forma ativa o que é dito na língua de origem, por ex:

  • A compreender a mensagem na íntegra
  • No contexto em que é proferida
  • Qualquer que seja o tema versado.

São capazes de transpor para a língua (de destino) o que está a ser dito, respeitando o significado original, o tom, a intenção e o estilo do orador.

P: O que é preciso para se tornar intérprete de conferência?

Personalidade, formação e integridade profissional.

Quem desejar formar-se como intérprete deverá ter uma aptidão inequívoca para tal, uma grande curiosidade intelectual e nervos de aço. É evidente que excelentes competências linguísticas e uma sólida cultura geral são requisitos fundamentais.

Um futuro intérprete deve poder compreender e processar rapidamente a informação que lhe chega, ter um grande poder de concentração, saber reagir pronta e serenamente a uma mudança de situação, possuir uma boa resistência física e nervos sólidos, uma voz agradável e saber falar em público. Um intérprete potencial deve saber associar à curiosidade intelectual, tacto e bom senso.

Uma vez atestadas estas capacidades é necessária uma formação especializada nos métodos e técnicas da interpretação de conferência.

E por fim, um intérprete deve ser dum grande rigor intelectual. Para um intérprete de conferência a integridade profissional tem regras muito claras que regem a profissão (segredo profissional, normas profissionais, etc.).

Estas normas são necessárias para:

  • Garantir a qualidade do seu desempenho
  • Proteger a sua saúde e gozar duma longa vida activa
  • Ser reconhecido pelos seus pares
  • E inspirar e manter a confiança dos seus clientes.

P: Quais são as principais diferenças entre intérpretes e tradutores?

Os tradutores trabalham com a palavra escrita. Têm pouco contacto com o autor do texto e com o leitor mas dispõem de mais tempo para apresentarem o seu trabalho. Juz lhes seja feito, a sua produção permanece no tempo. Pode ser alvo de publicação, lida e relida, utilizada e reutilizada e pode até tornar-se uma referência.

Os intérpretes trabalham a oralidade e precisam de transmitir o significado, da melhor forma possível, no momento. Estão em pleno processo de comunicação que é dirigido a um público presente e/ou ouvinte.

P: Os intérpretes repetem palavras como os papagaios?

Interpretar significa compreender o significado que o orador quer dar no contexto daquele encontro e comunicar essa mensagem aos ouvintes tendo em conta as diferenças culturais e linguísticas. Qualquer tradução literal (palavra a palavra) produz maus resultados. Ainda mais quando duma interpretação pois o verdadeiro intérprete profissional procura sempre o significado do que está por trás das palavras. A grande máxima do intérprete é: pensar antes de falar.

P: Nascemos ou tornamo-nos intérpretes?

É necessária formação, prática, um comportamento profissional íntegro e muita perseverança para prosseguir uma carreira como intérprete de conferência profissional. Estar em contacto com línguas estrangeiras e culturas diferentes não basta. Antes de se poder iniciar uma carreira profissional, é necessário dominar os métodos e técnicas da interpretação transmitidos a nível universitário. Não é necessário ser nado e criado num ambiente familiar multilíngue para se tornar um intérprete. Hoje em dia a maior parte dos intérpretes adquiriram as línguas estrangeiras que dominam estudando-as, só que a um grau muitíssimo aprofundado.

P: Dá-se pela presença do intérprete?

Os intérpretes profissionais exercem uma função exigente com a máxima discrição. Numa situação ideal, as delegações presentes num encontro comunicariam entre si tão eficientemente que não dariam pela barreira da(s) língua(s).

Assim, deve estar ciente que:

  • Dominar perfeitamente a língua materna é crucial para que o trabalho do intérprete seja de qualidade; por vezes este aspecto é descurado no afã de se aprenderem novas línguas;
  • Conhecer profundamente e extensivamente línguas requer um esforço de estudo permanente e o contacto constante com o seu meio.

Regra geral ser intérprete requer um diploma universitário e uma pós-graduação em técnicas de interpretação de conferência. O ramo do conhecimento que confere o título universitário não tem forçosamente que ser em línguas, mas para se exercer interpretação é óbvio que o seu conhecimento tem que ter atingido um nível muitíssimo exigente. Para a maior parte de vós a opção poderá ser a de um curso universitário em línguas modernas.

Uma excelente combinação pode ser a dum diploma universitário num ramo completamente diferente, seguido duma pós-graduação em interpretação de conferência desde que as competências linguísticas estejam presentes. Qualquer ramo do conhecimento é útil no mundo das conferências.

P: E que tipo de cultura geral tem utilidade?

Os intérpretes de conferência trabalham para uma gama muito variada de clientes e públicos, em muitos tipos de reuniões que abordam uma diversidade de temas: econômicos, financeiros, jurídicos, políticos, científicos, informáticos, teológicos, desportivos, médicos, etc..

Apesar de peritos em comunicação inter-cultural, não podem ser chamados a ser peritos em todos os temas sobre os quais versam as conferências. Um intérprete deve ter uma curiosidade intelectual e uma força de vontade que o leve a querer aprender novos assuntos.

A preparação  é o elemento chave para poder dominar todos os tipos de discurso e todos os tipos de orador. Não basta compreender o sentido do que o orador está a dizer, é necessário saber transpor esse significado para a língua de destino.

Um intérprete precisa de estar ao corrente dos acontecimentos no plano nacional e internacional e aprofundar a sua cultura geral. Os intérpretes de conferência profissionais ”sofrem do bichinho das notícias quaisquer que elas sejam”, pois quantas vezes são feitas referências inesperadas e esse conhecimento vem mesmo a calhar.

P: Será que a profissão vai sobreviver à hegemonia do Inglês?

Cabe aos organizadores das conferências escolher as línguas em que se vão desenrolar os trabalhos. Essa escolha pode ser orientada por considerações políticas (ex: as línguas da União Europeia, as línguas oficiais da Confederação Helvética, etc.), por considerações de ordem diplomática ( se a conferência tem especificamente a ver com certos países ou regiões do globo), por razões de facilitação ( ex: os simpósios médicos desenrolam-se normalmente em Inglês e na(s) língua(s) do país anfitrião) ou por razões históricas.

Cada vez se recorre mais à língua inglesa  nas reuniões internacionais. Um número cada vez maior de pessoas aprende inglês e pode utilizar essa língua. O que não quer dizer que saibam utilizá-la de forma adequada ou que dominem na perfeição as suas subtilezas, ou que se sintam à vontade para se exprimirem nela. Muitas pessoas se dão conta que falar uma língua estrangeira e ouvir numa língua estrangeira (mesmo sobre um assunto da sua especialidade) é extremamente cansativo, e que recorrer a intérpretes de conferência profissionais e bem preparados garante a comunicação.

As línguas estão intrinsecamente ligadas ao patrimônio cultural e cada um de nós dispõe de recursos na sua língua de que não dispõe na(s) língua(s) adquirida(s). Ciente desta realidade a AIIC redigiu a Declaração sobre a preservação da diversidade linguística.

Parece haver uma tendência muito nítida, em certas regiões do mundo e em certos sectores, no sentido de se utilizar apenas a língua inglesa nas reuniões (nomeadamente naqueles onde dominar o inglês é equivalente a promoção na carreira e confere estatuto). Como a procura é dinâmica, na União Europeia para além das línguas tradicionalmente bem enraizadas como o francês, o alemão ou o espanhol, também o checo, o polaco ou o finlandês apareceram; na Ásia temos agora o chinês nas conferências. Novas instâncias internacionais como os Tribunais Penais Internacionais  necessitam das línguas em que decorrem os processos. É por isso extremamente difícil prever se vai ou não haver uma grande procura para uma determinada combinação linguística.

P: As máquinas acabarão por substituir os intérpretes?

A tradução automática apareceu como a panaceia universal, logo nos anos 60. Os sistemas disponíveis têm vindo a ser paulatinamente melhorados sem que tenha havido grandes sobressaltos nem soluções milagrosas. A tradução automática permite o tratamento em grande quantidade e velocidade do mesmo tipo de texto como, por exemplo, os cadernos de encargos de concursos públicos.

Mas a oralidade é mais complexa que a palavra escrita. Apesar de progressos espetaculares no campo do reconhecimento da voz, os dispositivos existentes não conseguem substituir o ser humano-intérprete.

Uma coisa é certa: os intérpretes beneficiam muito das evoluções mais recentes no campo da tecnologia. Tanto os glossários como os documentos necessários para uma reunião estão disponíveis eletronicamente e podem ser descarregados para computadores. Hoje em dia há um maior número de vídeo conferências, e os intérpretes trabalham também em situações onde os oradores comunicam por satélite. O contexto e a forma como os intérpretes trabalham evolui, mas a profissão beneficiou sempre da inovação tecnológica.

fonte: http://aiic.net/

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O que é a interpretação de conferência?

A interpretação de conferência tem a ver exclusivamente com a comunicação oral: transpor uma mensagem de uma língua para outra, com naturalidade e fluência, adoptando a linguagem, o tom e as convicções do orador e falando na primeira pessoa.

Não deve ser confundida com a tradução, que diz respeito apenas a textos escritos. A tradução de documentos é da responsabilidade da Direcção-Geral da Tradução da Comissãoexternal link.

Nas conferências internacionais participam pessoas oriundas de meios e culturas diferentes, que falam línguas diferentes. Cabe ao intérprete permitir-lhes comunicar entre si, não pela tradução palavra a palavra mas pela transmissão das ideias.

Regime linguístico e línguas activas e passivas são expressões utilizadas pelos intérpretes para designar as línguas em que as intervenções podem ser feitas ou ouvidas numa reunião multilíngue.

A combinação linguística de um intérprete de conferência indica o número de línguas de partida ou de chegada de um intérprete trabalhando em modo simultâneo ou consecutivo. A interpretação simultânea é feita numa cabina insonorizada.

Existem vários tipos de interpretação :

Consecutiva– interpretação depois de terminada a intervenção do orador…

Simultânea– interpretação durante a intervenção do orador…

Relais– interpretação entre duas línguas, passando por uma terceira…

Retour– interpretação da língua materna para uma língua estrangeira…

Pivot– utilização de uma única língua como relais…

Cheval– um intérprete que trabalha alternadamente entre duas cabinas, na mesma reunião…

Assimétrica– os delegados ouvem a interpretação apenas para algumas línguas…

Chuchotage– interpretação simultânea em voz baixa…

Língua gestual– interpretação simultânea para a língua gestual …

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A importância do inglês para engenheiros

Dizer que é preciso dominar a língua inglesa para se dar bem no mercado de trabalho pode parecer lugar comum, mas principalmente na área de Engenharia, o alerta é mais do que relevante. Se a demanda do setor já é muito maior do que o número de profissionais que se formam na área a cada ano, a situação é ainda pior quando a busca é por profissionais com inglês fluente.

Para se ter uma ideia, em média, apenas cerca de 30% dos candidatos às vagas que pedem fluência no idioma, de fato, têm o nível desejado. O profissional de Engenharia ainda tem a crença de que o inglês técnico adequado para a leitura de manuais ou até mesmo para envio de e-mails é o suficiente. Mas este conceito está mais do que ultrapassado.

O mercado brasileiro está bastante aquecido, com destaques para os setores como o de construção civil, óleo e gás, energia e automotivo. Alguns destes segmentos têm motivado a entrada de multinacionais no País, fundos de investimentos estrangeiros cada vez mais interessados em participar das obras de infraestrutura brasileiras, além de fusões e aquisições entre empresas internacionais no Brasil.

Para atuar em setores cada vez mais globalizados, é preciso que o profissional de Engenharia seja capaz de se comunicar em inglês. Reportar resultados referentes ao andamento do projeto de uma usina hidroelétrica financiada com investimentos estrangeiros é um exemplo. Atender às demandas de empresas que almejam que seus profissionais tenham condições de buscar no exterior novas tecnologias também é uma necessidade recorrente.

Em um mercado com escassez de profissionais fluentes em inglês, quem possui esta habilidade, claro, tem grandes chances de crescimento dentro da empresa. No setor de óleo e gás, um dos que mais demandam este tipo de capacitação, é possível observar profissionais que iniciaram sua carreira como operador de máquinas chegarem ao nível de liderança em pouco tempo impulsionados não só pela sua experiência mas também pela fluência no idioma.

O futuro promissor da economia brasileira, diretamente ligado a investimentos de capital externo, promete um horizonte positivo ao profissional de Engenharia, com oportunidades nos mais variados setores. Para aproveitá-las, no entanto, é preciso estar pronto. Dominar o inglês é fundamental.

fonte: http://www.bibliotecadaengenharia.com/2015/02/a-importancia-do-ingles-para-engenheiros.html

Curso de inglês para engenheiros, Traduções técnicas (manuais, folhetos, livros), Serviço de interpretação para acompanhar engenheiros em plantas, fábricas, companhias.

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