Bons vinhos

É quase impossível falar da França e se esquecer dos majestosos vinhos franceses.

São os mais produzidos do mundo. E são consumidos sempre acompanhando uma refeição, principalmente com amigos e família.

Ao que tudo indica, os primeiros vinhedos foram feitos em Bordeaux, mas hoje em dia os mais conhecidos são produzidos na região da Borgonha, não tão distante de Paris e Lyon. Essa região recebe turistas de todo o mundo e um dos seus aspectos positivos é o bom vinho apreciado por lá.

Conheça agora alguns dos mais famosos vinhos da França:

Médoc: vinhos tintos, das margens do Rio Gironde, ao norte de Bordeaux

Margaux; vinhos tintos também, porém moderadamente encorpados

Chablis: um dos vinhos brancos franceses mais famosos

Saint Emilion: é um dos principais vinhos tintos e um dos mais famosos da região de Bordeaux

Nuits-Saint-Georges: vinho tinto com aroma de cereja, cassis e truffe.

Obviamente aqui só estão poucos dos mais conhecidos vinhos produzidos na magnífica França.

 

Alimentos típicos da França

Todos sabem que a culinária francesa é uma das mais riquíssimas que existem e dizer isso talvez seja relativo, já que cada pessoa tem um gosto diferente. Porém essa afirmação significa dizer que os restaurantes presentes na França são sem dúvida, dos mais renomados estabelecimentos com dotes culinários que há. Conheça alguns alimentos típicos de lá:

Fonte: http://www.getninjas.com.br

Croissant

croissant

Esse já é querido pelos brasileiros, sua massa era inicialmente feita como a de pão comum e ao longo do tempo foi modificada. A massa folhada como conhecemos foi aprimorada pelos padeiros de Paris, no início do século 20.

Petit Gâteau

Petit_Gateau

Outro prato bem conhecido e delicioso! A receita original é composta por um bolo de chocolate mal passado e com interior cremoso, acompanhado de uma bola de sorvete de baunilha. Aqui no Brasil já podemos encontrar várias versões dessa receita. Veja como preparar um delicioso petit gâteau.

Macarons

macarons

O prato foi na realidade introduzido na França pela Catarina di Médici, uma rainha italiana. Mas as freiras de Nancy descobriram a receita secreta e passaram a produzi-la, tornando a cidade um local famoso pelos primeiro macarons franceses. O prato foi incrementado, no século XX, com deliciosos recheios, deixando-os do jeito que conhemos hoje. O prato é super requisitado em eventos aqui no Brasil, com várias cores.

Madeleine com especiarias

madeleine

Um bolinho amanteigado em formato de concha. É um dos doces mais tradicionais da cozinha francesa e ficou eternizado na obra do escrito Marcel Proust, “Em busca do tempo perdido”, na qual ele descreve as lembranças despertadas pelas ‘madalenas’, como também é conhecida.

Ratatouille

ratatouille

É um receita típica da região de Província, na França. O nome significa picar ou triturar. Um prato a base de legumes, não pode faltar beringela nem tomate. Para quem não conhecia o prato, provavelmente passou a conhecer depois do filme do ratinho cozinheiro, intitulado com o nome do prato típico francês, Ratatouille.

Cassoulet

CASSOULET

Típico das cidades de Carcassone, Castelnaudary e Toulouse. É um clássico da culinária francesa e teria nascido durante a guerra dos Cem Anos, como um cozido feito com todos os ingredientes disponíveis, análogo a nossa feijoada. É um prato ideal para o inverso, preparado com feijões brancos, frango e variedades de carne de porco.

Profiterole

profiteroles

 

Uma deliciosa sobremesa feita de massa açucarada recheada com cremes, sorvetes ou caldas. É um doce bastante popular na França, e teria sido criado por um chef italiano, atendendo a um pedido de Catarina de Médicis.

Croque monsieur

croque-monsieur

É um lanche preparado com pão de forma, queijo gruyère, manteiga e molho branco bechamel. O prato nasceu em Paris, no início do século 19. E que tal um Croque Monsieur para o lanche da tarde?

Quiche lorraine

quiche-lorraine

Um prato tradicional da região da Alsácia. Tem como recheio uma mistura de bacon, creme de leite, manteira e noz-moscada.

Coq au vin

Coq-Au-Vin

Uma receita que já possui séculos de existência. Segundo consta, foi criado para o imperado romano, Julio César, ao conquistar a região da Gália. A receita original era preparada com galos em idade avançada e o vinho para amaciar a carne. Hoje em dia, pode ser feito com frango ou galinha caipira, é cozinhado com bacon, cebora, alho, vinho tinto, cogumelos, salsa, entre outros ingredientes.

Esses alimentos são muito conhecidos em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil.

Culinária portuguesa

Conheça algumas comidas típicas de Portugal; uma terra muito rica em cultura e com uma gastronomia excelente, principalmente no que diz respeito a peixes. O peixe faz parte dos principais pratos do país. Confira alguns alimentos da República Portuguesa que vão te dar água na boca:

Sardinhas: as sardinhas são assadas normalmente em grelhas e servidas com pimentões. Se come muito em festas.

Bacalhau: se estamos falando de culinária portuguesa, não pode faltar o bacalhau. Uma comida muito conhecida de lá, que também é um alimento muito saboroso. é o peixe mais consumido e comerciado no país. Geralmente, como entrada, é servido como bolinho.

Francesinha: apesar do nome estar relacionado à França, é um alimento típico do país. É muito saboroso e todos os turistas que provam ficam com água na boca e sempre voltam para comer mais. É feito com pão, bife, linguiça, bacon,queijo, presunto, ovo e um delicioso molho com vinho do Porto, tomate e pimenta pipi-piri.

Arroz de tomate: É um arroz que é servido com molho de tomate e geralmente vem acompanhado com peixes ou carnes.

Arroz de pato: É um risoto, feito com carne de pato e que acompanha linguiça ou chouriço por cima.

Broa: A broa é uma comida típica de Portugal, trata-se de um pão de milho e centeio. Normalmente é servido como entrada das refeições ou então pode ir ralado em cima de peixes como o bacalhau.

Pastel de nata: O pastel de nata, ou simplesmente nata, é conhecido no Brasil como Pastel de Belém. Mas em Portugal, o único Pastel de Belém fica em Lisboa, na região de Belém. Foi lá que nasceu esse doce português.

Esses são alguns alimentos típicos da culinária portuguesa.

 

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Camelo: animal muito comum na Península Arábica

Camelo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Como ler uma infocaixa de taxonomiaCamelo
Dromedário (Camelus dromedarius) e Camelo-bactriano (Camelus bactrianus) respectivamente.
Dromedário (Camelus dromedarius) e Camelo-bactriano (Camelus bactrianus) respectivamente.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Subordem: Tylopoda
Família: Camelidae
Distribuição geográfica
Dromedary Range.png

Espécies

Os camelos (Camelus) constituem um género de ungulados artiodáctilos (com um par de dedos de apoio em cada pata) que contém duas espécies: o dromedário (Camelus dromedarius), de uma corcova, e o camelo-bactriano (Camelus bactrianus), de duas corcovas. Ambos são nativos de áreas secas e desérticas da Ásia. Ambas as espécies são domesticadas, fornecendo leite e carne para consumo humano, e são animais de tração. Humanos têm domesticado camelos há milhares de anos.

O nome camelo vem do grego kamelos a partir do hebraico ou fenício gāmāl, “camelo”, possivelmente a partir de uma raiz que significa suportar ou carregar (relacionado com o árabe jamala). Espécies extintas do gênero foram o Camelus hesternusCamelus gigas e Camelus sivalensis.

Os camelos são aparentados (possuem a mesma família) a quatro espécies de mamíferos sul-americanos: a lhama, a alpaca, o guanaco e a vicunha.

As evidências fósseis indicam que os ancestrais dos camelos modernos evoluíram na América do Norte durante o período Paleogeno, os Camelops, e depois se espalhou para vários lugares da Ásia e Norte da África. Povos antigos da Somália, os Punts, domesticaram primeiros camelos muito antes de 2000 a.C.

Mesmo com a existência de mais de 13 milhões de dromedários hoje, eles foram extintos como animais selvagens. Há, porém, uma população selvagem considerável de cerca de 32 000 que vivem nos desertos da Austrália central, descendentes de indivíduos que escaparam no século XIX.

Descrição

A expectativa média de vida de um camelo é de 40 a 50 anos. Um camelo adulto plenamente crescido alcança os 1,85 m até o ombro e 2,15 m de comprimento. A corcova mede cerca de 75 cm. Camelos podem alcançar até os 65 km/h.

São instrumentos de travessia no deserto pois não necessitam ficar bebendo água a todo momento e constituem o transporte mais rápido pois os camelos são animais preparados para o deserto. Ambos são animais herbívoros. O coletivo de camelos é cáfila. Quando se sentem ameaçados por outros indivíduos, geralmente cospem no sujeito em questão, em situações extremas podem morder.

Genética

Os cariótipos de diferentes espécies de camelídeos foram estudados anteriormente por muitos grupos, mas não se chegou a nenhum acordo sobre a nomenclatura de cromossomos de camelídeos. O estudo mais recente usou cromossomos de variados camelos, construindo sem dúvida o cariótipo do camelo (2n=74) que consiste de um metacêntrico, três submetacêntricos e 32 autossomos acrocêntricos. O Y é um cromossomo metacêntrico pequeno, enquanto que o X é um cromossomo metacêntrico grande.

Distribuição

População selvagem em Gobi.

Os 14 milhões de dromedários hoje vivos são animais domesticados (a maioria vivendo no Chifre da África, no SahelMagrebeOriente Médio e Sul da Ásia). Nesta região tem a maior concentração de camelos do mundo, onde os dromedários constituem uma parte importante da vida nômade local.

Já os camelos bactrianos são menos, cerca de 1,4 milhões deles, principalmente domésticos. Pensa-se que existem cerca de 1.000 camelos selvagens bactrianos no deserto de Gobi, na China e na Mongólia.

Além de sua distribuição nativa original, houve diversas tentativas de implantação de colônias de camelos em outros locais, assim como sua importação para usos comerciais ou turísticos. Essa prática é conhecida desde o Império Romano, com resquícios de camelos, tanto dromedários, como bactrianos, sendo encontrados desde o século I até o século V em diversos locais das Europa: Reino UnidoBélgicaSuíçaHungriaFrança e Alemanha.

Atualmente existe uma substancial população feral de camelos dromedários estimados em até 1 milhão nas regiões centrais da Austrália, descendentes de indivíduos introduzidos como um meio de transporte no século XIX e início do século XX. Essa população está crescendo em cerca de 8% ao ano. O governo do Sul da Austrália decidiu recentemente abater os animais usando atiradores aéreos, em parte porque os camelos usam muito dos limitados recursos necessários para os criadores de ovinos.

Uma pequena população introduzida de camelos, dromedários e bactrianos, sobreviveu no sudoeste dos Estados Unidos até a segunda metade do século XX. Estes animais, importados da Turquia, fizeram parte do experimento do U.S. Camel Corps e usados como animais de tração em minas e fugiram ou foram libertados depois que o projeto foi encerrado. Vinte e três camelos bactrianos foram levados para o Canadá durante a Febre do ouro de Cariboo.

No Nordeste brasileiro, o animal resistente à escassez de água e comida poderia ser boa pedida para tração e carga, então o imperador D. Pedro II decidiu apostar na experiência da Comissão do Ceará, organizada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e trazer camelos para o Brasil. Em julho de 1859, desembarcaram no Brasil 14 camelos vindos da Argélia. Porém, o pequeno rebanho padeceu com a falta de criadores especializados. A longa gestação das fêmeas, que dura cerca de um ano, ultrapassava os prazos pretendidos para a formação de criações maiores, que acabaram cessando. Aos animais que conseguiram se aclimatar, foi reservado o inusitado papel de atração turística.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

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Conheça um pouco sobre os Emirados Árabes Unidos

Os Emirados Árabes Unidos[nota 1] (abreviado como EAU; em árabeدولة الإمارات العربية المتحدةDawlat al-Imārāt al-‘Arabīyah al-Muttaḥidah) são um país árabe localizado no Golfo Pérsico.

Formados por uma confederação de monarquias árabes, cada uma detendo sua soberania, chamadas emirados (equivalentes a principados), os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Abu DhabiDubaiXarjaAjmãUmm al-QuwainRas al-Khaimah e Fujeira. A capital e a segunda maior cidade dos Emirados Árabes Unidos é Abu Dhabi. A cidade também é o centro de atividades políticas, industriais e culturais.

Antes de 1971, os Emirados Árabes Unidos eram conhecidos como Estados da Trégua, em referência a uma trégua do século XIX entre o Reino Unido e vários xeques árabes. O nome Costa Pirata também foi utilizado em referência aos emirados que ocupam a região do século XVIII até o início do século XX.[7] O sistema político dos Emirados Árabes Unidos, baseado na Constituição de 1971, dispõe de vários órgãos ligados intrinsecamente. O islamismo é a religião oficial e o idioma árabe, a língua oficial.

Os Emirados Árabes Unidos têm a sexta maior reserva de petróleo do mundo[11] e possuem uma das mais desenvolvidas economias do Oriente Médio. O país tem, atualmente, a trigésima sexta maior economia a taxas de câmbio de mercado do mundo, e é um dos países mais ricos do mundo por produto interno bruto (PIB) per capita, com um PIB nominal per capita de 54 607 dólares, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).[12] O país classifica-se na décima quarta posição em paridade de poder de compra per capita e tem, relativamente, um Índice de Desenvolvimento Humano considerado ‘muito elevado’, ocupando o 34º lugar.[13] É considerado “não livre” pela organização Freedom House.[14] A Human Rights Watch aponta vários atropelos de direitos humanos no país.[15] Os Emirados Árabes Unidos são classificados como tendo uma alta renda de desenvolvimento da economia pelo FMI. Os Emirados Árabes Unidos são um membro fundador do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo Pérsico, e um membro da Liga Árabe. A nação também é membro da Organização das Nações Unidas, da Organização da Conferência Islâmica, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, e da Organização Mundial do Comércio.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

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Curiosidades sobre Dubai

A cidade de Dubai é uma joia dos Emirados Árabes Unidos. Essa região é marcada por muito luxo e algumas coisas curiosas. O primeiro ponto a se destacar sobre Dubai é que ela é a cidade mais populosa dos Emirados, repletas de hoteis sete estrelas ao longo do Mar do Golfo e com uma população grande de estrangeiros.

Algumas construções de Dubai são tão luxuosas que contam com acabamento em ouro 24 quilates nas paredes. Outro ponto curioso de Dubai é que a cidade tem uma estação artificial de esqui que funciona em pleno calor desértico da região, que chega a alcançar a marca dos quarenta graus. Além disso, Dubai também conta com ilhas artificiais e diversas belezas para a apreciação dos turistas.

Conheça as principais curiosidades sobre Dubai, uma cidade localizada na Costa do Golfo Pérsico:

1 – Dubai tem uma população de cerca de 2,2 milhões de habitantes.

2 – Dubai conta com o famoso hotel Burj Al Arab e o edifício Burj Khalifa, considerados os mais altos do mundo, com cerca de 828 metros de altura.

3 – Aproximadamente 10 milhões de turistas visitam Dubai todos os anos, e esse número deve aumentar para 15 milhões em 2015.

4 – A limpeza total das janelas do Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, demora mais de quatro meses.

5 – O clima de Dubai é tão quente que, durante o verão, a temperatura média é de 42 graus Celsius.

6 – 70% das pessoas que vivem em Dubai são estrangeiras.

7 – Em Dubai, os estrangeiros não precisam pagar impostos

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Dubai e Abu Dhabi

Conheça os Emirados Árabes

Os Emirados Árabes Unidos são um país árabe localizado no Golfo Pérsico. Formados por uma confederação de monarquias árabes, cada uma detendo sua soberania, chamadas emirados (equivalentes a principados), os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah.

Qual a melhor época para visitar os Emirados Árabes?

O verão nos Emirados Árabes é muito quente (especialmente em junho e agosto), chegando facilmente aos 45 ºC. Entretanto, não há restrições quanto a melhor época para conhecer, uma vez que os hotéis, shoppings e muitos atrativos turísticos possuem ar-condicionado. No fim da tarde, a temperatura fica mais amena, tornando o ambiente agradável para atividades ao ar livre.

Clima no Emirados Árabes

O clima dos Emirados Árabes é árido subtropical. Os meses de verão vão de maio a setembro e são muito quentes. A temperatura no meio do dia varia de 35 ºC a 42 ºC, e, ocasionalmente, chega aos 49 ºC no ápice da estação. As áreas próximas ao litoral são mais úmidas e à noite recebem uma brisa vinda do Golfo. As regiões montanhosas são mais amenas e menos úmidas. De dezembro a março, a temperatura varia durante o dia entre 25 ºC e 35 ºC e pode chegar aos 15 ºC durante a noite. O período chuvosos é de janeiro a março, mas chuvas podem ocorrer durante outras épocas do ano.

Principais cidades e atrações para visitar nos Emirados Árabes

Abu Dhabi

Capital dos Emirados Árabes Unidos, bem como o maior dos sete emirados da federação, está se tornando a mais importante cidade cultural nos Emirados. Da famosa Avenida Corniche até a cidade-oásis de Al Ain e as enormes dunas de deserto da região ocidental do Al Gharbia, cultura, história e aventura estão reunidos no emirado. A proeza arquitetônica da Grande Mesquita Sheikh Zayed é impressionante; a paz e tranquilidade de um passeio pelo oásis Al Ain com seu antigo sistema de irrigação é surpreendente; e a história do emirado contada por seus pontos históricos e fortes antigos, vários dos quais  listados como Patrimônio Mundial pela UNESCO, são certeza de se maravilhar.

Sol o ano inteiro, praias, dunas de areia espetaculares e estilo de vida cosmopolita: é assim o Emirado Abu Dhabi, um destino encantador tanto para viajantes experientes quanto novatos.

Dubai

Dubai, a capital do turismo nos Emirados Árabes Unidos, é o mais populoso dos sete Emirados, com mais de 2 milhões de habitantes. O território é desértico e pontilhado de oásis, com regiões montanhosas e belas praias. Uma cidade completamente segura, onde os turistas são sempre bem recebidos.

Banhada pelas águas azuis do Golfo, é uma cidade futurista, com grandes avenidas, prédios modernos e centros de negócios, além de muitos pontos turísticos. Conhecida também como “Pérola do Golfo Pérsico”, em Dubai o padrão de vida é o mais alto do mundo, com hotéis luxuosos, instalações culturais, esportivas e de lazer.

Suas tradições são fundamentadas na religião do islamismo árabe, apenas 10% da população é de nacionalidade Emirates, e isso explica as várias culturas encontradas no país.

Principais atrações de Dubai

Burj Al Arab
Tornou-se um símbolo de Dubai. Um dos marcos turísticos da região, estabeleceu novos padrões de excelência na hotelaria árabe.

Gold Souk
O famoso mercado de Dubai, que preenche as ruas com belas vitrines, é um dos melhores lugares para fazer compras de ouro.

Dubai Creek
Riacho que divide a cidade em dois distritos: Deira, ao norte, e Bur Dubai, ao sul. Nele é possível fazer um cruzeiro com jantar romântico em um “dhow” (barcos à vela árabes) ou simplesmente passear em um “abra” (tradicional barco feito de madeira). No final do riacho, localiza-se uma reserva de pássaros que leva o nome de “Santuário da vida selvagem Ras Al Khor”.

Museu de Dubai
O antigo forte Al Fahidi Fort, transformado em museu em 1970, é uma belíssima construção que já serviu como palácio e prisão. Neste museu, o cotidiano da época anterior ao petróleo é exposto através das figuras em tamanho real, com efeitos de som e luzes, desde casas árabes tradicionais até mesquitas, retratando como era a vida no riacho, no souk, nos jardins de encontros, nos desertos e no mar.

Mesquita Jumeirah
Elaborada e imponente, a mesquita é um dos lugares mais fotografados de Dubai. Uma das maiores e mais admiráveis, é um grande exemplo da arquitetura islâmica moderna e fica particularmente atraente à noite, quando está iluminada.

Deserto
O deserto em Dubai está a aproximadamente 50 km da cidade e é, para muitas pessoas, o lugar mais encantador do país. Os árabes se orgulham das histórias das caravanas que por lá passaram. Hoje, existem muitas opções de lazer para conhecer melhor o fascinante deserto: passeios nas dunas, esqui na areia, acampamento e passeios de camelo, entre outras.

Wild Wadi
O parque temático que é uma das mais populares atrações de Dubai está localizado ao lado do hotel Burj Al Arab, e suas 30 atrações são uma ótima opção para quem procura por diversão na água.

Ski Dubai
Com uma pista de 400 m de comprimento, é o maior parque de neve do mundo e diversão garantida para todas as idades.

Fonte: http://www.kangaroo.com.br

 

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Conheça 7 lugares magníficos dos Emirados Árabes

7 lugares bonitos para visitar nos Emirados Árabes

Conheça um pouco de cada um dos sete emirados, suas paisagens e curiosidades antes de visita esse país tão fascinante

Os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. O emirado de Dubai é o mais conhecido deles, mas também há outros seis, que são: Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah. Dubai se destacou nos últimos anos por conta do forte investimento que recebeu, criando a maior e mais moderna cidade de todo o território.

Um fator que atrai viajantes de todos os cantos do planeta é a mistura entre a tradição, cultura, história e a modernidade que os emirados oferecem, por isso todos eles merecem entrar na lista de destinos para visitar no Emirados Árabes, cada um com uma característica diferente que vale a pena conhecer. A região tem cidades lindas, com áreas de impecável beleza natural e importância histórica, hotéis luxuosos e atrações modernas para quem busca festa ou sossego. Quer se apaixonar de vez pelo país? Separamos uma lista com sete lugares para conhecer no Emirados Árabes. Faça as malas e aproveite. 

Abu Dhabi

Capital dos Emirados Árabes Unidos, o emirado de Abu Dhabi investe cada vez mais no turismo, criando atrações capazes de agradar qualquer tipo de viajante. A arquitetura árabe toma conta das construções religiosas e casarões, o estilo está presente e muito bem preservado pelos bairros e zonas turísticas. Nos edifícios mais velhos e nas mesquitas sagradas, obras grandiosas se misturam com arranha-céus modernos e futuristas. A grande atração é a Sheikh Zayed Grand Mosque, uma enorme mesquita e cartão postal da capital, mas, além disso, por lá também procure pelo parque de diversão Ferrari World – considerado como o maior parque temático coberto do mundo. Outros prontos legais são: o shopping Marina Mall, o Heritage Village, local onde recriam toda a cultura e modo de vida dos povos do deserto e a Yas Marina – Circuito de F1, um grande centro de entretenimento dedicado ao esporte.

Ajman

Ajman é o menor dos sete emirados que formam o país, ao todo, são apenas 260 km quadrados. A costa litorânea formada pelo mar azul e a areia branquinha, cheia de resorts, atraem muitos turistas e moradores da região que buscam passar os fins de semana nesse balneário. E não achem que só porque é um emirado pequeno que não surpreende os turistas, pois não é à toa que o Ajman está na lista de lugares bonitos para se conhecer no Emirado ÁrabeComparado com os outros emirados, cheios de prédios futurísticos e ostentação na modernização, o que chama atenção em Ajaman são suas belezas e áreas com reserva naturais. Por lá procurem pelos pontos turísticos: Ajman Beach, Ajman Museum, Ajman City Centre e Ajman Fishmarket

Dubai

Mais moderna do que tradicional em relação aos outros territórios dos Emirados Árabes Unidos, Dubai conquistou fama mundial por ser o mais importante centro comercial e turístico na região do Golfo, e n]ao é atoa que é um dos destinos mais queridos pelos brasileiros. Dubai surpreende por sua modernidade nas construções e sua maravilha natural. O que não falta por aqui é sugestão de roteiros para curtir. Com certeza Dubai é um dos destinos para visitar nos Emirados Árabes. Por lá as opções são várias para ‘turistar’ ao máximo este emirado, como: Dubai Creek,  Abra no Creek, Museu de Dubai, Al Bastakia, Souk de Ouro, Souk de Especiarias, Burj Khalifa, Palm Jumeirah, Mesquita de Jumeirah, Dubai Mall, Dubai Miracle Gardene o  Butterfly Garden.

Fujairah

É o mais jovem emirado dos sete emirados que compõem o país, mas mesmo sendo o mais jovem possui a mesquita mais antiga da região. Fujairah surpreende com a beleza das ruas largas e espaçosas, decoradas com uma arquitetura única.  A cidade não é sobrecarregada com enormes arranha-céus, o que torna ainda mais confortável para descansar e ainda mais gostoso de apreciar as belezas naturais que esse lugar oferece. Para os viajantes que pretendem passar por este emirado procure por, Mesquita de Al Bidya, Forte Fujairah, Forte Awhala, Forte Al Bithna, Montanha Hajar e o Castelo Al-Hayl que são os pontos turísticos que fazem qualquer viajante ter o desejo de voltar para este lugar.

Ra’s al- Khaimah

Aqui encontra o deserto de areia mais fascinante, lagoas, riacho e belas montanhas. Esse emirado fica apenas 45 minutos do Aeroporto Internacional de Dubai. Ainda é um local pouco conhecido pelos turistas, mas que oferece uma vista para o Golfo Pérsico jamais vista de outro lugar que certamente faz com que esse destino entre na lista dos lugares para visitar no Emirados Árabe que não pode faltar. Os principais pontos turísticos são: Shopping Al Hamra Mall, uma comprinha sempre vai bem, certo? Jabal Jais, o topo desta montanha oferece uma vista maravilhosa da cidade, o museu Ras Al Khaimah National Museum, os parques FunCity e o Saqr Park e para se refrescar do calor o parque aquático Ice Land Water Park.

Sharjah

Ideal para os viajantes que querem explorar a rica herança cultural árabe, Sharjah tem mais de 20 museus, galerias de arte e locais históricos restaurados, é um lugar onde a história está enraizada nos valores tradicionais do povo. Isso faz com que esse emirado seja um dos destinos para visitar no Emirado Árabe. Entre tantas atrações turísticas as que mais chamam atenção são:  Heritage Area, Mercado Al Arsah, Forte Al-Hisn, Central Souq, Corniche e a Mesquita Al Noor, essas sem dúvidas não podem faltar no roteiro dos turistas.

Umm al-Quwain

Umm Al Quwain possui um verão longo, bem quente e árido. Mas isso não impede desse emirado estar se desenvolvendo em relação ao turismo, isso se dá porque a Umm al-Quwain tem belas praias, histórias antigas e antigos locais que deixam os viajantes maravilhados. Os principais pontos turísticos e atividades para se visitar são:

Dreamland Aqua Park, um delicioso parque aquático, UAQ National Museum, um museu que relata toda a história dos Emirados Árabes e Umm Al Qwain Open Beach, que é uma praia digna de estar em qualquer roteiro por sua maravilhosa beleza natural que oferece.

Fonte: http://www.guiaviajarmelhor.com.br

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Arquitetura árabe

Arte e Arquitetura Árabes – História da Arte e Arquitetura Árabes

Introdução

Arte e arquitetura das áreas do Oriente Médio, do norte da África, do norte da Índia e da Espanha que pertenceram ao território do Islã em diversos momentos a partir do século VII.


A Masjid-i-Sha, de Isfahan, é uma madrasa (escola para estudantes do Islã), dentro da qual há também uma mesquita. Foi construída entre 1612 e 1637. A impressionante cúpula é um dos exemplos de azulejaria mais delicados do mundo.

Origens e Características

Dos traços dominantes da arte e da arquitetura islâmicas, a importância da decoração caligráfica e a composição espacial da mesquita estiveram intimamente ligadas à doutrina islâmica e se desenvolveram nos primeiros tempos de sua religião.

O profeta Maomé era um rico comerciante de Meca, que experimentou uma série de revelações divinas aos 40 anos e começou a pregar a nova fé. Seus ensinamentos estão contidos no Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, onde é marcante a herança lingüística da literatura árabe. A importância desse livro na cultura islâmica e na estética da escritura arábica contribuiu para o desenvolvimento dos estilos decorativos caligráficos em todos os campos da arte islâmica. A palavra escrita, especialmente as inscrições do Alcorão, tinha uma importante função decorativa nas mesquitas e em seus objetos litúrgicos.

No ano 622 d.C. Maomé fugiu de Meca em direção a Yathrib, a futura Medina, na denominada hégira, a partir de quando tem início a cronologia islâmica. Em Medina, Maomé reuniu-se a um grupo de crentes para celebrar a oração comunitária. A casa de Maomé consistia em um recinto quadrado de muros de tijolos crus aberto para um pátio coroado por um pórtico ou cobertura no lado sul. No muro oriental, foi construída a ala das mulheres do Profeta, voltada para o pátio, onde se reuniam os fiéis para orar sob as diretrizes de Maomé, que subia em um estrado para se dirigir a eles. Essa disposição arquitetônica foi conservada nas futuras mesquitas, que somente podem apresentar um pátio interior (sahn) rodeado de pórticos (riwaqs) e um espaço coberto (haram), articulado mediante naves de colunas e delimitado pela quibla, o muro que assinala a direção de Meca.

Os primeiros seguidores de Maomé foram os povos nômades procedentes da península Arábica, com escassas tradições artísticas, diferentemente dos impérios que conquistaram posteriormente. À medida que se expandiu, o Islã assimilou as distintas tradições culturais e artísticas dos povos conquistados, instaurando assim um estilo artístico próprio, que varia de acordo com as diversas áreas climáticas ou com os materiais disponíveis. Alguns motivos adaptados de outras culturas converteram-se em temas universais do mundo islâmico.

A arte islâmica evoluiu a partir de muitas fontes, como as romanas, as paleocristãs ou bizantinas, que se entremearam em sua primeira arquitetura, a arte persa sassânida e os estilos do centro da Ásia, incorporados através das incursões turcas e mongóis. A arte chinesa constituiu um ingrediente essencial da pintura, da cerâmica e das artes têxteis.

Arquitetura

O escasso ritual do culto islâmico deu lugar a duas tipologias de caráter religioso: a mesquita (masjid), recinto onde a comunidade se reúne para orar, e a madrasa ou escola alcorânica. Na arquitetura civil, destacam-se os palácios, os caravançarais e as cidades, planejadas de acordo com a necessidade de canalizar água e proteger a população contra o calor. Outro edifício importante no Islã é o mausoléu, onde eram sepultados os governantes como símbolo de seu poder terreno.

O estuque, o tijolo e o azulejo eram usados como elementos decorativos nos edifícios islâmicos. Os painéis murais eram adornados com motivos decorativos de laçaria geométrica sobre azulejos. As gelosias de madeira talhada, muitas vezes com incrustações de marfim, também proporcionaram um suporte para a decoração arquitetônica no mundo islâmico.

Artes decorativas

O banimento da temática figurativa, contida nos hadith, é semelhante à iconoclastia desenvolvida durante o período do império bizantino.

A Mesquita Azul, em Istambul, na Turquia, foi inaugurada em 1616 pelo sultão Ahmet I e projetada por Mehmet Aga, um estudante do famoso arquiteto otomano, Sinan. É conhecida pelo nome de Mesquita Azul devido à estranha tonalidade dos azulejos Iznikazuis que decoram suas paredes internas. O tranqüilo pátio do mosteiro é circundado por uma arcada coberta.

Essas proibições ou recomendações eram seguidas estritamente no caso da arquitetura religiosa, particularmente nas mesquitas, mas a arquitetura civil as transgrediu em várias ocasiões, dependendo, em ambos os casos, da ortodoxia do governante no poder. Por outro lado, essas limitações incentivaram o desenvolvimento e um repertório baseado em diversos motivos e formas, como a epigrafia (inscrições caligráficas), os ornamentos em gesso ou a decoração vegetal estilizada (arabescos) e a decoração geométrica ou de laçaria. Uma das manifestações artísticas que alcançou maior esplendor dentro da arte islâmica foi a cerâmica, na qual se pode apreciar um grau de inovação e criatividade comparável ao das artes plásticas de outras culturas. Os artistas muçulmanos trabalharam o vidro utilizando primeiro as técnicas empregadas no Egito e no Irã sassânida e, posteriormente, desenvolvendo novas técnicas, como no caso dos fatímidas, que produziram vidro talhado, vidro brilhante pintado e vidro estampado.

Além de seu emprego decorativo na arquitetura, a madeira foi trabalhada como material de outras artes aplicadas. Nos palácios fatímidas, ainda há exemplos excepcionais de tábuas com representações cortesãs, que lembram o estilo dos coptas. Também foram talhadas peças de mobília, especialmente os biombos.

As caixas de marfim talhado e os dentes de elefante abundavam na corte fatímída, tradição que continuou na Sicília muçulmana. Neles, eram representados cortesãos, animais e vegetação. Alguns dos objetos de bronze islâmicos mais refinados foram conservados nos tesouros das igrejas européias. No princípio, adotaram as formas sassânidas, mas o período fatímida produziu vasilhas de bronze com forma animal, assim como candieiros e pratos. Entre os objetos mais importantes encontram-se os candieiros, taças e jogos de jarra e bacia para lavar as mãos com incrustações de prata e ouro, inscrições e motivos abstratos e figurativos.

A elaborada escritura cúfica, tão apropriada para ser lavrada na pedra, aparece nos primeiros manuscritos do Alcorão que nos foram legados. Neles, alguns acentos diacríticos foram pintados em vermelho, e as decorações douradas entre as suras (capítulos) contrastam com a elegante escritura negra. No período seldjúquida, surgiu a escrita nesita, mais cursiva e fluida. Os dois estilos foram utilizados na arquitetura e nas artes decorativas.

As encadernações de livros em couro são um excelente exemplo das artes decorativas islâmicas. Nos primeiros tempos, eram realizadas em relevos gravados; mais tarde, as capas e as lombadas passaram a ser estampadas e douradas e, finalmente, no século XVI, pintadas com esmaltes. O trabalho em couro foi aplicado também aos arreios dos cavalos e nos objetos empregados na cetraria.

mesquita de Solimão, o Magnífico, foi construída em Istambul em 1550. Sinan, o arquiteto, baseou-se nas igrejas bizantinas e, em particular, em Santa Sofia. A cúpula central está cercada por semicúpulas. Os quatro estreitos minaretes com balcões são característicos do estilo arquitetônico das últimas mesquitas islâmicas.

A pintura de cavalete não existiu na arte islâmica, concentrada na ilustração de livros. As mostras conservadas mais antigas são miniaturas de manuscritos científicos gregos traduzidos do árabe.

As telas eram consideradas objetos de luxo, e as mais refinadas foram realizadas nas oficinas denominadas tiraz, controladas pelo califa. O sistema de tiraz, comparável às instituições oficiais dos impérios bizantino, copta e sassânida, terminou com a conquista mongólica. Os tecidos procedentes de um tiraz (que tinham este mesmo nome e, em geral, serviam como prendas cerimoniais) eram considerados possessões do mais alto valor e, freqüentemente, levavam impressa a marca da oficina, a data de fabricação e o nome do governante.

Os tapetes islâmicos mais antigos de que se tem notícia foram fabricados em Konya (Turquia) no século XIV. Esses tapetes, em tons de azul, verde e vermelho, seguem um esquema baseado em formas naturais, com uma beirada contendo inscrições. Durante o domínio dos mamelucos, os tapetes tinham padrões geométricos em tons de azul pálido, vermelho e amarelo.

Fonte: https://www.historiadomundo.com.br/arabe/arquitetura-arabes.htm

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Conheça um pouco sobre a vestimenta árabe

Um pouco sobre as vestimentas e cultura árabe

 

 LIFE STYLE
MAIO 19.2017

Num momento que surge uma grande curiosidade sobre as belezas do Oriente Médio é muito importante mostramos um pouco de suas tradições. E nada melhor que desmitificar as vestimentas árabes e entender um pouco do comportamento de um povo que consideramos tão diferente.

Apesar das mulheres no Oriente Médio viverem cobertas, as mulheres árabes estão entre as mais vaidosas do mundo. Aposto que você não sabia disso, né?

Pode ser uma surpresa para você, mas não para as grandes marcas de luxo do mundo ocidental. Não é a tôa que marcas como Dolce & Gabbana, Tommy Hilfigher, a DKNY, Mango, Zara e H&M investem em coleções de roupas e acessórios destinados apenas para mulheres mulçumanas.

A indústria de moda muçulmana está em franco crescimento. Segundo o jornal britânico “Telegraph” esse setor deverá valer cerca de 200 bilhões de dólares em 2020. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Hospital Saudi-German em Dubai, uma mulher saudita, por exemplo, gasta em média 3.200 dólares por ano só em cosméticos. As mulheres árabes se preocupam muito com a sua aparência.

Alguma dúvida? Basta perceber a ascensão da beleza árabe através de personalidades como a princesa Ameera al-Taweel, a fashion designeRazan Alazzouni e a Rainha da Jordânia Rania Al Abdullah. Todas são vistas constantemente pelos holofotes da mídia com e sem a famosa Abaya. Essas personalidades são consideradas bem “moderninhas” para alguns e, ao mesmo tempo, ícones de admiração para outros na comunidade árabe.

Batendo um papo com a então Editor in Chief da Vogue Arábia - DeenaEu e a Princesa Deena Aljuhani Abdulaziz, então Editora da Vogue Arábia – Foto: Acervo Style Guide

A Vogue Arábia entrou no mercado com força e já está na sua terceira edição. Fez um festão com as maiores personalidades da moda mundial em Doha, logo após a “Mindful Luxury Conference em Muscat-Omã”. Inesperadamente a Princesa Deena Aljuhani Abdulaziz, Editora Chefe da Vogue Arábia foi demitida dias após o lançamento da Vogue Arábia e após ter publicado apenas duas edições da revista. Eu conheci Deena na Conferência e batemos um longo papo sobre o Brasil e a moda nas arábias. Fiquei triste com sua saída, mas não surpresa. Ouvi boatos durante a conferência sobre sua inexperiência em conduzir a edição de uma revista de tal importância.

As personalidades árabes não são os únicos símbolos desse mercado que cresce a passos largos. O maior símbolo desse crescente e potente mercado são os grandes centros urbanos como Dubai e Doha. Símbolos do império árabe construído visionariamente por cima de um deserto e transformados em reinados de concreto de luxo e prazer. Tudo que eles colocam nesses grandes centros levam rótulos de luxo e qualidade. Os Shopping são dotados das melhores marcas do mundo. Todas as marcas querem ter um ponto de venda e ter seus melhores produtos presentes no Oriente Médio. Primeiro por terem conhecimento desse mercado emergente e pelo alto poder aquisitivo desses países. Sim, quem vai no Oriente Médio vê muita prosperidade!

Tenho certeza que você assim como eu tinha e tem muita curiosidade em saber o que existe por detrás das vestimentas como as Abayas e Burcas. Você já se pegou imaginando como são essas mulheres? O que será que elas escondem por debaixo da roupa tão conservadora?

Mesmo, muitas vezes, estando completamente cobertas é possível reparar como as mulheres árabes gostam de se produzir, a começar pelos lenços que usam para cobrir os cabelos. Muitos dos lenços, também conhecidos por aqui como hijab, são coloridos, ornamentados com estampas de bom gosto e cheio de apliques. Alguns têm ainda bordados, pedras preciosas e levam logos nada modestos – como por exemplo das famosas Chanel e Louis Vuitton. E elas investem fortemente em acessórios de luxo como bolsas, jóias e sapatos. Outra coisa que me chamou muito atenção é que elas tem várias maneiras diferentes de prender o lenço (hijab) na cabeça e vários apetrechos para deixá-los mais bonitos.

E se você pensa que por debaixo das Abayas você vai encontrar mulheres feias e descuidadas, você se engana! Você vai encontrar mulheres muito bem cuidadas, com cabelos longos e bem tratados, ironia pra quem vive com os mesmos cobertos, não é?!

Uma grande parte é detentora de um grande poder aquisitivo e podem investir em peças de couture! Então por detrás das vestimentas árabes existem mulheres com roupas exuberantes! Surpresamente!

E sim por debaixo das Abayas as mulheres usam roupas normais. Não se usam Abayas sem nada por debaixo.

Mas vamos entender de vez essas vestimentas árabes! Você sabe distinguir mesmas?

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Foto/Arte: Reprodução/ Divulgação: El País

 

Fizemos um guia pra você entender um pouco mais dessas tradicionais vestimentas árabe!

A Abaya é uma vestimenta feminina árabe – é o traje feminino tradicional, quase universal, nos países árabes do Golfo: Arábia Saudita, Dubai e os demais Emirados Árabes Unidos, Catar, Omã, etc. A Abaya é um longo vestido negro, que se estende até os pés, e é vestimenta obrigatória para mulheres adultas em público em alguns países muçulmanos, como a Arábia Saudita.

Burca é uma veste feminina que cobre todo o corpo, até o rosto e os olhos, porém nos olhos há uma rede para se poder enxergar. É usada pelas mulheres do Afeganistão e do Paquistão, em áreas próximas à fronteira com o Afeganistão. Ela é um símbolo do Talibã.”

Al- Amira – é usado para cobrir apenas cabelo e pescoço. É composto por duas peças: um véu apertado por cima da cabeça (tipo fita larga para o cabelo); e por cima leva um lenço em forma de gola que cobre a cabeça, orelhas e pescoço, ficando com a face descoberta.

xador

Chador ou Xador – Foto: Vivimentaliun

Chador ou Xador – manto negro que se coloca sobre a cabeça e corpo, mas que deixa a face, mãos e pés descobertos, precisando ser segurado pela usuária. É usado sobretudo pelas mulheres iranianas quando saem à rua.

 

 

nijab

Hijab ou Hijabe – Foto: Vivimentaliun

Hijab ou Hijabe – em geral, hijab é o vestuário usado pelas mulheres muçulmanas como forma de modéstia e respeito. Em particular, como peça de roupa, o hijab é o lenço usado para cobrir o cabelo e pescoço, deixando o rosto a descoberto.

niqabNiqab ou Nicabe- Foto: Vivimentaliun

niqab2Niqab ou Nicabe- Foto: Vivimentaliun

Niqab ou Nicabe– é, talvez, a veste mais conservadora depois da burca, já que cobre igualmente corpo e rosto, mas deixa a zona dos olhos a descoberto.

khimar2Khimar – Foto: Vivimentaliun

KhimarKhimar – Foto: Vivimentaliun

 

Khimar – Uma espécie de Hijab, só que este ao invés de ser um véu curto, ele vai até mais ou menos a cintura, cobrindo a cabeça. Em baixo do khimar, usa-saia ou roupas normais.

Shayla – Assim como a Al-amira, também é fruto das revoluções femininas nos Emirados Árabes. Surgiu como uma alternativa para as mulheres que não se sentiam confortáveis sem véu nenhum ou como um acessório para entrar nas mesquitas, onde cobrir os cabelos é obrigatório (uso mais comun). Longa e retangular, é envolta ao redor da cabeça e presa na região dos ombros. Pode deixar pescoço e parte do cabelo à mostra.

Tendo isso explicado, vale lembrar que o Oriente evoluiu muito em termos de vestimentas. Em Muscat muitas mulheres vestem-se casualmente, mas com algumas restrições. Não mostram muito as pernas e ombros. Se mostram uma coisa não mostram a outra. Não me senti confortável de usar shorts na rua por exemplo. Tentei estar o mais composta possível, para evitar os olhares das mulheres e principalmente dos homens que com certeza não estão acostumados a tal exposição feminina!

Em breve faço um post especial sobre o que levar na mala para o Oriente Médio, não percam!

Em Dubai, me senti no ocidente! Existe a preservação da tradição, mas as pessoas são bem mais abertas a cultura do ocidente.

A questão de usar as Abayas é sobre manter uma tradição. Eu acho isso maravilhoso! Em Omã por exemplo as mulheres não são obrigadas a usar as Abayas, elas vestem porque querem manter a tradição. A obrigação de usar as Abayas ocorre na entrada de Mesquitas e em ocasiões especiais como funerais, casamentos, etc.

Eu amei usar a Abaya, e optei por usar a Abaya para que minha experiência fosse completa!

As vestimentas árabes não se limitam as mulheres, mas os homens também! Achei um quadrinho que exemplifica de forma bem sintética como distinguir as vestimentas masculinas:

Fiquei me perguntando por que a Abaya tem que ser preta e encontrei algumas histórias. Uma delas é que após uma longa guerra, séculos atrás, apenas restaram mulheres, que em homenagem a perda dos seus filhos e maridos, vestiram-se de preto, em eterno luto. Outros dizem que o fato das Abayas serem pretas é cultural. A verdade é que não há nada de fato que comprove e que explique o porquê das Abayas serem pretas.

Existem milhões de tipo de Abayas diferentes. Coloridas, com bordados, cheias de brilhos, com cristais, colarinhos de seda, mais justas, mais rodadas, com bordados em ouro, com detalhes em outras cores. Enfim as designers árabes tem incrementando muito essas vestimentas e as deixadas com a cara do tempo atual, revolucionado a maneira de vestir da mulher árabe sem perder a tradição! Eu preciso admitir que tive vontade de levar uma de cada!

A evolução da Abaya marca a mudança de comportamento de um povo. Aceitar a evolução é abrir-se para um novo mundo e é isso que está acontecendo. O interesse de visitar o Oriente Médio vem crescendo com essa evolução. E apesar de todo o preconceito em torno do radicalismo talibã de uma parte da comunidade mulçumana, a cultura árabe se mostra onipresente e superior pela sua suprema forma de conquistar visitantes e curiosos pelo bom gosto e qualidade!

E viva a tradição e a rica cultura do Oriente Médio!

Sorte daqueles que tem o prazer de desfrutar de suas belezas, riquezas e cultura!

E afirmo, vale muito conhecer o Oriente Médio!

Para conhecer um pouco mais sobre a cultura Omani vale a pela ler os artigos abaixo:

Omã – Muscat – Uma jornada inesquecível! – Parte 1

Omã – Uma jornada inesquecível! – Parte 2

Descobrindo os temperos e sabores árabes 

http://gnegromonte.com

Fontes:

http://www.jornalissimo.com/atualidade/479-sabes-distinguir-entre-abaya-burca-e-niqab

http://sigamari.blogspot.com.br/2015/03/abaya-e-vestimentas.htmlhttp://www.jornalissimo.com/atualidade/479-sabes-distinguir-entre-abaya-burca-e-niqab

http://sigamari.blogspot.com.br/2015/03/abaya-e-vestimentas.html

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Conheça alguns animais típicos da Península arábica

Como é a fauna na península arábica?

 janeiro 13, 2019

Estamos muito impressionados com a capacidade de algumas espécies de sobreviver em habitats tão inóspitos quanto o deserto. Apesar do que podemos pensar, a fauna na península arábica é composta por dezenas de animais. Nós falaremos sobre alguns neste artigo.

Como é a fauna na península arábica?

Esta área localizada no nordeste da África e sudoeste da Ásia, composta por países de religião muçulmana e limitada pelos golfos pérsico e de Áden, e pelos mares vermelho e árabe, tem um clima predominantemente desértico.

A fauna da Península Arábica é composta por vários mamíferos, aves e répteis, dentre os quais destacamos:

  1. Cavalo

Conhecida por sua beleza, sua resistência e sua inteligência, o cavalo árabe, que abre este artigo, é uma das mais famosas raças equinas do mundo. Além disso, é um dos cavalos mais antigos, pois há evidências de sua existência há 4,5 mil anos.

Usados ​​primeiramente por nômades beduínos, eles têm um bom relacionamento com as pessoas, aprendem rapidamente e respeitam seus donos.

No entanto, também têm um caráter forte e mantêm-se continuamente em estado de alerta.

Eles podem ser de várias cores (embora os mais bonitos sejam completamente pretos) e sempre suas caudas estão sempre erguidas. O cavalo árabe faz parte das raças de sangue quente, porque são refinados e fortes.

Como vivem em áreas desérticas, os animais que nela vivem têm que se adaptar ao calor intenso e à falta de água.

  1. Oryx

Este mamífero da família dos bovinos, também parte da fauna na península arábica, é o menor deles e o mais ameaçado. 

Este ruminante, parte da fauna na Península Arábica, também pode ser encontrado no Sinai, mas devido à caça e guerras, sua população diminuiu bastante.

Oryx

Seu corpo é branco, exceto as pernas, os lados do rosto e os chifres, que são escuros. 

Diferentemente de outras espécies, ambos os sexos do oryx da arabiaapresentam chifres, que são arredondados, retos, longos e pontiagudos. São utilizados para defesa.

Alimenta-se de frutas e bulbos e, como acontece com os camelos, pode passar semanas sem beber água. 

A época de reprodução ocorre entre os meses de maio e dezembro, e, em cada ninhada, têm apenas um filhote, que em 10 semanas deixa de se alimentar de leite materno.

  1. Camelo

Este dromedário não poderia ficar fora da uma lista de animais árabes. Tem uma única corcova, seu pelo é curto e seu corpo é menos robusto do que a espécie mais famosa do deserto, o Camelus ferus.

camelo

O camelo árabe tem pernas longas e finas, com joelhos e tornozelos insensíveis, para resistir ao sol e ao calor da areia.

Seus cílios finos e longos impedem que a areia entre em seus olhos durante tempestades ou ventos fortes, e sua corcunda acumula gordura – não água, como se acredita – para que possa se nutrir por vários dias.

  1. Abetarda

Esta ave é uma daquelas que faz parte da fauna da península arábica e também pode ser encontrada no centro da África ou no Sahel. Sua ampla distribuição tem evitado, até agora, que seja considerada em perigo ou vulnerável.

No entanto, sua população diminuiu consideravelmente nos últimos tempos, devido à caça e destruição de seu habitat.

Abetarda

A Abetarda árabe apresenta dimorfismo sexual em tamanho e peso, mas não em termos de plumagem e coloração. 

Os machos pesam cerca de 11 quilos e medem quase um metro; as fêmeas não excedem sete quilos e 70 centímetros. As penas superiores são marrons e as inferiores brancas, a cabeça tem uma pluma negra e o pescoço é cinzento.

Alimenta-se de larvas e artrópodes, que captura com seu bico longo e pontiagudo. Na aparência, a abetarda é como um avestruz menor.

Varanus

Este réptil escamoso vive não apenas na Arábia, mas também no sul da Ásia e no norte da África. Alimenta-se de vertebrados e invertebrados: roedores, pássaros, anfíbios, pequenos répteis, ovos, insetos, aranhas, lacraias e escorpiões.

Varanus

Seu corpo é marrom, cinza e amarelo, e pode medir um metro de comprimento; embora seu comprimento possa mudar de acordo com a época do ano.

Eles passam por diferentes períodos de muda durante sua vida e, por ter sangue frio, passa horas deitado ao sol.

Fonte: meusanimais.com.br
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Veja como são lindas as flores árabes

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As incríveis flores da Arábia Saudita

imagem prevalecente da Arábia Saudita é o de um país quase desprovida de vegetação e um dos terrenos baldios áridos. Sra Sheila Collenette em seu livro “das flores selvagens de Arábia Saudita”, publicado pela Arábia Wildlife Authority (SWA) registra 2.250 espécies de flora excluindo gramíneas e musgos, que carregam um amplo testemunho da grande diversidade de flora do Reino.

Convolvulus-buschiricus

Convolvulus buschiricus

A planta arbustiva com peludo hastes de 1 metro de comprimento; flores rosa claro 2,5 centímetros de largura, com nenhum cheiro.

Retama-raetam

Retama raetam

A planta arbustiva com ramos finos e flexíveis, que são verde prateado quando jovem e verde escuro quando maduro. É também chamado de ‘White Broom’. Pequenas flores com um tamanho de 1 cm de largura. É impressionante, principalmente devido ao seu florescimento abundante. Suas raízes penetram no solo a uma grande profundidade (alguns dizem até 20 metros), e que eles atinjam a água, mesmo após as camadas superiores do solo secaram. As folhas são simples, estreito e alongado, com um comprimento de 10 mm.

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Datura innoxia

Uma ramificação erva frondosa 60 centímetros de altura com folhas verdes escuras. A flor é em forma de trombeta, 4 centímetros de largura; frutas penduradas muito espinhosa. Suas folhas não são pastavam, pois é altamente venenoso, mesmo para o homem. É uma planta muito difundida no país.

Localização: 30 km ao sul de Riad
Época: Início de Dezembro

 

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Rosa abyssinica

A planta arbustiva espinhosas com caules a 4 metros de comprimento; flores 2,5 centímetros de largura, com aroma doce cremoso-branco. Ele tem longos brotos fracos pelos quais ela cresce sobre outras plantas.

Localização: Abhah na província de Asir
Época: Fim de novembro

Fontes: SplendidArabia.com

http://www.floreseflores.com.br

Conheça os jogos Pan-Arábicos

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Os Jogos Pan-Arábicos foram um evento multi-desportivo regional organizado pela UANOC, nos quais participavam as nações do mundo árabe. A primeira edição dos Jogos foi realizada em 1953 na cidade de Alexandria, no Egito.

Como a maioria dos eventos deste tipo, foi planejado para ser disputado de quatro em quatro anos. Contudo, problemas financeiros e a instabilidade política na região fizeram com que os Jogos fossem realizados a intervalos irregulares.

História

Criação

Mapa dos membros da Liga Árabe.

Os Jogos Pan-Arábicos foram criados por Abdul Rahman Hassan Azzam, o primeiro Secretário Geral da Liga Árabe (de 1945 a 1952). Azzam havia apresentado um memorando à Liga, em 1947, defendendo um torneio multi-desportivo que integrasse todos os países da comunidade árabe. Em suas palavras, o mandatário da Liga Árabe acreditava que o esporte era a melhor maneira de unir os jovens árabes e, assim, dá-lhes força para construir o futuro dos países integrantes da Liga. Seguindo este ideal, Azzam havia anunciado que esta era a oportunidade todos os esportes árabes dispersos pelo mundo, em um torneio anual.[1]

Segundo Azzam, o esporte serve como a melhor maneira de conectar a juventude dos países árabes e permitir-lhes construir o futuro da identidade árabe. Como favorito comum de jovens indivíduos, os torneios esportivos os encorajam a alcançar fronteiras, vínculo com outros árabes e eliminar as diferenças entre eles. Na mesma linha, Azzam anunciou que a juventude da maior nação árabe está ansiosa para reunir todos os esportes árabes dispersos em um torneio anual que será realizado em uma das cidades árabes.

Todavia, este evento não obteve aprovação oficial até 1953, quando Ahmed El Demerdash Touny, um egípcio membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), conseguiu convencer as partes interessadas da Liga Árabe de que um torneio multi-desportivo seria fundamental que a chamada identidade árabe obtivesse o sucesso global. Em resposta à proposta de Touny, a Liga Árabe concordou em estabelecer os Jogos Pan-Arábicos.

O Egito teve a honraria de ser a primeira nação anfitriã deste evento, celebrando-o na cidade de Alexandria, entre os dias 26 de julho e 10 de agosto de 1953. Oito países árabes e a Indonésia, como convidada, se fizeram presentes em território egípcio.[2] As mulheres participaram pela primeira vez nos Jogos celebrados em 1985 na cidade de Rabat, no Marrocos.

Finalização

A última edição dos Jogos Pan-Arábicos foi celebrada na cidade de Doha, no Catar, em dezembro de 2011. Na ocasião, o Emir Hamad bin Khalifa Al Thani inaugurou o evento durante seu cerimonial de abertura, realizado no Estádio Internacional Khalifa.[3][4]

Originalmente, a edição de 2015 estava prevista para ser sediada em Beirute, capital do Líbano. Em razão da chamada “situação atual do Oriente Médio”, as autoridades libanesas declinaram quanto a realização dos Jogos em sua capital. Na sequência, Marrocos foi o país escolhido como país para acolher o evento, mas alegou problemas financeiros e negou esta possibilidade.[5] Com este cenário, o Egito acabou oferecendo-se para receber o evento e, mesmo tendo o apoio de Omã, a UANOC declinou a oferta.[6]

Devido ao momento de incertezas presente no Oriente Médio, não é sabido se os Jogos Pan-Arábicos voltarão a serem celebrados.

Fonte: pt.wikipedia.org

Deliciosas comidas típicas árabes

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Com sabores marcantes e temperos deliciosos, esses pratos trazidos de países do Oriente Médio, como Síria, Líbano e Turquia, vão desde saladas refrescantes, como a fatouche, até receitas com arroz, carnes e grãos.

Ficou com vontade de fazer um verdadeiro banquete árabe, então veja 30 deliciosas receitas para testar.

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Receitas árabes

1. Esfirra de carne tradicional

Aquela receita tradicional recheada de carne. Impossível errar!

Ingredientes:

  • 1 envelope (10 g) de fermento biológico seco
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 e ½ xícara (chá) de leite morno (300 ml)
  • 500 g de farinha de trigo
  • ½ xícara (chá) de óleo
  • ½ colher (sopa) de sal
  • 1 clara para pincelar

Recheio

  • 300 g de carne moída (patinho ou coxão mole)
  • 1 tomate médio sem sementes picado
  • 1 cebola média picada
  • ½ colher (sopa) de pimenta síria
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão
  • Sal a gosto

2. Esfirra aberta de queijo

Você gosta mais da versão aberta? Sem problemas!

Ingredientes:

  • 2 tabletes (30 g) de fermento biológico fresco
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 100 ml de leite morno
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 ovos
  • 1 colher (sobremesa) de sal
  • 500 g de farinha de trigo (até ao ponto de abrir a massa)
  • 200 g de queijo cheddar ralado
  • 200 g de requeijão cremoso
  • Orégano

3. Quibe frito

Um querido da cozinha árabe!

Ingredientes:

  • 500 g de trigo para quibe (lave e deixe de molho em água morna por 30 minutos)
  • 1 kg de carne bovina magra moída
  • 1 cebola picada
  • 10 folhas de hortelã picadas
  • 1 pitada de pimenta síria
  • Sal e pimenta-do-reino
  • Óleo para fritar

Recheio

  • 3 colheres (chá) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 500 g de carne bovina magra moída
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 tomates sem pele e sementes picados
  • Sal a gosto

4. Quibe assado

Um quibe assado super gostoso e fácil de ser feito. Recheie da maneira que preferir e aproveite!

Ingredientes:

  • 1/2 kg de trigo para quibe
  • 1 litro de água fervente + 2 cubos de caldo de carne
  • 1/2 kg de carne moída 2 vezes
  • 2 cebolas médias picadinhas
  • 1/2 xícara (chá) de salsa picadinha
  • 2 colheres (sopa) de hortelã picada
  • 3 dentes de alho triturados
  • 1 colher (sobremesa) de pimenta síria
  • Manteiga ou margarina para untar
  • Azeite de oliva para regar

Recheio

  • 300 g de carne moída
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 cebola grande picadinha
  • 1 dente de alho triturado
  • 2 tomates picadinhos
  • Sal e pimenta

5. Quibe de arroz e berinjela

Assado e sem glúten!

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de arroz cru
  • 1 xícara (chá) de água em temperatura ambiente
  • 5 berinjelas médias
  • 500 g de carne bovina moída
  • 4 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 xícara (chá) de cebola ralada
  • Suco e raspas de 1 limão
  • Pimenta síria e sal a gosto
  • 50 g de manteiga picadinha para salpicar

6. Quibe cru

Sirva com a cebola, o limão, a hortelã e a cebolinha.

Ingredientes:

  • 800 g de carne bovina moída cuas vezes
  • 250 g de trigo moído fino e lavado
  • 20 g de pimenta síria
  • 20 g de sal refinado
  • Folhas de hortelã fresca a gosto
  • 1 cebola cortada em pétalas
  • 1 limão cortado em 4
  • Cebolinha a gosto

7. Mjadra

Esse prato é um arroz com lentilha finalizado com cebolas caramelizadas.

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de lentilha (200 g)
  • Sal
  • 2 colheres (sopa) de óleo (30 ml)
  • 1 cebola média picadinha (100 g)
  • 2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido (300 g)
  • 4 xícaras (chá) de caldo de legumes ou água quente (960 ml)
  • 100 g de manteiga
  • 2 cebolas grandes em rodelas (300 g)

8. Arroz sírio

Acompanha frango e leva amêndoas na finalização. Vale a pena testar!

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de arroz parboilizado (deixe de molho em água, sem lavar, por 30 minutos e, depois, escorra e deixe secar)
  • Sal, pimenta-do-reino, pimenta síria (mix de 7 temperos), curry e açafrão-da-terra (cúrcuma)
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola picadinha
  • 5 xícaras (chá) de água fervente
  • 1 colher (sopa) cheia de manteiga
  • 2 pedaços médios de carvão em brasa

9. Fatuche

Refrescante e rápida de ser feita.

Ingredientes:

  • 4 folhas de alface romana
  • 4 tomates médios maduros, com sementes, em cubos pequenos
  • 3 rabanetes semidescascados e cortados em rodelas finas
  • 2 pepinos japoneses cortados em cubos pequenos
  • 1 cebola média cortada em rodelas finas
  • 1 pão sírio médio cortado em triângulos e torrados
  • 1 pimentão verde pequeno, sem sementes, em cubos pequenos

10. Salada de cuscuz marroquino com lentilha

Perfeita entrada para aquelas datas especiais.

Ingredientes:

  • 250 g de couscous (sêmola de trigo)
  • 1 xícara (chá) de água (200 ml)
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • Manteiga para untar
  • 4 colheres (sopa) de azeite (60 ml)
  • 1 cebola roxa pequena fatiada finamente
  • 1 pimenta dedo-de-moça picadinha
  • 3 folhas de limão Kaffir picadinhas
  • ½ xícara (chá) de lentilha cozida al dente
  • Sal, cheiro-verde e coentro picadinhos
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • ½ xícara (chá) de queijo cottage
  • Sementes de 1 romã

11. Falafel

Um bolinho muito gostoso feito com grão-de-bico.

Ingredientes:

  • 250 g de grão-de-bico (deixe de molho em água na geladeira por 24 horas)
  • 3 dentes de alho
  • 1 cebola pequena cortada em 4 (100 g)
  • Folhas de salsinha e coentro a gosto
  • 1 colher (chá) de pimenta síria em pó
  • 1 colher (chá) de cominho em pó
  • ¼ de xícara (chá) da água do grão-de-bico (60 ml)
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • Gergelim branco para decorar
  • Óleo para fritar

12. Kafta

Veja essa receita tradicional da chef Madeleine Saade.

Ingredientes:

  • 1 kg de carne moída (patinho ou coxão mole)
  • 2 cebolas grandes picadas
  • 1/2 xícara (chá) de hortelã picada
  • 1 xícara (chá) de salsinha picada
  • 1 colher (chá) de pimenta síria
  • 1/2 colher (chá) de canela em pó
  • Sal a gosto
  • Óleo ou azeite

13. Kafta recheada

Carne moída bem temperada feita na sanduicheira.

Ingredientes:

  • 500 g de carne moída
  • 50 g de cebola picada
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • Sal, pimenta síria e hortelã picada a gosto
  • 8 fatias de muçarela (100 g)
  • 200 g de cebola cortada em meia-lua

14. Kebab

Acompanha molho de laranja.

Ingredientes:

  • 600 g de filés de coxa com sobrecoxa em cubos médios
  • ½ colher (chá) de pimenta-da-jamaica
  • 1 colher (chá) de orégano
  • 1 colher (chá) de páprica picante
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 dente de alho picado
  • Raspas de 1 laranja
  • Sal e salsinha picada a gosto

Molho de laranja

  • ½ xícara (chá) de suco de laranja (120 ml)
  • 1 cebola em pétalas
  • 50 g de manteiga gelada
  • Sal e pimenta-do-reino

15. Tabule

Um tipo de salada super refrescante e ótima para o verão.

Ingredientes:

  • 1 pepino japonês bem picado
  • 500 g de tomates picadinhos
  • 1 cebola picadinha
  • Salsa, cebolinha e hortelã picadinhas
  • Suco de 2 limões
  • 250 g de trigo para quibe lavado (sem deixar de molho)
  • 2 pés de alface-americana em tiras pequenas
  • Azeite, pimenta síria e sal a gosto

16. Abobrinha recheada

Uma receita simples para você fazer no almoço ou jantar do dia a dia.

Ingredientes:

  • 6 abobrinhas italianas (200 g cada uma)
  • 300 g de carne moída
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 2 tomates sem pele e sementes picados
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (chá) de salsinha picada
  • 10 azeitonas picadas
  • 2 ovos cozidos e picados
  • Sal e pimenta-do-reino
  • Fatias de bacon

17. Shakshuka

Carne moída à moda árabe. Delicioso!

Ingredientes:

  • 1 berinjela média com casca
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 cebola picada
  • 4 dentes de alho picados
  • ¼ de xícara (chá) de extrato de tomate
  • ½ pimenta dedo-de-moça com sementes picadinha
  • Sal, pimenta síria e cominho a gosto
  • 500 g de carne bovina moída
  • 420 g de polpa de tomate
  • 6 ovos
  • Azeite para regar
  • Salsa picadinha para salpicar

18. Picadinho marroquino

Leva raspas de limão, pimenta e especiarias. Teste!

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 kg de filé-mignon em cubos temperado com sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1 cebola grande picada
  • 1 cenoura grande picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colher (sopa) de páprica picante
  • 2 colheres (chá) de cominho em pó
  • 1 e ½ colher (chá) de canela em pó
  • 2 xícaras (chá) de tomate pelado amassado
  • 1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada
  • 100 g de azeitonas pretas picadas
  • 80 g de uvas-passas claras
  • 400 g de grão-de-bico cozido
  • ½ xícara (chá) de coentro picado
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 colher (chá) de raspas de limão
  • Coalhada e couscous marroquino temperado com manteiga e sal para acompanhar

19. Charuto de folha de uva

Receita da chef Ariani Maloufao que rende 80 porções.

Ingredientes:

  • 250 ml de suco de limão (1 xícara de chá)
  • 1 tablete de caldo carne
  • Pimenta síria e sal a gosto
  • 500 ml de água (2 xícaras de chá)
  • 500 g de coxão duro moído (2 xícaras de chá)
  • 175 g de arroz cru (1 xícara de chá)
  • 50 g de manteiga (¼ xícara de chá)
  • 80 ml de água (1/3 xícara de chá)
  • Sal e pimenta síria a gosto
  • 300 g de folhas de uva em conserva (+/- 80 folhas)
  • 700 g de costela bovina cortada em pedaços pequenos
  • Pimenta síria e sal a gosto
  • 125 g de manteiga cortada em cubos (½ xícara + ¼ xícara de chá)
  • Néctar de romã (opcional só para servir)

20. Charuto de repolho

Receitinha deliciosa da Ana para você fazer.

Ingredientes:

  • 8 folhas de repolho grandes escaldadas em água fervente até murchar
  • ¼ de xícara (chá) de arroz cru
  • 250 g de carne moída
  • ½ tomate sem sementes picado
  • ½ cebola ralada
  • ½ pimenta dedo-de-moça sem sementes picada
  • 1 dente de alho picadinho
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • Sal e salsa picadinha a gosto
  • 2 xícaras (chá) de molho de tomate misturado com 1 xícara (chá) de água

21. Charuto de folha de couve

Uma terceira opção para você fazer essa delícia.

Ingredientes:

  • 1/2 kg de patinho moído 2 vezes
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 3 dentes de alho triturados
  • 1 cebola média em cubinhos
  • 2/3 de xícara (chá) de arroz cru
  • 1/2 xícara (chá) de salsinha picada
  • Sal e pimenta-do-reino
  • 24 folhas pequenas de couve

22. Pão árabe de micro-ondas

Fácil de ser feito e uma delícia para acompanhar diferentes pratos.

Ingredientes:

  • 1 envelope de fermento biológico seco (10 g)
  • 1 e ½ xícara (chá) de água morna
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • Cerca de 500 g de farinha de trigo (e mais para polvilhar)

23. Homus

15 minutinhos para fazer essa pasta de grão de bico.

Ingredientes:

  • 4 xícaras (chá) de grão-de-bico cozido
  • ¾ de xícara (chá) do caldo do cozimento do grão-de-bico
  • 1 xícara (chá) de suco de limão
  • 4 dentes de alho
  • ½ xícara (chá) de azeite de oliva
  • 8 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • Sal a gosto
  • Pão árabe (pita) para acompanhar

24. Homus de quinoa

Você também pode fazer um delicioso homus à base de quinoa.

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de quinoa branca cozida (cozinhe como arroz)
  • 1/3 de xícara (chá) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • 1 colher (café) de sal (ou a gosto)
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • 1 colher (café) de alho em pó (ou 1 dente de alho)
  • 1 colher (chá) de sumo de limão
  • 1/2 xícara (chá) de leite de castanha

25. Babaganush

Você já comeu essa pasta à base de berinjela?

Ingredientes:

  • 4 berinjelas
  • 2 dentes de alho
  • Suco de 2 limões
  • 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine
  • 1/2 copo de iogurte consistente
  • Sal a gosto
  • Salsinha
  • Caroços de romã
  • Azeite

26. Coalhada Seca

Apenas dois ingredientes para fazer essa delícia. Sirva com pão sírio ou até com salada.

Ingredientes:

  • 1 litro de leite integral
  • 3 colheres (sopa) de vinagre de maçã ou 3 colheres (sopa) de suco de limão

27. Muhamara

Patê delícia da cozinha árabe do chef Benon Chamilian (Restaurante Tuareg).

Ingredientes:

  • 1 pimentão vermelho médio sem sementes triturado
  • 100 g de nozes trituradas
  • 1/2 pacote de pão de fôrma torrado e triturado
  • 1 cebola branca picadinha
  • 1 colher (sopa) de cominho
  • 1 colher (sopa) de páprica picante em pó
  • 1 colher (sopa) de colorau
  • 1 e 1/2 copo americano de azeite de oliva
  • 1 colher (chá) de sal
  • 3 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 1 colher (sopa) de suco de romã

28. Tahine

Um molho muito gostoso para acompanhar suas receitas.

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de tahine
  • 2 dentes de alho (sem miolo)
  • Suco de 1 limão
  • 1 colher (chá) de salsinha picada
  • Sal a gosto
  • 1 colher (sopa) de água filtrada

29. Knief

Doce árabe apresentado no Jogo de Panelas.

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de água
  • 500 g de ricota fresca picada
  • 50 g de nozes picadas
  • 1 lata de leite condensado cozido na pressão por 45 minutos (espere esfriar completamente para abrir a lata)
  • 6 ninhos de macarrão cabelo de anjo

30. Ataif

Outro docinho árabe muito gostoso. Vale a pena testar!

Ingredientes:

Massa

  • 2 e ½ xícaras (chá) de leite
  • 1 e ½ colher (sopa) de fermento biológico seco
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • Óleo para untar

Recheio

  • 500 g de nozes trituradas
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (café) de canela em pó
  • Calda de água de flor de laranjeira
  • 1 e ½ xícara (chá) de água
  • 3 xícaras (chá) de açúcar
  • 2 colheres (sopa) de água de flor de laranjeira
  • Suco de ½ limão

Fonte: anamariabraga.globo.com

História da culinária árabe

Culinária árabe é um termo que define as diversas culinárias regionais existentes por todo o Mundo Árabe, do Iraque a Marrocos passando pelo EgitoLevante, entre outros. Também foi influenciada pelas culinárias vizinhas, como da TurquiaPaquistãoIrã e Índia, além dos hábitos alimentares dos berberes e de outros povos e culturas que habitavam estas regiões antes do processo de arabização cultural empreendido pelos árabes durante a chamada expansão islâmica.

História

Originalmente, os árabes da península Arábica baseavam sua alimentação numa dieta de tâmarastrigocevadaarroz e carne, com pouca variedade e uma ênfase em produtos similares ao iogurte, como o labneh(لبنة). À medida que os povos semitas indígenas da península se expandiram pelo Oriente Médio e pelas regiões vizinhas, seus gostos e ingredientes também se alteraram.

Ingredientes dos árabes

Culinária árabe é um termo que define as diversas culinárias regionais existentes por todo o Mundo Árabe, do Iraque a Marrocos passando pelo EgitoLevante, entre outros. Também foi influenciada pelas culinárias vizinhas, como da TurquiaPaquistãoIrã e Índia, além dos hábitos alimentares dos berberes e de outros povos e culturas que habitavam estas regiões antes do processo de arabização cultural empreendido pelos árabes durante a chamada expansão islâmica.

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Cultura judaica em Curitiba

Judaísmo em Curitiba

Especificamente no Paraná os primeiros judeus chegaram em 1880, originários da Galícia e pertencentes à família Flacks e à família Rosenmann, que se estabeleceram na recém criada colônia agrícola de Tomás Coelho, hoje Barigui.

Seguindo uma tradição, os judeus se dedicaram às atividades comerciais, vendendo principalmente produtos agrícolas, em especial os cereais, o que facilitou a relação com os agricultores de Tomás Coelho. Os Flacks e os Rosenmann uniram-se e organizaram um armazém de secos e molhados, onde comercializavam os gêneros agrícolas dos camponeses.

A vinda ao núcleo urbano de Curitiba ocorreu anos mais tarde, sendo que apenas Max Rosenmann saiu de Tomás Coelho. Os Flacks retornaram à Europa a fim de casarem seus filhos com pessoas da comunidade judaica, para que assim garantissem a continuidade de suas tradições. Rosenmann, com o passar dos anos, foi se estabelecendo, tornando-se um líder da pequena comunidade que já se formava, passando a exercer um papel de elemento congregador, que buscava preservar a identidade do grupo, organizando as principais cerimônias do rito religioso judaico.

Em 1920 a comunidade conseguiu organizar o Centro Israelita do Paraná, e em seguida o esforço foi para adquirir uma propriedade para construir uma sinagoga e um Centro Cultural e Social, para preservar e difundir a tradição e a cultura judaica. Com a criação do Centro Israelita outras instituições surgiram, sempre buscando responder às necessidades desse grupo. Em 1925, através de uma doação, a comunidade estabeleceu o seu primeiro cemitério, anexo ao Cemitério Municipal, no bairro Água Verde. Hoje a comunidade possui outros dois cemitérios, no bairro Santa Cândida e no Embu. Pouco tempo depois, em 1927, criou-se a escola israelita, que tinha o objetivo de manter a educação, as tradições, os costumes e a cultura judaica.

Atualmente, a Comunidade Judaica Paranaense conta com aproximadamente 1.000 famílias, que em sua maioria vivem em Curitiba. O CIP representa a vertente conservadora do judaísmo, em maior número na cidade, e o Beit Chabad congrega os judeus da vertente ortodoxa.

Fonte: http://www.thecities.com.br

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Cultura polonesa em Curitiba

Cultura Polonesa

Os imigrantes poloneses chegaram ao Paraná por volta de 1871. Estabeleceram-se em várias regiões do Estado como: Ivaí, Araucária, São Mateus do Sul, Mallet, Cruz Machado, Contenda, Tomaz Coelho, Rio Claro, Reserva e Irati.

Em Curitiba, eram a maior colônia polonesa no Brasil. Fixaram-se em núcleos coloniais em áreas dos atuais bairros de: Pilarzinho, em 1871; Abranches, em 1873; Santa Cândida, em 1875; Lamenha, Santo Inácio, Órleãns, D.Pedro II, Dona Augusta, em 1876; Ferraria, antiga Rivière, em 1877; Murici, Zacarias, Inspetor Carvalho e Coronel Accioly, em 1878.

Os imigrantes poloneses dedicaram-se principalmente à agricultura. Difundiram o uso do arado e de outras técnicas agrícolas. Contribuíram para o desenvolvimento de Curitiba e do Paraná.

Muitas das tradições polonesas são apresentadas no Bosque João Paulo II, em Curitiba.

 

Portal Polonês na rua Mateus Leme, inaugurado em 1991. É uma homenagem aos 120 anos da chegada dos primeiros imigrantes poloneses ao Paraná (Foto Luiz Costa). 

Portal Polones

 

Bosque do PapaI em Curitiba Paraná

 

Festa
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Cinema argentino em Curitiba

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a mostra Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo. Entre os dias 17 e 24 de abril, serão apresentados 24 longas e curtas-metragens que revelam a vitalidade e a força criativa do cinema produzido na Argentina. Com curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI), a programação apresenta tanto obras premiadas em festivais argentinos e internacionais quanto produções com sólidas passagens pelo circuito comercial.

Apesar disso, e do crescente interesse do público brasileiro pelo cinema argentino, a maioria dos filmes selecionados tiveram escassa ou nula visibilidade no Brasil. Assim, o evento busca ampliar o olhar dos espectadores curitibanos sobre uma das cinematografias mais expressivas, diversas e reconhecidas internacionalmente. “A programação conta com uma porção de comédias, com filmes que abordam temas necessários e urgentes sem perder o humor, a capacidade de rir de si mesmo, de questionar com leveza. Em um momento em que tanto no Brasil como na Argentina temos uma situação política complicada, e nossas sociedades se encontram extremamente polarizadas, com uma triste dificuldade para entabular um diálogo, esse tipo de abordagem, a partir da leveza, é extremamente inspirador”, reflete a curadora Natalia Christofoletti Barrenha.

Entre os destaques selecionados, está o documentário As lindas (2016), da estreante Melisa Liebenthal, premiado na seção Bright Future do Festival de Rotterdam. O público também poderá assistir aos vencedores das duas últimas edições do Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (BAFICI): A longa noite de Francisco Sanctis (2016), dos também estreantes Andrea Testa e Francisco Márquez; e A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, diretor e montador já consagrado, de trajetória prolífica e presença frequente nos principais festivais internacionais.

Neste mês de abril, em que o BAFICI – um dos mais importantes festivais da América Latina, vitrine fundamental para a produção do chamado nuevo cine argentino – chega à sua 20a edição, a mostra também marca o vigésimo aniversário de estreia e premiação do filme Pizza, cerveja, baseado (1997) no Festival Internacional de Cine de Mar del Plata, considerado o ponto de partida do nuevo cine. “O filme é de uma força surpreendente, de que algo nasceu mesmo, e o que veio antes eram lampejos de algo em gestação, e o que veio depois está influenciado por ele de alguma forma”, avalia Natalia.

Assim, parte da mostra celebra o momento fundador da pungente produção cinematográfica do país vizinho. Duas décadas depois, o público brasileiro poderá se reencontrar com a ópera prima de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, mergulhar na genealogia do nuevo cine com os curtas-metragens seminais de Histórias breves I (1995) e descobrir, na selvagem loucura do documentário Bonanza (2001), de Ulises Rosell, que as rupturas desse “movimento” transcenderam o cinema de ficção.

A programação se completa com a exibição especial de um dos filmes mais aguardados dos últimos anos: o elogiado Zama (2017), de Lucrecia Martel, inspirado na novela homônima de Antonio Di Benedetto, além de um documentário que acompanha a diretora em seu processo de criação durante as filmagens: Anos-luz (2017), de Manuel Abramovich.

“Os dez filmes da mostra principal terminaram formando um sistema perfeitamente homogêneo, com sua própria lógica interna e relações complementares ou contrastantes: um modelo na escala do cinema argentino atual; sua liberdade, suas buscas e suas contradições. Descobrir essas conexões secretas, reconstruir a imagem completa a partir de seus fragmentos, é uma razão mais que suficiente para fazer um esforço e não perder nenhum desses filmes”, garante o curador Agustín Masaedo.

Fonte: http://www.paranaportal.uol.com.br

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Cultura italiana em Curitiba

Imigração e Cultura Italiana em Curitiba

Imigração e Cultura Italiana em Curitiba

Na segunda metade do século XIX, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população europeia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.

A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.

A América possuía fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de imigrantes do velho para o Novo Mundo.

Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.

A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século XX. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.

Em Curitiba, os italianos chegaram a partir de 1872, estabelecendo-se, como agricultores, em vários núcleos coloniais da região. Esses núcleos deram origem aos atuais bairros de Pilarzinho, Água Verde, Umbará e Santa Felicidade, entre outros. Com o passar do tempo, os italianos adotaram outras atividades, incluindo industriais e comerciais. Hoje, seus descendentes contribuem de forma importante, em todas as áreas de atividade em Curitiba.

O bairro de Santa Felicidade é conhecido pela preservação da cultura italiana, em Curitiba, principalmente na gastronomia.

Em Curitiba, vários lugares lembram a imigração:

Consulado da Itália, com Quadro de Angiolo Tomasi, de 1896, retratando a partida dos imigrantes da Itália. Original na Galeria Nazionale di Arte Moderna, em Roma.

O Bosque São Cristóvão, também conhecido como Bosque Italiano, é um espaço dedicado á cultura italiana, em Santa Felicidade. No mesmo espaço, há o Memorial da Imigração Italiana de Curitiba.

Ainda em Santa Felicidade, existe o Monumento ao Centenário da Imigração Italiana, na av. Manoel Ribas.

Exposta no restaurante do bairro Cascatinha há uma carroça utilizada por imigrantes. Esse transporte fazia parte da antiga colônia de imigrantes italianos de Santa Felicidade.

Igreja de São Pedro concluída em 1938, no bairro de Umbará, em Curitiba. Arquitetura de inspiração italiana.

Fontes: http://www.caminhodovinho.tur.br

www.curitiba-parana.net

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Homenagem árabe em Curitiba

Memorial Árabe

Homenageando a cultura do Oriente Médio, funciona como biblioteca especializada. O prédio lembra o estilo arquitetônico das edificações mouriscas por elementos como a abóbada, as colunas, os arcos e os vitrais.

Com pouco mais de 140 metros quadrados de área construída, o Memorial tem o formato de um cubo e está colocado sobre um espelho d’água. No interior da construção, sobre um pedestal de mármore, está a escultura representativa do escritor Gibran Kalil Gibran.

Localização: 

Praça Gibran Khalil Gibran – Centro
Tel.: (41) 3324-2456

*O Memorial Árabe está temporariamente fechado para visitação.
Horário:
De segunda a sexta das 9h às 21h e sábados das 9h às 13h.

Período de férias escolares – horário especial

De segunda a sexta das 9h às 13h e das 14h às 18h. Não abre aos sábados.

Ônibus: 
Circular Centro (sentido anti-horário).

Acesso:
Rua Cândido Lopes / Rua Barão do Serro Azul / Travessa Tobias de Macedo / Rua Riachuelo / Rua Heitor S. França / Praça Gibran Khalil Gibran.

Fonte: http://www.turismo.curitiba.pr.gov.br/conteudo/memorial-arabe/1632

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Cultura japonesa em Curitiba

Cidade que nasceu e cresceu com imigrantes presta homenagem aos japoneses em feiras e locais repletos de história.
Os japoneses vieram ao Brasil a partir de 1908, em um acordo entre ambos os países. Dedicados inicialmente às lavouras de café do norte do Paraná e à cultura de hortaliças, chegaram em Curitiba a partir de 1915. Hoje, a cidade tem cerca de 150 mil descendentes, segundo a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira da cidade. Apesar de muitos já não se dedicarem à lavoura, a presença de japoneses é forte nas feiras, bancas do Mercado Municipal e na oferta de restaurantes.

A Avenida Iguaçu e adjacentes, entre os bairros Batel e Água Verde, concentra muitos lugares onde é possível comer peixe cru e outras iguarias da culinária japonesa. Já nas feiras diurnas e noturnas espalhadas pela cidade os pastéis são o carro chefe, mas também dá para encontrar temaki e outros pratos para comer com ‘hashi’ ou, para os leigos, ‘palitinho’.

Mas a cultura japonesa não se conhece apenas pelo estômago. O Parque da Imigração Japonesa, que foi reaberto recentemente, é um espaço que homenageia os descendentes centenários. Reformado pela companhia de saneamento do estado, a Sanepar, o parque ganhou um centro de educação ambiental, o Memorial do Rio Iguaçu, que organiza atividades para conscientização sobre sustentabilidade e preservação de recursos naturais, principalmente a água.

Outro lugar para conhecer é o Palácio Hyogo, onde fica o Instituto Cultural e Científico Brasil-Japão. A casa é um exemplo de arquitetura japonesa e abriga um auditório, uma sala de exposições e uma sala de fotos e informações sobre a cidade-irmã de Curitiba, Himeje. O Consulado do Japão também organiza atividades esporadicamente em outros espaços da cidade, como mostras de filmes, exposições itinerantes e encontros sobre economia, cultura e esportes, sempre abertos e gratuitos.

Há também alguns festivais, como o Haru Matsuri, o Festival da Primavera, entre setembro e outubro; o Imin Matsuri, o Festival da Imigração Japonesa, que acontece em junho, e o Hana Matsuri, que é a festa das flores e aniversário do Buda histórico, em abril. Alguns eventos incluem mostras de vestimentas tradicionais, workshops de haicai (poemas curtos), oficinas de mangá, origami e, como não, culinária.

Sala Himeji

A Sala Himeji fica dentro do Memorial de Curitiba, um espaço cultural no centro da capital. O nome da sala é uma homenagem à cidade-irmã Himeji, onde fica um castelo que é tesouro nacional do Japão e Patrimônio da Humanidade da UNESCO desde 1993. A maquete do Castelo Himeji fica exposta nessa sala do Memorial, e representa a construção original, feita em 1346 com madeira e várias passagens secretas.

Praça do Japão

Localizada na Avenida Sete de Setembro, na Praça do Japão o visitante irá apreciar as 30 cerejeiras doadas pelo governo nipônico e lagos construídos nos moldes japoneses. Na mesma praça estão a Casa da Cultura, onde há uma biblioteca, o Centro Zen Budista e a Casa de Chá, onde toda quinta se realiza a tradicional cerimônia para servir a bebida mais popular da Ásia.

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Imigração alemã em Curitiba

IMIGRAÇÃO ALEMÃ – (1829 – 2019) – 55 anos de imigração

O sentido dado à imigração por D. Pedro I, como um fator cultural, servindo para a independência nacional no setor econômico e servindo de exemplo aos nativos, é bem diferente dos escravocratas e latifundiários, que transformaram a imigração numa pura e simples oferta de “braços”, em substituição à mão-de-obra escrava, para manutenção, ou melhor, garantia do seu domínio de classe. Com a proclamação da República, o serviço de imigração voltou à responsabilidade da União, mediante auxílio à diferentes estados.
Há na história do Paraná uma política de imigração inaugurada por Zacharias de Góes e Vasconcellos para favorecer o progresso da recém instalada Província. A mais antiga colônia alemã no Paraná é a de Rio Negro, fundada em 1829. Os primeiros colonos alemães chegaram ao Brasil, fundando a colônia de São Leopoldo, no RS.
Como imigrações coletivas temos o empreendimento da Sociedade Maripá, perto de Toledo, os Suábios do Danúbio, em Entre Rios, os menonitas em Witmarsum.
Os alemães que fizeram sua longa viagem do Volga ao Paraná eram homens predestinados à colonização. Estavam a par das necessidades culturais e chegaram imbuídos de um profundo instinto social, já que somente se lançaram a este quadro aventureiro depois de lhes ser garantido que poderiam estabelecer-se em colônias compactas e homogêneas. Vieram como imigrantes pobres, acreditando que poderiam cultivar o trigo no solo duro dos campos da região das savanas. O ensaio custou-lhes muito. Com dificuldades de fixação nas áreas que lhes foram ofertadas, prosseguiram viagem à Argentina, Ponta Grossa, Lapa ou Curitiba.

UM NOVO IMPULSO

A partir de 1870, com máquinas e apoio de experiências agrícolas e aconselhados por cientistas, os colonos alemães lançaram-se novamente com ânimo renovado ao trabalho.
A instalação dos alemães em Curitiba, da forma como aconteceu – transformando-se num dos núcleos mais importantes da imigração alemã no Brasil – não constava, dos planos do governo imperial, grande incentivador da imigração como forma de ocupação dos espaços vazios existentes no pais no inicio do século XIX. A primeira leva de alemães embarcados no veleiro alemão Charlote Louise, em 30 de junho de 1828, na verdade se destinava a região de Rio Negro, onde já existia um pequeno povoado com o nome de “Capella da Estrada da Matta”.
Depois de inúmeros percalços chegariam a seu destino somente em 6 de fevereiro de 1829, data consagrada a fundação de Rio Negro – as famílias alemãs passaram a enfrentar muitas dificuldades de adaptação, devido a sua vocação predominantemente urbana. Vieram à Curitiba inúmeras famílias entre 1830 e 1840. O mesmo problema ocorria nas colônias de Santa Catarina, entre elas Dona Francisca, hoje Joinville, e muitos imigrantes alemães acabaram convergindo para a capital paranaense, após 1850, via São Bento do Sul.
Em 1871, assinalava o vice-presidente da Província, o “estado próspero em que se achava o núcleo da população alemã que se estende por todo o Rocio e as vantagens colhidas da agricultura e indústria pelos colonos dali”.
Houve participação efetiva de associações alemãs de vida grupal, inclusive organizando campanhas de socorro aos necessitados ou comungando na comemoração dos grandes acontecimentos da história local ou brasileira. Estas sociedades, a partir de 1859, se multiplicaram. A “Deutscher Sängerbund”, que tomou, com a nacionalização o nome atual de Clube Concórdia, a “Handwerker Unterstützungsverein”, atual Clube Rio Branco, a “Teuto-Brasilianischer Turnverein”, que existe com o nome de Duque de Caxias, a “Sportklub Germania”, atual Graciosa Country Club, fundando ainda o Clube Thalia e o a Sociedade dos Cantores Brasileiros-Germânicos Harmonia, no Bigorrilho. Estas associações nasciam sob o signo da confraternização teuto-brasileira e foram poderosos elementos de assimilação e aculturação.

PIONEIROS EM CURITIBA

O primeiro dos alemães em Curitiba a partir de 1830, foi Michael Müller, o quarto dos oito filhos que Phillip Müller e esposa trouxeram da Alemanha. Casado com Anna Krantz, Miguel Alemão, como era chamado, participou ativamente da vida social e política da cidade, auferindo grandes lucros em sua ferraria e transformando-os em investimentos em forma de terrenos nas imediações da Igreja Matriz. Construiu varias casas, tendo a maior delas, na esquina das ruas Carlos Cavalcanti e Barão de Cerro Azul, servindo como moradia ao primeiro presidente da província, o conselheiro imperial Zacharias de Góes e Vasconcellos.
Sua fama e prestígio na Província eram tão grandes que foi visitado em sua ferraria pelo imperador D. Pedro II, quando de sua viagem ao Paraná em maio de 1880.
De uma maneira geral, o comércio, a indústria e as profissões diversificaram-se com a chegada dos imigrantes alemães, que repetiam em terra nova e em menor escala, a revolução comercial e industrial levada a efeito na Europa.
Em 1876, dos cinco médicos de Curitiba, um era alemão. De dois farmacêuticos, um alemão. A alemães pertencias as cinco serras hidráulicas então existentes na cidade. De cinco botequins, eles tinha quatro. De dez engenhos de erva mate – a base econômica da época – eles tinham um, mas o único então movido à vapor. A única fábrica de carroças era de alemães, as quatro cervejarias, 11 dos 15 ferreiros, uma estufa de cal, um hotel, nove das dez marcenarias, seis dos sete moinhos, a única empresa de deligências, as quatro olarias, duas das quatro padarias, uma relojoaria, nove dos dez açougues, as cinco selarias, as cinco alfaiatarias, os três carpinteiros, o único chapeleiro.
De 57 estabelecimentos comerciais, 12 eram de alemães. De quatro mestres de construção, dois er4am alemães. Vale lembrar que o mestre de construção da atual Catedral Metropolitana de Curitiba, era alemão assim como o primeiro moinho construído em Curitiba, nas Mercês. A primeira olaria por Meissner; e a primeira olaria hidráulica por Gottlieb Wieland, que ajudou a construção da Estrada da Graciosa e de outras.
Em 1876 – apesar de não se permitir, na época, a construção de igrejas que não fossem católicas – foi erigida a Igreja Evangélica Luterana de Curitiba, com torre em estilo gótico. Em 1885 a torre do belo templo teve que ser demolida, pois construída em pinho e provavelmente devido à sua estrutura em enxaimel (Fachwerk) não resistiu ao tempo.

ACULTURAÇÃO

Provavelmente a torre foi condenada pela utilização pouca apropriada das madeiras e técnica importada. Com a derrubada da parte do prédio, este não tinha mais aparência de igreja. A atual foi construída no mesmo local em 1893/1894. A nova igreja em estilo gótico e com sino, marca uma nova fase da história. Neste momento, já republicano, instala-se no país o Estado Laico, desaparecendo as restrições do império às religiões não católicas. O idioma era especialmente importante. Mesmo antes da constituição oficial da comunidade foi organizada a Escola Alemã.
Quanto aos alemães católicos, foi-lhes cedida inicialmente a Igreja do Rosário. Hoje não há, quanto às diversas etnias de religião católica, nenhuma igreja propriamente exclusiva.
No campo das idéias, papel de maior importância foi desempenhado pelos jornais “Deutsche Post”, “Der Beobachter”,”Der Kompass”, entre outros. Este último ficou em circulação durante 40 anos, desaparecendo com a onda nacionalista posterior a 1937.
Para a inumação cuidaram da criação de um cemitério, o “Deutscher Evangelischer Friedhofsverein”. A palavra “Verein”espelha uma prática muito cara aos alemães, e que se refletiu bastante na vida da cidade e no seu processo de urbanização. Trata-se de um traço cultural característico o seu associativismo, o que de certo modo extravasou como um fenômeno de contato cultural para a sociedade curitibana.
Assim, funda-se também o “Deutscher Hospital Verein” e um corpo de bombeiros composto por voluntários, em 1897. Com barricas de cerveja e carroções, os voluntários combatiam os incêndios ocorridos na cidade. Foi a atuação desinteressada desses homens, movidos pelo patriotismo e civismo, que deu ensejo para a organização 15 anos mais tarde, do corpo de bombeiros oficial, cujo primeiro comandante foi João Meister Sobrinho.
A vida associativa mostra a tendência de união social, auxílio mútuo, festas em conjunto, recreação por meio de esporte, canto e teatro. A ambientação dos imigrantes custou sacrifícios e sofrimentos. Eles representavam mentalidade tão diversa que o choque no país adotivo interferiu na assimilação. Emocionalmente presos a cultura de origem, a nostalgia impede uma mudança de atitudes. Muitos imigrantes movidos pela saudade regressam à pátria depois de muitos anos e quase sempre acompanhados por decepções amargas. Não só as reminiscências não correspondem a realidade, mas sobretudo a personalidade do próprio imigrante sofreu transformações de que somente agora se torna consciente.
Certas necessidades, condicionadas ao meio físico, forçaram o imigrante a substituir elementos antigos. Isto de deu principalmente no campo teológico, afetando sobretudo os padrões de alimentação, habitação, lavoura e criação e transporte.
Boa parte das perdas e aquisições culturais estão de tal maneira entrelaçadas com condições econômicas do meio que é muito difícil, ou mesmo impossível separar o fator mesológico do fator econômico. Passadas as dificuldades dos alemães, poucos voltam a medida do possível aos padrões antigos.
Porém, muita coisa já foi perdida, desapareceu ou não pertence mais a alemães e seus descendentes: antigas lojas, sociedades, imóveis…
Hoje em Curitiba, são poucos os descendentes que buscam a perpetuação da cultura germânica, da consciência étnica alemã – Deutschtum – principalmente sob a forma da prática e do uso da “Muttersprache”, do idioma alemão, pois os alemães foram proibidos de falar o idioma de origem durante o período entre guerras. Hoje em dia, poucos são os costumes mantidos pelos descendentes, mas alguns ainda estão em uso, não somente pelos descendentes, mas também pela população de Curitiba, como a palavra “Vina” que provém de “Wienerwurst – Salsichas tipo Viena”, os clubes de bolão, culinária, etc.

Fonte: https://www.alteheimat.com.br/wp/pesquisa/imigracao-alema-no-parana/

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Conexão Espanha-Brasil

Espanhóis

Durante 60 anos, o Brasil foi governado por reis espanhóis: Felipe II 1580-1591 Felipe III 1598-1621 Felipe IV 1621-1640 Os capitães povoadores tinham grandes poderes no começo do século XVII. Não se limitavam ao comando de governos militares, suas atribuições eram tanto de ordem militar como civil. Administravam os povos da sua jurisdição de forma quase absoluta. Tanto Gabriel de Lara, no litoral, como o Capitão Martins Leme, em Curitiba, exerceram funções políticos-Administrativa e militar, cumulativamente. Ambos tiveram grande influencia e representaram papel saliente na criação das respectivas vilas de Paranaguá e de Curitiba. Lara não somente foi, durante 36 anos, o condutor do primeiro grupo de povoadores efetivos de Paranaguá, como foi também, o incentivador de núcleos expontâneos de povoamento de Curitiba.

Conheça o Centro Espanhol do Paraná: https://www.centroespanhol.com.br/

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Conheça os belíssimos jardins japoneses

O Japão cultiva a técnica do paisagismo desde tempos ancestrais, provavelmente bem antes do século VI. Os japoneses vêem esta prática como uma das modalidades artísticas mais sublimes, uma vez que ela representa a própria esfera íntima da natureza em uma área restrita, de tal forma que seja possível estabelecer uma harmonia perfeita com o entorno.

Jardim Japonês. Foto: nui7711 / Shutterstock.com

Assim, o jardim japonês é o resultado desta arte, uma tradição acalentada nas residências, nas vizinhanças dos parques, em recintos budistas ou xintoístas, e em pontos históricos, como, por exemplo, nos velhos castelos do Japão. Muitos deles, pelo menos os mais conhecidos, são os Jardins Zen, encontrados tanto neste país quanto no Ocidente.

Com certeza os jardins japoneses caracterizam o Japão da era feudal, assim como a antiga e cultuada cerimônia do chá. Além disso, eles conduzem naturalmente seus visitantes a um estado de meditação, calma e espiritualidade. Neste contexto, preponderam os fatores filosóficos, espirituais e simbólicos, valores transmitidos pela água, pelas pedras aí presentes, pelos instrumentos de jardinagem e por toda a flora que nele se dissemina.

Alguns estudiosos afirmam que eles foram importados da China, pois daí se originam os protótipos dos jardins mais antigos, completamente focados na ideia de transmitir lazer e entretenimento aos nobres. Os pertencentes à Era Heian, que vigorou de 794 a 1185, apresentavam constantemente a presença de um lago circundado por uma ilha.

Eles eram edificados com o objetivo de observar a Natureza e suas incessantes mudanças de estação. Deste momento em diante os jardins passaram a conquistar peculiaridades distintas, com a preponderância das diferentes disposições das pedras. Pode-se dizer que alguns recursos são essenciais para a caracterização de um jardim japonês.

O elemento mais conhecido é o Sakura ou a cerejeira decorativa, também denominada flor da Felicidade; ela tem um papel fundamental na cultura do Japão. Entre março e abril os japoneses comemoram o Hanami, data na qual se festeja a floração deste arbusto, um evento que atrai muitos turistas.

O Momiji-Gari ou Acer Vermelho traduz a típica melancolia dos japoneses. A face mística do jardim é conferida pela presença das lanternas de pedra, as quais contribuem para uma melhor concentração e para iluminar a psique; por meio destas luzes são despertados os valores tradicionais e espirituais.

O elemento água é representado pelo lago e pelas carpas, os quais têm significação essencial, pois esta substância é vital para a existência. Os animais, por sua vez, simbolizam a fecundidade e o progresso. O Taiko Bashi ou a ponte é uma trilha que se insinua pelo jardim, significando a ascensão a um estágio espiritual e emocionalmente mais elevado, que implica em crescimento e conhecimento interior; o bambu, dobrável, revela o dom humano de se moldar a qualquer situação e de se transformar.

As pedras das cascatas são o núcleo central do jardim. A rocha posicionada verticalmente simboliza a paternidade; e a inserida horizontalmente representa a maternidade, da qual emana a água. As demais são o retrato dos descendentes. Os bambus têm seus galhos atados, de forma que o arbusto se curve sobre o lago, como se o estivesse reverenciando.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_japonês
http://www.jardineiro.net/br/artigos/jardim_japones.php

 

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Veja como é a Cerimonia japonesa do chá

Cerimônia do chá

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Senhora vestindo o quimono durante cerimônia do chá ao ar livre, sentada na posição seiza

cerimônia do chá japonesa (chanoyu 茶の湯, lit. “água quente [para] chá”; também chamada chadō ou sadō茶道, “o caminho do chá”) é uma atividade tradicional com influências do Taoísmo e Zen Budismo, na qual chá verde em pó (matcha抹茶) é preparado cerimonialmente e servido aos convidados. O matcha é feito da planta chamada chá, Camellia sinensis.

Os encontros de chanoyu são chamados chakai (茶会, “encontro para chá”) ou chaji (茶事, “assuntos do chá”). Normalmente o termo chakai refere-se a um evento relativamente simples no qual se oferecem doces típicos, usucha (chá suave), e talvez tenshin (um aperitivo); já chaji refere-se a um evento mais formal, incluindo também uma refeição tradicional (kaiseki) e koicha(chá forte). Um chaji completo pode durar até quatro horas.

O praticante de cerimônia do chá precisa ter conhecimento de uma ampla gama de artes tradicionais que são parte integral do chanoyu, incluindo o cultivo e variedades de chá, vestimentas japonesas (kimono), caligrafiaarranjo de florescerâmica, etiqueta e incensos — além dos procedimentos formais de seu estilo de chanoyu, que podem passar de uma centena. Assim, o estudo de cerimônia do chá praticamente nunca termina [1]. Mesmo para participar como convidado em uma cerimônia formal é preciso conhecer os gestos e frases pré-definidos, a maneira apropriada de portar-se na sala de chá, e como servir-se de chá e doces,

História

Beber chá é um costume introduzido no Japão, no século IX, na forma de chá de infusão (団茶, dancha) pelo monge budista Eichu (永忠), quando este retornou da China, onde conheceu a erva, ao Japão. O chá tornou-se a bebida mais consumida no Japão, e cultivada em seu próprio território.

O costume de beber chá, iniciou-se de forma medicinal, e por razão de luxo, uma vez que era importada da China. No século IX, o autor chinês Lu Yu escreveu o Ch’a Ching, um manual sobre o cultivo e preparação do chá. A vida de Lu Yu foi influenciada pelo budismo. As ideias de Lu Yu foram cruciais para a criação e aprimoramento da cerimônia.

No século XII, um novo tipo de chá surge, o matcha, trazido ao Japão por Eisai, outro monge japonês retornando da China. Considerado um chá-verde mais forte, retirado da mesma planta de chá-preto, foi inicialmente utilizado em rituais em templos budistas. Já no século XIII, samurais já consumiam a bebida matcha, como uma adaptação do budismo. Com isso, o futuro do chá estava traçado.

Por volta do século XVI, beber o chá se popularizou, chegando a atingir todas as camadas sociais do JapãoSen no Rikyu é um dos maiores destaques na história da cerimônia do chá, seguido pelo seu mestre, Takeno Jōō. De acordo com a filosofia ichi-go ichi-e, cada cerimônia do chá é única, e nunca poderá ser reproduzida. Os ensinamentos da cerimônia do chá foram responsáveis pelo desenvolvimento de novos estilos arquitetônicos japoneses, como jardins, por exemplo. E os ensinamentos resistem até hoje.

Utensílios necessários

Foto de uma cerimônia do chá. Da esquerda para a direita: chashaku (espátula para o chá), sensu (leque), forma para colocar o batedor, chasen (batedor whisk) e fukusa (lenço de seda)

Os Utensílios da cerimônia são chamados de dōgu (道具, literalmente “Ferramentas”). A quantidade de dōgu necessários a uma cerimônia varia em função da escola e do estilo da demonstração. A sua variedade, nomes específicos e combinações de utilização tornam impraticável pela sua extensão a inclusão neste espaço de uma lista pormenorizada. Existem no Japão dicionários específicos que chegam a ter centenas de páginas. Apresenta-se de seguida uma lista simplificada com os itens essenciais:

  • Fukusa (lenço de seda)
  • Chawan (taça)
  • Natsume ou Cha-ire (boião para o chá em pó)
  • Chasen (batedor para preparar o chá)
  • Chashaku (espátula para servir o chá em pó)
  • Chakin (pano para limpar a taça)
  • Hishaku (concha de bambu)
  • Kensui (recipiente para a água suja)
  • Tana (pequena estante para colocar os utensílios)
  • Kama (panela de ferro)
  • Furo (braseiro)

 

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Sumô, conheça esse esporte japonês

Sumô

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Uma luta de sumô.

Sumô (pt-BR) ou Sumo (pt) (相撲, sumō?) é um desporto de luta competitiva de contato no qual um rikishi (lutador) tenta forçar outro lutador para fora de um ringue circular (dohyō) ou tocar o solo com qualquer parte do corpo que não as solas dos pés. O esporte originou-se no Japão, o único país no qual ele é praticado profissionalmente. Ele é geralmente considerado um gendai budō (uma arte marcial japonesamoderna), embora sua definição seja imprecisa, visto que o esporte possui uma história que data de séculos.

Muitas tradições antigas foram preservadas no sumô e mesmo hoje o esporte inclui muitos rituais, como o uso da purificação pelo sal, da época quando o sumô era usado na religião xintoísta. A vida de um lutador é altamente rígida, com regras definidas pela Associação do Sumô. A maioria dos lutadores de sumô deve viver em “campos de treinamento de sumô” comunais, conhecidos em japonês como heya, onde todos os aspectos de suas vidas diárias – de refeições à maneira de se vestir – são ditados pela tradição.

Em anos recentes, várias controvérsias e escândalos no nível profissional apareceram no mundo do sumô, com um efeito concomitante em sua reputação e nas vendas de ingressos. Isto também afetou muito a capacidade do esporte de atrair novos praticantes.[1]

Origens

Além de seu uso como um duelo de força em combate, o sumô também foi associado a rituais xintoístas, e mesmo certos templos xintoístas organizavam formas de danças rituais nas quais um humano lutaria com um “Komeku” (um espírito divino xintoísta); ver origens xintoístas do sumô. Ele era um ritual importante na corte imperial. Os representantes de cada província eram chamados para participar do torneio na corte e lutar. Era exigido que eles pagassem suas próprias viagens. O torneio era conhecido como sumai no sechie, ou “festa sumai”.

Influências de outros países vizinhos do Japão, que compartilham muitas tradições culturais, não podem ser descartadas, visto que eles apresentam estilo de luta tradicional que têm semelhança com o sumô. Exemplos famosos incluem a luta mongol, o Shuai jiao (摔角) chinês e o Ssireum coreano.

O lutador de sumô Somagahana Fuchiemon, c. 1850

No resto da história registrada japonesa, a popularidade do sumô mudou de acordo com os caprichos de seus governantes e a necessidade de seu uso como uma ferramenta de treinamento em períodos de guerra civil. A forma de luta provavelmente mudou gradativamente para uma forma na qual o objetivo principal na vitória era jogar o adversário para fora. O conceito de puxar um oponente para fora de uma área definida surgiu algum tempo depois.

Além disso, acredita-se que um ringue, definido como algo que não é simplesmente a área data para os lutadores, surgiu no século XVI como um resultado de um torneio organizado pelo principal senhor feudal da época no Japão, Oda Nobunaga. Neste momento, os lutadores vestiam tangas frouxas, ao invés dos cintos de luta mawashi mais duros de hoje. Durante o período Edo, os lutadores vestiam um avental decorativo com franjas chamado kesho-mawashi durante a luta, enquanto atualmente eles são vestidos apenas durante os rituais antes do torneio. A maior parte do resto das formas atuais do esporte foi desenvolvida no início do período Edo.

Cena de luta de sumô, por volta de 1851

O sumô profissional (大相撲, ōzumō?) tem suas raízes no período Edo no Japão como uma forma de entretenimento esportivo. Os lutadores originais eram provavelmente samurais, às vezes ronins, que precisavam encontrar uma forma de renda. Os torneios profissionais de sumô atuais começaram no Santuário Tomioka Hachiman em 1684, e depois passaram a acontecer no Ekō-in, no período Edo. O Oeste do Japão também possuía seus próprios torneios neste período, tendo como centro mais proeminente Osaka. O sumô de Osaka continuou até o fim do período Taisho em 1926, quando ele fundiu-se com o sumô de Tóquio para formar uma única organização. Por um curto período após este momento, quatro torneios eram organizados por ano, dois torneios em locais no oeste do Japão, como Nagoia, Osaka e Fukuoka, e dois no Ryōgoku Kokugikan em Tóquio. De 1933 em diante, os torneios foram organizados quase exclusivamente no Ryōgoku Kokugikanaté as forças da ocupação americana se apropriarem dele e os torneios serem transferidos para o Santuário Meiji até a década de 1950. Então, um local alternativo, o Kuramae Kokugikan que era próximo do Ryōgoku, foi construído para o sumô. Também neste período, a Associação de Sumô começou a expandir para locais no oeste do Japão novamente, chegando a um total de seis torneios por ano em 1958, com metade deles em Kuramae. Em 1984, o Ryōgoku Kokugikan foi reconstruído e os torneios de sumo em Tóquio foram orgnaizados lá desde então.

Vencendo uma luta de sumô

O vencedor de uma luta de sumô é aquele que:

  1. For o primeiro lutador a forçar seu oponente para fora do ringue; ou
  2. For o primeiro lutador a forçar seu oponente a tocar o solo com qualquer parte do seu corpo que não a sola de seus pés.

Há também algumas outras regras menos comuns que podem ser usadas para determinar o vencedor. Por exemplo, um lutador usando uma técnica ilegal (ou kinjite) automaticamente é derrotado, como faz aquele cujo mawashi (ou cinto) se desamarra. Um lutador que falha em participar de sua luta (incluindo devido a uma contusão anterior) também automaticamente é derrotado (fusenpai).

As lutas consistem de um único round e frequentemente dura somente alguns segundos, visto que geralmente um lutador é rapidamente jogado para fora do círculo ou empurrado para o solo. No entanto, em alguns casos elas podem durar por alguns minutos. Cada partida é precedida por um elaborado ritual cerimonial. Tradicionalmente, os lutadores de sumô são reconhecidos por seu grande peso e sua grande massa corporal geralmente é um fator para a vitória no sumô. Não há divisões por peso no sumô profissional e, considerando a variedade de pesos corporais no sumo, um lutador pode às vezes encarar um oponente com o dobro de seu peso. No entanto, com uma técnica superior, lutadores menores podem controlar e derrotar lutadores muito maiores..[2]

Após o vencedor ser declarado, um gyōji (ou juiz) fora da arena determina o kimarite (ou técnica vencedora) usado na luta, que é então anunciado ao público.

Em ocasiões raras, o juiz podem conceder a vitória ao lutador que tocou o chão primeiro. Isto acontece se ambos os lutadores tocarem o chão praticamente ao mesmo tempo e for decidido que o lutador que tocou o chão depois não tinha nenhuma chance de vencer, visto que devido à superioridade do seu oponente ele já estava em uma posição irrecuperável. O lutador perdedor é chamado de shini-tai (“corpo morto”) neste caso.

O ringue de luta (dohyō)

Ver artigo principal: dohyō

As lutas de sumô ocorrem em um dohyō (土俵): um ringue com 4,55 metros de diâmetro e 16,26 m² de área de fardos de palha de arroz em cima de uma plataforma feita de barro misturado com areia. Um novo dohyō é construído para cada torneio pelos interlocutores da luta (ou yobidashi). No centro há duas linhas brancas, as shikiri-sen, atrás das quais os lutadores se posicionam no início da luta.[3] Um telhado que lembra o de um templo xintoísta pode ser suspenso sobre o dohyō.

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Conheça grandes filmes japoneses

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O cinema japonês possui uma história de mais de 100 anos. A primeira produção japonesa foi um documentário de curta-metragem, produzido em 1899, que chamava Geisha no Teoderi. No entanto, devido ao terremoto de 1923 e ao bombardeio sofrido na Segunda Guerra Mundial, a maioria das produções japonesas cinematográficas produzidas até então acabaram perdidas.

Depois desse período conturbado na história nipônica, a partir da década de 30, o cinema no país voltou a se fortalecer com diversos filmes contemplados pelas mais conceituadas premiações, inclusive com Oscars. No próximo tópico, relacionamos dez grandes produções japonesas que estiveram entre as mais premiadas. Se você não assistiu ainda alguns deles, vale a pena conferir. 🙂

Lista das dez produções mais premiadas na história do cinema japonês

1 – Rashomon (1950) – Oscar

Rashomon (1950)

Rashomon (1950) – Oscar
Data de lançamento: 25 de agosto de 1950 (Japão)
Direção: Akira Kurosawa
Estrelas: Toshiro Mifune, Machiko Kyô, Masayuki Mori
Música composta por: Fumio Hayasaka
Roteiro: Akira Kurosawa, Shinobu Hashimoto
Sinopse: O filme descreve um estupro e um assassinato por meio de relatos totalmente divergentes de quatro testemunhas.

Link do filme Rashomon completo e legendado (YouTube)

2 – “Jigokumon” (1953) – Oscar

As Portas do Inferno- Jigokumon (1953)

Jigokumon (1953) 
Título em português: Portal do Inferno
Data de lançamento: 31 de outubro de 1953 (Japão)
Direção: Teinosuke Kinugasa
Estrelas: Machiko Kyô, Kazuo Hasegawa, Isao Yamagata
Música composta por: Yasushi Akutagawa
Roteiro: Teinosuke Kinugasa, Masaichi Nagata, Kan Kikuchi
Sinopse: Um samurai que resgata uma mulher e se interessa por ela, sem saber que se trata de uma moça casada. Foi o primeiro filme colorido japonês lançado fora do país.

Link do Trailer de Jigokumon (YouTube)

3 – “Miyamoto Musachi” (1956) – Oscar

Miyamoto Musachi (1956)

Miyamoto Musachi kanketsuhen: Ketto Ganryujima
Data de lançamento: 1 de janeiro de 1956 (Japão)
Direção: Hiroshi Inagaki
Estrelas: Toshiro Mifune, Mariko Okada, Koji Tsuruta
Roteiro: Hideji Hôjô, Hiroshi Inagaki,
Sinopse: Dois amigos deixam seu povo para lutar com o exército e acabam na casa de uma viúva com sua filha.

Link do Trailer de Miyamoto Musachi (YouTube)

4 – “A mulher de areia” (1964) – Prêmio Especial do Júri no Festival de cinema de Cannes e indicado ao Oscar de melhor direção e melhor filme estrangeiro

A mulher de areia (1964)

Suna no Onna (1964)
Título em português: A mulher de areia
Data de lançamento: 15 de fevereiro de 1964
Diretor: Hiroshi Teshigahara
Elenco: Eiji Okada, Kyoko Kishida, Koji Mitsui
Roteiro: Kobo Abe (roteiro e romance), Eiko Yoshida
Sinopse: Um homem sai para caçar insetos raros e acaba caindo em uma armadilha.

Link do filme Suna no Onna completo e legendado (YouTube)

5 – “Kwaidan” (1965) – Prêmio Especial do Júri no Festival de cinema de Cannes

Kwaidan (1965)

Kwaidan (1965)
Título de português: As 4 Faces do Medo
Data de lançamento: 6 de janeiro de 1965
Diretor: Masaki Kobayashi
Elenco: Rentaro Mikuni, Michiyo Aratama, Misako Watanabe
Roteiro: Yoko Mizuki
Sinopse: Filme composto por quatro histórias de terror, não relacionadas.

Link do Trailer de Kwaidan (YouTube)

6 – “A Balada de Narayama” (1983) – Palma de Ouro em Cannes

A Balada de Narayama (1983)

Narayama Bushi Ko (1983)
Título em português: A Balada de Narayama
Data de lançamento: 29 de abril de 1983 (Japão)
Direção: Shohei Imamura
Música composta por: Shin-ichiro Ikebe
Roteiro: Shohei Imamura
Elenco: Ken Ogata, Sumiko Sakamoto, Sumiko Sakamoto, Aki Takejo, Tonpei Hidari
Autor: Shichirō Fukazawa
Sinopse: Em uma pequena cidade japonesa, existe uma tradição que quem completa 70 anos deve rumar para o topo de uma montanha e esperar a morte. Orin está prestes a completar essa idade, mas só pensa em arrumar uma esposa para seu filho mais velho.

Link do Trailer de A Balada de Narayama (YouTube)

7 – “Hana-bi – Fogos de artifícios” (1997) – Leão de Ouro do Festival de Cinema de Veneza

Hana-bi – Fogos de artifícios (1997)

HANA-BI (1997)
Título em português: Hana-bi – Fogos de artifícios
Data de lançamento: 24 de Janeiro de 1998
Direção: Takeshi Kitano
Música composta por: Joe Hisaishi
Roteiro: Takeshi Kitano
Elenco: Takeshi Kitano, Kayoko Kishimoto, Ren Osugi, Susumu Terajima, Tetsu Watanabe
Sinopse: Um policial vive dois dramas pessoais complicados. Enquanto seu parceiro é baleado por mafiosos e ele corre em busca de vingança, sua mulher está à beira da morte.

Link do trailer do filme Hana-bi (YouTube)

8 – “A Enguia” (1997) – Palma de Ouro em Cannes

A Enguia (1997)

Unagi (1997)
Título em português: A Enguia
Data de lançamento: 24 de maio de 1997 (Japão)
Direção: Shohei Imamura
Música composta por: Shin-ichiro Ikebe
Roteiro: Shohei Imamura, Daisuke Tengan, Motofumi Tomikawa
Elenco: Misa Shimizu, Kōji Yakusho, Kōji Yakusho, Mitsuko Baisho, Mitsuko Baisho
Sinopse: Um barbeiro condenado por matar sua mulher é libertado e vê sua vida mudar radicalmente, após salvar a vida de uma moça que tentava suicídio.

Link do Trailer de Unagi (YouTube)

9 – “A viagem de Chihiro” (2001) – Leão de ouro de Veneza, Urso de Ouro no Festival de Berlim e o Oscar de Melhor Filme de Animação

Confira 10 filmes japoneses premiadosA viagem de Chihiro (2001)

Sen to Chihiro no Kamikakushi (2001)
Título em português: A viagem de Chihiro
Data de lançamento: 18 de julho de 2003 (Brasil)
Diretor: Hayao Miyazaki
Roteiro: Hayao Miyazaki
Música composta por: Joe Hisaishi
Canção original: Always With Me
Personagens: Haku, Yubaba, Chihiro Ogino, Kamaji, Boh, Aogaeru, Bandai-gaeru, Lin, Akio Ogino, Kawa no Kami
Sinopse: Trata-se de um filme de animação, dirigido por Hayao Miyazaki, que conta a história da família Orgino. A família está mudando para uma nova cidade, mas se depara com assustadores e inesperados percalços.

Link do filme Sen to Chihiro no Kamikakushi dublado (YouTube)

10 – “A partida” (2009) – Oscar de melhor filme estrangeiro

Okuribito – A Partida (2009)

Okuribito (2009)
Título em português: A Partida
Data de lançamento: 5 de junho de 2009
Diretor: Yojiro Takita
Música composta por: Joe Hisaishi
Autor: Aoki Shinmon
Roteiro: Kundo Koyama
Elenco: Masahiro Motoki, Ryoko Hirosue, Kazuko Yoshiyuki, Tsutomu Yamazaki, Kimiko Yo
Sinopse: Conta a história de um jovem recém-casado que perde o emprego. Ao mudar de cidade e arrumar um novo emprego, o protagonista descobrirá um novo sentido em sua vida.

Link do filme Okuribito dublado (YouTube)

Um pouco sobre a cultura japonesa

CULTURA

O Japão exibe uma cultura multifacetada, com tradições milenares. Embora tenha raízes na cultura chinesa, a distância geográfica permitiu ao Japão a construção de um modelo cultural diferenciado e cujas marcas persistem mesmo com a característica dinâmica do povo de adaptar-se à evolução tecnológica.

Religião

Os japoneses têm o sincretismo religioso como marca. Suas principais crenças têm raízes no xintoísmo e budismo, mas coexistem com outras religiões, até mesmo com a cristã.

Diferente do que ocorre no Ocidente, no Japão, não há pregações religiosas e a religião não é vista como doutrina, mas um modo de vida. É considerada um código moral, um modo de viver e está tão arraigada, que não se distingue dos valores sociais e culturais da população.

A introspecção também marca a religião no Japão. As orações não são públicas e, menos ainda, integram cerimônias oficiais. A adoração não é comum entre os japoneses. Os rituais de vida (nascimento, casamentos, aniversários) e morte (funerais) são parte comum da vida no Japão.

Nem sempre foi assim, contudo. Até a Segunda Guerra Mundial, o imperador japonês era considerado um verdadeiro deus. O conflito quebrou esse sistema de crenças e, após a recuperação econômica, a religião define a espiritualidade do povo.

Leia mais sobre o Xintoísmo e o Budismo.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/cultura-japonesa/

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Conheça a roupa tradicional japonesa

Quimono – A Roupa Tradicional Japonesa

Tipos de Quimono – Roupa tradicional japonesa
O Kimono japonês é uma das vestes tradicionais mais conhecidas do mundo. A palavra Kimonosignifica “coisa de vestir” (kiru=vestir, mono=coisa), em outras palavras, “roupas”, e até meados do século 19 foi a roupa usada por todos no Japão. Isso começou a mudar lentamente com a importação de ternos, vestidos e outras modas ocidentais durante a Era Meiji.

Existem diferentes tipos de kimono para diferentes ocasiões e estações, incluindo aquelas usadas pelos homens. Ultimamente é usado por algumas pessoas mais velhas ou artistas tradicionais. O Kimono não faz mais parte da roupa cotidiana dos japoneses, mas ainda são amplamente usados em ocasiões especiais como casamentos, cerimônias de graduação e ritos de passagem de idade.

Seijinshiki - Cerimônia da Maioridade

Graças à popularidade das xilogravuras de Ukiyo no Ocidente no início do século passado, a donzela vestida de quimono, se tornou uma das imagens mais simbólicas do Japão. Vestir-se de quimono e outros acessórios das gueixas ou maiko ainda é uma das atividades mais populares para os turistas que visitam a terra do sol nascente.
Uma das razões é o custo, pois existem kimonos de seda que podem custar mais de um milhão de ienes.

Há também a questão de como colocar o kimono e amarrar o obi (faixa decorativa), um processo complicado que está além da capacidade de muitas mulheres jovens. Elas geralmente têm de pedir às suas mães para ajudá-las ou fazer curso em uma escola de quimono. Outra razão é a influência da moda ocidental, que fazem com que cada dia menos japoneses queiram usar as vestimentas tradicionais.

História e evolução do Kimono

História do Kimono

A ilustração à esquerda mostra como o design do quimono tem mudado ao longo dos séculos. No período Nara (710-94), uma peça chamada kosode (mangas pequenas) foi usado, inicialmente, como roupa de baixo e mais tarde como um vestuário exterior, tanto por homens e mulheres. A peça tornou-se conhecido como um quimono do século 18. Embora hoje muito menos comum do que costumava ser, é provável que um turista veja pelo menos uma destas peças de vestuário durante a sua estadia.

As mulheres usam quimono quando participam de artes tradicionais, tais como uma cerimônia do chá ou ikebana. Meninas e mulheres jovens, solteiras usam Furisode, um estilo colorido de quimono com mangas compridas e amarradas com obi com uma cor brilhante (faixa). Kimono feito em tecido com motivos geométricos simples, chamado Komon Edo, são mais simples e casuais.

Nos casamentos, os noivos, muitas vezes, passam por diversas trocas no figurino. Um deles é a noiva vestir um shiromuku, um kimono pesado, com bordado branco e  uma peruca elaborada. O noivo veste um quimono preto de seda que leva o brasão da família, hakama (saia pregueada) e meias pretas compridas chamado haori. Ocasionalmente são usados ternos ocidentais em pessoas do sexo masculino durante a cerimônia do casamento.

Para funerais, tanto homens como mulheres usam quimono preto liso. Muitas vezes é difícil dizer se um cara está indo para um casamento ou um funeral, exceto pela gravata, que é branca para casamentos e preta para funerais.

Em janeiro de cada ano, jovens de 20 anos comemoram o dia da Maioridade. Outras ocasiões, que se veste quimono incluem Ano Novo cerimônias de formatura e Shichi-go-san para as crianças.

Tradicionalmente, a arte de vestir um quimono era passado de mãe para filha, mas hoje em dia, as escolas ensinam as técnicas necessárias nesses dias especiais para que o costume continue a existir nas futuras gerações. A primeira coisa é colocar a tabi (meias brancas de algodão), depois coloca-se a roupa interior, um kimono branco, de algodão o nagajuban, que é amarrado com um cinto datemaki, e finalmente o quimono, com o lado superior esquerdo à direita (direita para a esquerda só é utilizado quando veste um cadáver para o enterro) e amarrado com o obi.

Sobre o nagajuban, tem o haneri (colar), que fica dentro da gola do quimono. O Haneri serve como uma forma de atrair a atenção das pessoas para o pescoço, que dizem ser considerada a parte mais sensual da mulher que veste um quimono. Nos pés, sandálias zori, feitas de palha, são geralmente usadas.

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Doces japoneses (não artesanais)

Veja alguns doces específicos deliciosos do Japão. Doces orientais são uma experiência única. Muitos deles se assemelham com os doces ocidentais mas a maioria é bem diferente e muito saboroso. Aproveite e veja este vídeo com alguns dos doces encontrados em mercados e feirinhas no Oriente. Não são doces artesanais mas são tão deliciosos quanto.

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A língua japonesa

língua japonesa (日本語; nihongo) é um idioma do leste asiático falado por cerca de 128 milhões de pessoas, principalmente no Japão, onde é a língua nacional. É membro da família das línguas japônicas e sua relação com outras línguas, como o coreano, é debatida. O japonês foi agrupado com famílias linguísticas como a Ainu, as Austro-asiáticas e a agora desacreditada Altaica, mas nenhuma dessas propostas ganhou ampla aceitação.

Pouco se sabe sobre a pré-história da língua japonesa, ou quando apareceu pela primeira vez no Japão. Documentos chineses do século III d.C registraram algumas palavras japonesas, mas textos substanciais não apareceram até o século VIII. Durante o período Heian (794–1185), os chineses tiveram considerável influência no vocabulário e na fonologia do japonês antigo. Os japoneses do final do período médio (1185-1600) incluíam mudanças nas características que o aproximavam da linguagem moderna e a primeira aparição de empréstimos europeus. O dialeto padrão mudou-se da região de Kansai para a região de Edo (onde hoje fica Tóquio) no início do período japonês moderno (início do século XVII a meados do século XIX). Após o fim, em 1853, do isolamento auto-imposto do Japão, o fluxo de empréstimos das línguas europeias aumentou significativamente. Várias palavras emprestadas do inglês, em particular, tornaram-se frequentes e palavras japonesas de raízes inglesas proliferaram.

O japonês é uma língua aglutinante, com uma fonotaxia simples, um sistema de vogais puras, vogais fonêmicas e comprimento de consoante e um sotaque lexicalmente significativo. A ordem das palavras é normalmente sujeito-objeto-verbo com partículas marcando a função gramatical das palavras, e a estrutura da frase é tópico-comentário. Partículas de sentenças finais são usadas para adicionar impacto emocional ou enfático, ou fazer perguntas. Os substantivos não têm número gramatical ou gênero, e não há artigos. Os verbos são conjugados, principalmente para tempo e voz, mas não para pessoa. Equivalentes japoneses de adjetivos também são conjugados. O japonês tem um complexo sistema de construções honoríficas com formas verbais e vocabulário para indicar o status relativo do falante, do ouvinte e das pessoas mencionadas.

O japonês não tem relação genética com o chinês,[2] mas faz uso extensivo dos caracteres chineses, chamados de kanji (漢字), em seu sistema de escrita, e uma grande parte do seu vocabulário é emprestada da língua chinesa. Junto com o kanji, o sistema de escrita japonês usa principalmente dois silabários, o hiragana (ひらがな; 平仮名) e o katakana (カタカナ; 片仮名). O alfabeto latino(ou romaji) é usada de maneira limitada, como para acrônimos importados, e o sistema numeral usa principalmente números arábicos ao lado de numerais chineses tradicionais.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_japonesa

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Trabalho no Japão

Quem pode trabalhar no Japão?

Trabalhar no Japão: fábrica

Para trabalhar no Japão é autorizado somente descendentes. No entanto, o governo japonês tem liberado vagas para estudantes, bolsas e trabalhadores extremamente qualificados. Entretanto, é necessário ter a fluência na língua e convite de uma empresa.

Profissionais altamente qualificados – HSP ou HSFP

Este tipo de visto é destinado para trabalhadores estrangeiros que sejam talentosos e que possuem habilidades avançadas e especializadas. Portanto, é um visto especial que só pode ser solicitado se a pessoa tiver um emprego específico ou o convite de alguma empresa.

Estudante

O estudante que queira fazer um curso de graduação ou pós graduação pode trabalhar no Japão com algumas restrições. Primeiro, deve solicitar permissão para a universidade e depois aplicar para uma licença especial. No entanto, somente pode trabalhar até 28 horas semanais.

Descendentes

Se não for um profissional qualificado, o brasileiro só pode trabalhar no Japão se for descendente. Precisa passar por um processo para solicitar o visto e ser liberado para trabalhar no país.

Cônjuge de japoneses

Para quem almeja casar com alguém da nacionalidade japonesa pode requerer o visto de cônjuge e ser liberado para trabalhar no país.

Quais são os tipos de trabalhos mais comuns para brasileiros?

Trabalhar no Japão: loja de conveniência Family Mart

A maior parte das vagas destinadas aos brasileiros está nas fábricas pela facilidade de encontrar trabalho na área. Contudo, existem outros setores que os japoneses contratam brasileiros.

Lojas de conveniência, mercados, restaurantes e outros comércios também contratam brasileiros. Se souber falar muito bem o inglês é melhor ainda, já que o país recebe muitos turistas do mundo todo.

Áreas como a engenharia, escritório, tecnologia da informação, bancos de investimento, professores de idiomas, vendas, recrutadores, atores, modelos e engenheiros de software também contratam bastante brasileiros.

Quais são as cidades com maior concentração de brasileiros?

Cidade de Shizuoka no Japão

O Itamaraty estima que existem em torno de 170 mil brasileiros no Japão. A maioria está concentrada em algumas regiões do país. Confira onde estão concentrados os brasileiros no Japão.

Aichi

A região de Aichi é onde estão localizadas as montadoras automobilísticas como Toyota, Daimler Chrysler, Volkswagen e Mitsubishi. São quase 55 mil brasileiros na região e a maior parte deles trabalham nestas fábricas e mora na cidade de Toyota.

Shizuoka

A província de Shizuoka possui um grande número de fábricas de autopeças. Todavia, a região faz sucesso por ser a maior produtora de chá-verde no país. Os brasileiros que estão por lá já somam 33,5 mil e estão localizados no ponto mais alto do Japão, mais precisamente na cidade de Hamamatsu.

Mie

Mie é a região repleta de belezas naturais como inúmeras cachoeiras. Além disso, a província conta com muitos templos que foram construídos a mais de 2 mil anos. As cidades de Suzuka, TsuI, Iga e Yokkaichi são as que recebem mais brasileiros, sendo ao todo quase 15 mil.

veja também:
Trabalhar nos EUA: veja dicas e conheça os vistos necessários

Gifu

Na província de Gifu a maior concentração de brasileiros está nas cidades de Kani, Ogaki e Minokamo. Atualmente, o número de brasileiros por lá alcança 13,3 mil que podem desfrutar de uma região com muitas montanhas, produção de saquê, artes em cerâmica e belíssimos resorts.

Gunma

A região de Gunma tem o privilégio de a maior montanha da região, o monte Akagi. Em torno de 13 mil brasileiros têm o privilégio de contemplar uma beleza exuberante. A maior parte deles está na cidade de Oizumi.

Kanagawa

Em torno de 10 mil brasileiros vivem entre as cidades Hiratsuka, Kawasaki e Yokohama que estão localizadas na província de Kanagawa. A província é bastante conhecida pela sua beleza arquitetônica que dá um ar mais moderno para o lugar. Além disso, é lá que está o maior porto do país que recebe a maior parte das embarcações internacionais.

Saitama

A província de Saitama possui uma vegetação exuberante e várias montanhas. Por isso, o lugar ficou conhecido como Província do Esplendor e já são mais de 9 mil brasileiros que podem desfrutar dessa beleza. Mas a maior concentração deles está na cidade de Honjo.

Shiga

As cidades de Koka, Higashiomi e Nagahama recebem os 8,7 mil brasileiros que vivem na região de Shiga. O maior lago do Japão chamado Lago Biwa está localizado nesta província que apresenta uma beleza inigualável.

Nagano

Cerca de 7,5 mil brasileiros se dividem entre as cidades de Iida, Matsumoto, Ina e Ueda que ficam localizadas na região de Nagano. A província é famosa por seus belos alpes que chegam a 3 mil metros de altura.

Ibaraki

A província de Ibaraki é a região litorânea do Japão com belas praias e paisagens indescritíveis. Em torno de 7,5 mil brasileiros vivem em cidades como Ushiku, Tsuchiura e Joso.

Quanto ganha um brasileiro no Japão?

Definir quanto ganha um brasileiro no Japão vai depender da região, do serviço, sexo, horário e província em que vive. Isso porque a variação é enorme entre uma cidade e outra e o salário é calculado por hora.

O valor mínimo do salário é de 600 ienes, mas pode chegar até 1500 ienes por hora. A carga horária para a maioria das funções é de 8 a 9 horas por dia e muitos optam em fazer hora extra para receber 25% a mais.

Portanto, se um brasileiro trabalha 8 horas por dia, ganhando 850 ienes por hora durante 22 dias, o seu salário será de 150.000 ienes dentro do mês. Convertendo esse valor para o real, a remuneração será mais de R$ 5.000,00.

Quais as regiões que pagam o melhor salário no Japão?

Bairro de Shibuya em Tóquio

Como citado anteriormente, o salário mínimo no Japão pode variar de região para região. No entanto, as prefeituras determinam um valor médio que deve ser pago pelas empresas. Veja como fica em cada província por hora.

  1. Tokyo – ¥932
  2. Kagawa – ¥930
  3. Osaka – ¥883
  4. Aichi – ¥845
  5. Saitama – ¥845
  6. Chiba – ¥842
  7. Kyoto – ¥831
  8. Hyogo – ¥819
  9. Shizuoka – ¥807
  10. Mie – ¥795

Quais as vantagens e desvantagens de trabalhar e morar no Japão?

Trabalhar no Japão e morar

Como em qualquer país do mundo, trabalhar e morar no Japão tem suas vantagens e desvantagens. Confira algumas delas.

Vantagens

1.   Segurança

O Japão é um dos países mais seguros do mundo. Por isso, você consegue andar na cidade sem muita preocupação.

2.   Bom uso do dinheiro público

Trabalhar diariamente sabendo que o imposto que você paga é realmente investido em ruas limpas, sinalizadas e sem buracos, é recompensador. Além disso, tudo o que você compra vem especificado o valor do imposto pago por aquele produto.

veja também:
Trabalhar no Canadá: vistos e trabalhos desempenhados pelos brasileiros

3.   Educação de qualidade

As escolas no Japão são de excelente qualidade e você pode ficar mais tranquilo em saber que seu filho está sendo bem educado.

4.   Serviços de qualidade

Independente se o serviço é público ou particular, todos são de ótima qualidade. Como a tecnologia no país é altamente avançada, os sistemas de internet, telefonia, transporte, entre outros, são muito eficientes.

5.   Vida saudável

O país é repleto de praças, jardins e muito verde. Dessa forma, é muito comum praticar esportes e curtir um momento de lazer em contato com a natureza.

Desvantagens

1.   Desastres naturais

Infelizmente, o Japão sofre muito com os desastres naturais. Terremotos, tufões e tsunamis são comuns no país e muitos deles acontecem com um alto poder de destruição. Isso pode deixar as pessoas apreensivas.

2.   Número alto de suicídio

O Japão possui uma das mais altas taxas de suicídio do mundo. Esse número evidencia ainda mais algumas questões culturais e sociais do país. Não é a toa que um dos livros mais vendidos na região é o Manual Completo do Suicídio.

3.   Bullying em escolas e empresas

Há inúmeros relatos de filhos de estrangeiros sofrerem bullying nas escolas japonesas e até em empresas onde tem um número grande de imigrantes. Isso causa enormes problemas psicológicos e até suicídio.

4.   Machismo

Em algumas partes do Japão as mulheres ganham menos do que os homens, mesmo executando tarefas similares.

5.   Estresse no trabalho

As longas jornadas de trabalho no Japão causa bastante estresse nos trabalhadores. Muitos deles estão se afastando por invalidez e ainda há registros de morte súbita e suicídio.

Quais são as agências / empreiteiras de emprego para trabalhar no Japão?

Muitas agências especializadas disponibilizam pacotes para quem pretende imigrar para o Japão. Dentro desse pacote a pessoa tem direito a um emprego, passagens aéreas, vistos e o certificado de elegibilidade.

Confira as principais agências de emprego no Japão:

TGKRH

A TGKRH é uma empresa que atua a mais de 20 anos no mercado. Entre seus clientes estão mais de 60 empreiteiras em todo território japonês. A agência ainda conta com vagas urgentes que possibilita o embarque imediato.

Itiban

A empresa Itiban possui escritório em várias cidades do Brasil. São mais de 28.000 vagas entre autopeças, eletrônicos e áreas alimentícias. Por isso, a agência é considerada uma das maiores no país.

Gema Empregos no Japão

Com mais de 30 mil clientes satisfeitos, a Gema Empregos no Japão é uma das agências mais antigas do Brasil. A empresa possui parceria com grandes empresas no Japão e facilita o embarque de brasileiros.

Se você achava complicado trabalhar no Japão, com este post algumas informações foram esclarecidas. Portanto, se você já se sente preparado, é hora de procurar uma agência para saber seus próximos passos.

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Veja as diferenças entre a Escola brasileira e a japonesa

Japonesa conta diferenças da educação no Brasil e no Japão

Postado em 05/04/2012 10:40

Texto de Érika Tamura

Professor no Japão é uma profissão muito respeitada, e para os japoneses o professor é chamado de sensei, ou mestre em português, pois é considerado o sábio, o centrado e orientador das crianças. O Japão tem a exata noção de que o futuro do país depende das crianças, por isso a educação é muito valorizada, rigorosa, disciplinada.
E para que tudo isso dê certo na prática, são necessários professores competentes, que passaram por rigorosas seleções, que possuem um alto grau de conhecimento e em compensação são bem remunerados.


E no Brasil não preciso nem dizer como anda a educação… A impressão que dá é que o assunto educação não é prioridade, torna-se secundário em relação às Olimpíadas e Copa do Mundo de futebol!

Por isso, considero os professores brasileiros verdadeiros guerreiros, pois trabalham com amor à profissão, batalham com a falta de recursos e estruturas, sem contar o quesito salarial. Heróis! É a palavra ideal para defini-los.

Aqui no Japão, professores são admirados. Quando alguém diz que é professor, ganha a admiração de todos no ato. E no Brasil, quando falam que a sua profissão é a de professor, todos ficam com dó… É uma reação espontânea, que surge automaticamente.

Converso com vários professores universitários japoneses, e eles ficam admirados com o nível de conhecimento dos professores brasileiros, mas não entendem porque é tão difícil atingir educacionalmente 100% da população.

Os japoneses não entendem porque ainda tem um número muito alto de analfabetismo no Brasil. Ficam indignados quando falo que muitas crianças abandonam a escola para trabalhar e assim ajudar no sustento da família. E mesmo assim, quando tornam-se profissionais da educação, possuem currículos invejáveis e uma postura profissional ímpar.

Ninguém vai entender se não morar no Brasil.
Deu para perceber que o Brasil tem excelentes professores mas não os valoriza. Entendi também que a necessidade de investimento e cuidado com a educação do povo brasileiro é uma necessidade primordial, e que deveria estar acima de todas as outras.

Quando conversei com o senhor Osamu Iida, ex-presidente da Honda no Brasil, ele mesmo cantou a bola: “o Brasil é um ótimo país, deixou de ser subdesenvolvido há muito tempo, só falta melhorar um item para ser perfeito e continuar crescendo, é melhorar a estrutura educacional das crianças!”. Claro! Afinal, se melhorasse esse item, os benefícios viriam como consequência e a violência cairia e muito.

E na minha opinião o início de tudo seria na valorização do professor. E é um passo tão pequeno, mas tão significativo!

Professores, tanto no Brasil como no Japão, são pessoas que amam o que fazem porque senão não aguentariam o tranco, admiro muito quem tem esse dom, pois eu defino como um dom, a arte de ensinar uma criança. Carga horárias puxadas, folgas sacrificadas, refeições puladas… essa é a rotina do professor brasileiro, japonês, mundial! Por isso admiro tanto essa profissão.

Muitos falam que é difícil tornar-se um médico competente, ou um advogado consagrado, mas se não fosse pelo professor nenhuma dessas profissões seriam desenvolvidas com tamanha maestria e competência.
Por isso que no Japão o professor é reverenciado como um mestre sábio e está num patamar acima de todas as outras profissões.

Fonte: https: //www.sistemampa.com.br/bom-dia-divinopolis/japonesa-conta-diferencas-da-educacao-no-brasil-e-no-japao/

 

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Eletrônicosjaponeses

Modelo japonês de administração

Na metade do século passado surgiu no Japão um novo modelo de gestão que propunha melhorar as técnicas e preposições ocidentais. Este novo modelo se desenvolveu sobre o Sistema Toyota de Produção que com a difusão de suas ideias tornou-se um dos principais pilares que sustentam a competitividade da economia global.

Esse novo sistema de produção foi criado por Eiji Toyoda e Taiiichi Ohno baseia-se no trabalho dos pioneiros da administração como Frederick Taylor e Henry Ford e na cultura japonesa.

Os principais princípios deste modelo são a eliminação de desperdícios, produção flexível e a fabricação com qualidade. Para que esse novo sistema tivesse êxito era preciso promover uma administração participativa que se promove a participação dos funcionários no processo decisório.

O Sistema Toyota de Produção foi concebido quando Eiji Toyoda e Taiiichi Ohno visitaram a Ford nos Estados Unidos e concluíram que o modelo de produção continua da Ford era na realidade um modelo que pregava o desperdício de recursos materiais, espaço, tempo e esforço humano. Os visitantes observaram que existiam fábricas gigantescas, muito material em estoque, espaços vazios e pessoas com tarefas limitadas.

O Sistema Toyota de Produção tem como elemento básico o sistema de produção elaborado por Ford porem os japoneses o tornaram mais racional e econômico e para isso o foco passou a ser a eliminação do desperdício, ou seja, eliminar tudo aquilo que não agrega valor ao produto. Por esse motivo esse tipo de sistema de produção é conhecido como “Sistema Enxuto”

As principais ideias usadas neste sistema de produção para eliminar desperdícios são

  1. Racionalização da força de trabalho. Para que o trabalho seja racionalizado é preciso que se trabalhe em equipe. O líder deve trabalhar com a equipe ao mesmo tempo que coordena o grupo e a equipe tem a tarefa de fazer pequenas manutenções em equipamentos, consertos de baixa complexidade e devem auxiliar no controle de qualidade.
  2. Just in time. O método Just in time (bem na hora) procura reduzir ao mínimo os estoques e tem como objetivo fazer com os materiais sejam empregados no momento exato em que vão ser utilizados na linha de produção.
  3. É um sistema que utiliza um cartão chamado de Kanban para registrar a movimentação de materiais onde cada entrega é registrada nesse cartão permitindo assim controlar itens de acordo com que vão sendo consumidos, fazendo com que não haja abastecimento de materiais antes do tempo necessário e nem acúmulos de estoques.
  4. Produção flexível. Este sistema de produção permite que os produtos sejam feitos em pequenos lotes alterando para isso os moldes que são colocados nas máquinas de produção. Para se ter uma ideia a Toyota treinou seus funcionários para que eles efetuem essa troca em apena 3 minutos.

Uma das principais características deste modelo de gestão é a fabricação com qualidade. Os pilares fundamentais do Sistema Toyota é que todo trabalhador deve fazer certo da primeira vez, identificar e corrigir os erros em suas causas fundamentais, sendo que o trabalhador tem o poder de interromper a linha de produção caso ele encontre um problema que não consiga resolver. Caso a parada da produção seja necessária cada erro deve ser analisado até se chegar a sua causa raiz. Um método interessante que é utilizado para essa análise é perguntar sucessivamente “ por quê? ” até se chegar a causa fundamental  do problema ou a Causa Raiz , essa técnica é chamada de “ 5 Whys” e visa encontrar uma contramedida para corrigir um problema.

Outra característica desse sistema é que existe nas empresas que adotam esse sistema a ideia de Círculos de Controle de Qualidade (CCQ) que são grupos compostos por trabalhadores que se reúnem para estudar e propor soluções de problemas que estejam comprometendo a qualidade e eficiência dos produtos. Esses círculos são entendidos também como uma técnica de gestão participativa.

O modelo japonês se tornou importante quando o mundo ocidental percebeu que os japoneses estavam ganhando mercado por oferecer produtos mais baratos e com maior qualidade. Na verdade, a receita é simples, eliminação de desperdício e trabalho em grupo.

Fonte: http://www.falandodegestao.com.br/o-modelo-japones-de-administracao/

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Você gosta de animes?

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Animeanimê (pt-BR) ou animé (pt) (em japonêsアニメ ), se refere à animação que é produzida por estúdios japoneses. A palavra é a pronúncia abreviada de “animação” em japonês, onde esse termo se refere a qualquer animação.[1] Para os ocidentais, a palavra se refere às animações oriundas do Japão. A origem da palavra é controversa, podendo vir da palavra inglesa animation [animação] ou da palavra francesa animé [animado],[2] versão defendida por pesquisadores como Frederik L Schodt[3] e Alfons Moliné.[4] Ao contrário do que muitos pensam, o animê não é um género, mas um meio, e no Japão produzem-se filmes animados com conteúdos variados, dentro de todos os géneros possíveis e imagináveis (comédiaterrordramaficção científica, etc.).

Uma boa parte dos animes possui sua versão em mangá, os quadrinhos japoneses. Os animes e os mangás se destacam principalmente por seus olhos geralmente muito grandes, muito bem definidos, redondos ou rasgados, cheios de brilho e muitas vezes com cores chamativas, para que, desta forma, possam conferir mais emoção aos seus personagens. Animes podem ter o formato de séries para a televisão, filmes ou home video (OVAs e OADs) ou via internet (ONAs).

A indústria de anime consiste em mais de 430 estúdios de produção, incluindo grandes nomes como o Studio GhibliGainax e Toei Animation. Os animes atingem a maioria das vendas de DVD e têm sido um sucesso internacional após a ascensão de dublagens em exibições televisionadas. Este aumento da popularidade internacional resultou em produções não-japonesas usando o estilo de arte do anime, mas essas obras têm sido definidas como Animação influenciada por animês, tanto por fãs quanto pela indústria.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Anime

Fauna japonesa

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A Flora do Japão

A flora do Japão é marcada por uma grande variedade de espécies. Existem aproximadamente 4.500 espécies de plantas nativas no Japão (3.950 angiospermas, 40 gimnospermas e 500 tipos de samambaias). Cerca de 1.600 angiospermas e gimnospermas são naturais do Japão.

O grande número de plantas reflete a diversidade de clima que caracteriza o arquipélago japonês, que se estende por 3.500 quilômetros (2.175 milhas) de norte ao sul. O aspecto climático mais frequente é a grande variação de temperatura e as significativas precipitações, o que é propício para a sua rica e abundante flora. O clima também favorece o fato do Japão ser quase 70% coberto por florestas. As folhas mudam de cor de estação para estação.

As plantas estão distribuídas nas seguintes cinco zonas, todas se encontram na zona temperada do leste asiático: (1) zona subtropical, incluindo as ilhas Ryukyo e Ogasawara; (2) zona de temperatura mais quente com vegetação de folhas largas e perenes, que abrange a maior parte do sul de Honshu, Shikoku e Kyushu. As árvores características são o shii e o kashi, ambos são tipos de carvalhos; (3) zona de temperatura mais fria com vegetação de folhas largas e sazonais, que cobrem a região central e norte de Honshu e o sul de Hokkaido; a faia japonesa e outras variedades de árvores são encontradas aqui; (4) zona subalpina, que inclui a região central e o norte de Hokkaido. As plantas características são o sakhalan fir e o yesso spruce; (5) a zona alpina nas partes altas da região central de Honshu e Hokkaido, com plantas alpinas como as komakusa (dicenta peregrina).

Plantas Típicas no Japão

Matsu e sugi, o pinheiro e o cedro japonês, respectivamente, são comuns no arquipélago, mesmo em regiões mais quentes no sul, e são muito conhecidos dos japoneses.

Os pinheiros geralmente compõem um cenário esplêndido. O local com o cenário mais notável está em Amanohashidate, na Província de Kyoto, com mais de 6.000 pinheiros em linha sobre a faixa de areia. Grandes pinheiros, que crescem a um máximo de 40 metros, também servem como quebra-vento nas regiões costeiras. Pinheiros de pequeno porte são utilizados como bonsais, árvores de jardim e como enfeites nas casas.

Pinheiros também são considerados árvores sagradas. Pessoas nos tempos antigos ficavam encantadas com a natureza e viam nas plantas e árvores símbolos de espíritos divinos. Houve um tempo, por exemplo, em que era comum a veneração dessas árvores como o pinheiro, cedro ou cipreste, porque se acreditava que eles proviam habitação às deidades enviadas ao céu. A prática ainda comum de se decorar as entradas das casas no Ano Novo com ramos de pinheiros (kadomatsu, literalmente, “portão de pinheiro”), surgiu com a crença que esta era uma maneira apropriada de se dar boas-vindas aos deuses.

Jomon Sugui
Cedro (Província de Kagoshima)

Conhecido como cedro de Jomon, essa árvore da ilha de Yakushima tem 16,4 metros de circunferência e acredita-se que possua cerca de 7200 anos
(Foto cortesia da AFLO)

A Flora na Vida Cotidiana

Se existe uma planta que melhor representa o Japão, esta é a sakura (cerejeira). A sakura, que é natural do Japão, tem sido de longe a planta mais popular desde os tempos antigos. Os japoneses modernos saúdam o surgimento das flores de cerejeira na primavera como uma oportunidade para ter hanami (festas de observação da flor), e muitas celebrações de escolas e empresas são realizadas nessa estação. A previsão do tempo na televisão e nos jornais transmite informações atualizadas sobre o desabrochar das flores que se inicia em Okinawa e termina ao norte, em Hokkaido.

No outono, quando as folhas mudam de cor, tem-se outra oportunidade para se apreciar a natureza. Embora se dissesse que há centenas de anos as pessoas se juntavam sob as árvores para dançar ao som de músicas, hoje em dia a maioria dos japoneses urbanos entra em seus carros ou vão de trem observar as paisagens e as cores do outono.
Sakura
Vista do desabrochar das cerejeiras
Geralmente é em março e abril que as cerejeiras desabrocham e os piqueniques acontecem sob seus galhos floridos
Entre os lugares que se destacam pela sua beleza estão o Parque Ueno (Tóquio) e o Parque Osaka Castle (Osaka)

Preocupações Ecológicas

No Japão industrializado de hoje, as plantas não possuem o mesmo significado nem o mesmo nível de importância do passado. Após muita exploração da natureza, o corte imprudente das árvores e a disseminação da poluição, as pessoas vieram a entender que elas devem conservar e reabilitar o meio ambiente.

Fonte: https://www.br.emb-japan.go.jp/cultura/floraefauna.html

 

 

 

 

10 animais da fauna japonesa

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Conheça 10 animais da fauna japonesa

Quando você pensa em Japão, as primeiras imagens que nos vêm à cabeça provavelmente são das grandes metrópoles tais como Tóquio ou Osaka, com ruas lotadas e letreiros iluminados por todos os lados. Mas o Japão também é cercado por uma natureza exuberante que abriga muita vegetação e muitos animais selvagens.

O Japão tem uma área montanhosa que corresponde a 70% do seu território e nessas áreas podemos encontrar uma natureza praticamente intocada. Além disso, o Japão é marcado por diferenças climáticas significativas entre o sul e o norte do país, o que propicia para que tenha uma grande diversidade de vida selvagem.

Existem cerca de 130 tipos de mamíferos terrestres, mais de 600 espécies de aves, cerca de 73 espécies de répteis e mais de 3 mil tipos diferentes de peixes. Muitos desses animais estão a beira da extinção e são raramente encontrados fora do Japão, como a salamandra gigante japonesa (Andrias japonicus).

Que tal conhecer alguns animais típicos no Japão?

1. Esquilo – りす – Risu

Existem vários tipos de esquilos no Japão. Entre os mais conhecidos estão o esquilo vermelho que vivem especialmente em Hokkaido, a ilha mais setentrional do Japão, mas também são encontrados na Europa e em toda a Ásia. Já o esquilo voador japonês pode ser encontrado em todo o Japão.

Mas se você encontrar com algum, vai ser pura sorte pois estes animais fofinhos tem hábitos noturnos, ou seja, saem em busca de alimentos à noite e passam o dia escondidos nas árvores para evitar eventuais predadores. O interessante é a capacidade deles de “voarem” centenas de metros entre as árvores.

2. Raposa – きつね – Kitsune

As raposas desempenham um grande papel folclore japonês, consideradas como criaturas sábias e com poderes sobrenaturais, capazes até de se transformar em humanos, geralmente assumindo a forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha.

Aproveite para conhecer o Zao Kitstune Mura (Aldeia das Raposas), em Miyagi, um local onde vivem 6 tipos diferentes de raposas.

3. Grou Japonês – タンチョウ – Tanchou

Grou Japonês (Grus japonensis), também conhecido como Grou da Manchúria vive no leste asiático e no Japão pode ser encontrado especialmente em Hokkaido. Essas belas aves brancas com detalhes em preto no pescoço e nas asas e com o topo da cabeça vermelha estão ameaçadas de extinção.

Estima-se que no Japão, exista apenas 1000 delas. Os grous são aves consideradas sagradas no Japão, além de tesouro nacional do país. O grou simboliza paz e longevidade além de ser considerada a “Mãe de todas as aves”, pois acredita-se que essas aves são as mais antigas da Terra.

4. Cão-Guaxinim – タヌキ – Tanuki

O cão-guaxinim (Nyctereutes procyonoides), também conhecido como tanuki (タヌキ) é um animal da família dos canídeos. Esses animais são originários do Japão, Manchúria e sudeste da Sibéria. No Japão, podem ser encontrados em quase todo o país, principalmente em bosques e montanhas.

O Tanuki está muito presente na mitologia japonesa e reza a lenda de que esse animal de temperamento alegre e travesso, tem a capacidade de assumir a forma humana. No Japão é comum as pessoas colocarem uma estátua do Tanuki nas entradas de estabelecimentos e templos para trazer boa sorte.

5. Cervo – しか – Shika

Estes cervos são nativos do Japão e outras partes do leste da Ásia, embora possam ser encontrados também em outras partes do mundo, incluindo Europa, EUA e Austrália. Devido à quase extinção de seu principal predador, o lobo, os números de veados tem aumentado bastante no Japão.

No Japão, os cervos são considerados animais sagrados e podem ser encontrados em várias áreas como Shiretoko (Hokkaido), Miyajima (Hiroshima) e Nara (Nara), entre outros lugares turísticos. Nesses locais, os cervos perambulam nas áreas urbanas e já se acostumaram com a presença humana.

6. Urso – くま – Kuma

Os ursos marrons e ursos negros asiáticos são os maiores animais selvagens do Japão e vivem especialmente nas áreas montanhosas do arquipélago. Os ursos marrons vivem especialmente na ilha de Hokkaido e por causa do crescimento urbano, não é incomum os ursos invadirem áreas urbanas.

Já os ursos negros asiáticos estão distribuídos entre as duas ilhas de Honshu e Shikoku. Existem aproximadamente entre 10 mil e 20 mil deles e todos os anos são registrados entre 10 e 20 ataques. Esqueça a doçura do Kumamon, mascote de Kumamoto. Com esses bichanos da vida real todo cuidado é pouco.

7. Macacos da Neve – スノーモンキー – Sunōmonkī

O macaco japonês (Macaca fuscata), também conhecido como Macaco da Neve, é nativo do Japão e vive especialmente em florestas montanhosas, localizadas acima de 1 500 metros de altitude. Em Jigokudani Yaenkoen, uma área do Parque Nacional Joshin-Etsu Kogen, os macacos tornaram-se em atração.

O Parque Nacional engloba partes de três províncias: Gunma, Niigata e Nagano, mas Jigokudani Yaenkoen está localizado em Nagano. Eles costumam tomar banho nas águas termais (onsen) do parque, que acabou se tornando pra eles em um verdadeiro spa para se aquecerem durante o rigoroso inverno.

8. Vaga-lume – ホタル – Hotaru

Os vaga-lumes são insetos que podem ser encontrados em abundância nas florestas japonesas. É nas noites quentes e úmidas de verão que ocorre o acasalamento e reprodução dos vaga-lumes. As luzes são utilizadas pelos machos para atrair as fêmeas e o efeito criado é espetacular.

A fascinação dos japoneses por esses pequenos seres é grande e muitos fotógrafos aproveitam para tirar belíssimas fotos. Os vaga-lumes vivem de 1 a 3 anos e passam a maior parte de suas vidas como larvas. Depois que se tornam adultas, esses insetos brilhantes tem pouco tempo de vida.

Uma cena que me vem à cabeça quando vejo vaga-lumes é do anime Hotaru no Haka, especialmente a parte em que Setsuko brinca com os vaga-lumes e no dia seguinte ao vê-los mortos, pergunta ao irmão: “Por que os vaga-lumes morrem tão cedo?” Sem dúvida, uma metáfora sobre a efemeridade da vida…

9. Salamandra – オオサンショウウオ – Osanshō̄o

A salamandra gigante japonesa é o segundo maior anfíbio da Terra e é uma espécie ameaçada de extinção. Pode atingir até 1,5 m de comprimento e pode viver até quase 50 anos. É encontrada em córregos especialmente nas ilhas de Honshu e Kyushu e se alimentam principalmente de sapos e peixes.

Não podemos negar que sua aparência é um pouco assustadora… 🙁 Recentemente, um jovem estudante que estava a caminho da escola, flagrou uma salamandra gigante japonesa de mais de 1 metro de comprimento, andando na margem do rio Kamo, em Kyoto (assista o vídeo).

10. Corvos – カラス – Karasu

Os corvos japoneses (Ssp. japonensis) são considerados uma praga no Japão pois são muito comuns nas zonas urbanas e tem o costume de rasgar sacos de lixo em busca de alimento. Comem praticamente tudo, incluindo animais mortos. Ao mesmo tempo, são considerados animais muito inteligentes, conforme podemos notar nesse interessante vídeo da BBC.

Os corvos também estão presentes nas lendas e no folclore japonês. Um personagem muito conhecido é o Karasu Tengu (烏天狗), criatura que possui corpo humanoide e cabeça de corvo e habita florestas e montanhas.

Fonte: https://www.japaoemfoco.com/descobrindo-a-vida-selvagem-no-japao/

Doces japoneses

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A cultura japonesa é cheia de detalhes interessantes: desde a grafia do idioma japonês à enorme influência do país na cultura pop mundial, suas tradições particulares são dignas dos muitos “fãs” que possuem ao redor de todo o mundo. Com a gastronomia não poderia ser diferente, e cada um dos pratos típicos do país tem o sabor e a apresentação marcados pela singularidade dessa cultura.

Seja durante uma viagem ao Japão ou em algum bairro local que siga os costumes do país, a Skill separou 8 das mais famosas sobremesas japonesas que você precisa provar quando tiver a oportunidade. Confira:

TAIYAKI

Doce japonês - Taiyaki

Apesar do formato de peixe, o Taiyaki é um bolinho doce feito com uma massa similar à panqueca americana, que leva farinha, ovos, açúcar, leite e manteiga. Ele é assado em uma forma com molde de peixe até dourar e normalmente é servido em barracas pelas ruas do Japão.

WAGASHI

Doce japonês - Wagashi

Os Wagashis são os doces mais tradicionais da gastronomia japonesa. Extremamente coloridos e decorados, são as estrelas das confeitarias japonesas e têm os mais variados formatos e sabores. Os mais comuns são feitos à base de kanten (uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas) misturada com anko (pasta doce do feijão japonês azuki) e açúcar e decorados de acordo com as estações e datas comemorativas japonesas.

DORAYAKI

Doce japonês - Dorayaki

Também recheados com o tradicional anko, o Dorayaki é uma espécie de panqueca japonesa bastante comum no lanche das crianças. É a sobremesa favorita do Doraemon, o gato protagonista do anime famoso no Brasil como Doraemon: O Super Gato.

CREPE JAPONÊS

Doce japonês - Crepe japonês

A origem dessa receita é francesa, mas os crepes são extremamente populares no Japão, principalmente em feiras e festivais ao ar livre. O que diferencia a versão japonesa é a forma, mais próxima do cone e bem parecida com o famoso temaki, além da enorme variedade de sabores que os japoneses inventaram para a receita, tanto doces como salgados. A diversidade é facilmente notada nas muitas lojas de crepe que encontramos pelo Japão, com vitrines coloridas de opções de recheios para escolha dos clientes. Na creperia típica japonesa Hachi Crepe & Café, no bairro da Liberdade em São Paulo, é possível escolher entre mais de 26 mil combinações diferentes de recheio para o seu crepe.

DAIFUKU

Doce japonês - Daifuku

O Daifuku é feito à base de mochi, um bolinho japonês feito com farinha de arroz. Ele é tradicionalmente recheado com anko e morangos, e é possível encontrá-lo em três cores diferentes: branco (feito só de arroz), verde (com sabor aromatizado de chá verde) e cor de rosa (com sabor aromatizado de morango).

MANJU

Doce japonês - Manju

O Manju é um dos bolinhos mais tradicionais do Japão, também feito à base de mochi. Ele é tradicionalmente recheado com anko e pode ser facilmente encontrado em mercados típicos japoneses. Além da versão tradicional, ele também pode ser servido assado, grelhado no espeto ou com creme de laranja.

WARABI MOCHI

Doce japonês - Warabi Mochi

O Warabi Mochi é um doce feito com amido de batata doce e polvilhado com kinako, um tipo de farinha de soja torrada. A consistência dele é semelhante à gelatina.

SANSHOKU DANGO

Doce japonês - Sanshoku Dango

Tradicional dos festivais japoneses de primavera, o Sanshoku Dango é uma combinação de três bolinhos Dango de cores diferentes em um espeto. Os dango são bolinhos também feitos à base de arroz, um pouco menos pegajosos que os mochi, e as três cores de cada um deles representam as flores (rosa), a neve (branco) e o novo crescimento das plantas (verde). Eles são consumidos durante os diversos eventos que acontecem no Japão para a celebração da primavera, em que toda a população pratica o hanami (hábito japonês de observar as flores desabrochando).

A sabedoria e inovação da arquitetura japonesa

 

A arquitetura japonesa encanta com sua simplicidade e, ao mesmo tempo, inovação.

Ao longo dos séculos, ela desenvolveu uma estética marcante tanto nas obras mais tradicionais como nas construções modernas.

Com a imigração japonesa no começo do século XX, o Brasil também foi influenciado pelo estilo, que caiu nos gosto de muitas pessoas que buscam conforto e beleza.

Com certeza você já se encantou com a arquitetura do Japão, mas será que você conhece todas as suas características?

Neste artigo, trouxemos um panorama geral da arquitetura japonesa tradicional, moderna e contemporânea. Acompanhe!

Se interessa pela arquitetura dos países? Aproveite para ler também:

História da arquitetura do Japão

 

O território japonês passou longos séculos sob o domínio de culturas asiáticas, principalmente da China. Diante dessa realidade, há muitas influências desses povos na arquitetura japonesa, tanto em relação aos materiais como às técnicas construtivistas.

Aproveite para ler também: Arquitetura asiática – quase 5 mil anos de um estilo em plena evolução

Templos budistas do Japão

 

Entre 538 e 710 d.C, o Japão viveu o período Asuka. Trata-se de uma época que trouxe transformações sociais e políticas relacionadas à chegada do budismo.

Vindo da China, a nova doutrina religiosa influenciou a construção de templos. Eles eram erguidos sobre bases de pedra, rodeados de areia e com muitas cores, baseados nos palácios chineses.

Também foram construídos pagodes, estruturas próximas ao templos que guardam relíquias.

O Byodo-in, o Todai-ji e o Seiganto-ji são alguns dos mais belos exemplos dessas obras.

Arquitetura japonesa: Byodo-in

Beisebal japonês

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Nippon Professional Baseball

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nippon Professional Baseball (NPB)
Temporada ou competição atual:
Baseball current event.svg Temporada da Nippon Professional Baseball de 2018
Nippon Professional Baseball
Esporte Basebol
Fundada 1950
País(es)  Japão
Equipes 12
Atual campeão Fukuoka SoftBank Hawks
Site oficial npb.jp

Jogo no Nagoya Dome.

NPB (sigla em inglês para Nippon Professional Baseball) é o principal campeonato nacional de beisebol no Japão, disputado desde 1950, atualmente é a liga esportiva mais popular do país. O nome da liga profissional de beisebol em japonês é Puro Yakyū (プロ野球).

A Liga Japonesa de Beisebol surgiu em 1934, mas foi reformulada em 1950, ano em que surgiu a atual NPB.

Times[editar | editar código-fonte]

Central League
Time Cidade Estádio Capacidade
Chunichi Dragons NagoiaAichi Nagoya Dome 40,500
Hanshin Tigers NishinomiyaHyogo Koshien Stadium 50,454
Hiroshima Toyo Carp HiroshimaHiroshima MAZDA Zoom-Zoom Stadium 32,000
Tokyo Yakult Swallows Tokyo Meiji Jingu Stadium 37,933
Yokohama BayStars YokohamaKanagawa Yokohama Stadium 30,000
Yomiuri Giants Tokyo Tokyo Dome 55,000
Pacific League
Time Cidade Estádio Capacidade
Chiba Lotte Marines ChibaChiba Chiba Marine Stadium 30,000
Fukuoka SoftBank Hawks FukuokaFukuoka Fukuoka Dome 48,000
Hokkaido Nippon Ham Fighters SapporoHokkaido Sapporo Dome 42,831
Orix Buffaloes OsakaOsaka e KobeHyogo Osaka Dome e Hotto Motto Stadium Kobe 36,477 e 35,000
Saitama Seibu Lions TokorozawaSaitama Seibu Dome 35,655
Tohoku Rakuten Golden Eagles SendaiMiyagi Rakuten Seimei Park Miyagi 23,000

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nippon_Professional_Baseball

Conheça um pouco sobre o futebol japonês

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futebol é um dos esportes mais populares do Japão,[1] onde é conhecido como sakkā (サッカー), que consiste na adaptação da palavra “soccer”[2] (futebol em inglês americano) para o idioma japonês. Há ainda o termo futtobōru (フットボール), derivado do britânico “football”, mas este é pouco usado. O termo original, de origem chinesa, era Shūkyū (蹴球, literalmente chute-bola).

No Japão, o futebol é controlado pela Associação de Futebol do Japão[2] (em japonês: 日本サッカー協会). O principal campeonato do país é a J. League, que surgiu em 1992[3] para substituir a Liga Japonesa de Futebol e tentar revigorar o esporte no país.[2] Outros importantes campeonatos nacionais incluem a Copa do Imperador, a Supercopa Japonesa e a Copa da Liga Japonesa. Os clubes japoneses participam dos mais importantes torneios interclubes asiáticos, como a Copa da AFCCopa dos Presidentes da AFC e Liga dos Campeões da AFC. Nesta última, é o segundo país com mais títulos (5), perdendo apenas para a Coreia do Sul (10).

O Japão possui onze seleções nacionais que representam o país em campeonatos mundiais e continentais: MasculinaFemininaMasculina Sub-23Feminina Sub-23Masculina Sub-20Feminino Sub-20Sub-17 MasculinaFeminina Sub-17FutsalFutsal Feminino e Futebol de Areia.

História

Não se sabe ao certo como o futebol chegou ao Japão.O clube Kobe Regatta & Athletic Club, fundado em 1870, afirma ter realizado (e vencido) a primeira partida oficial de futebol no país, contra o Yokohama Country & Athletic Club, em 18 de fevereiro de 1888.[4]

O primeiro time de futebol a surgir no país foi o Tōkyō Shūkyū Dan (東京蹴球団, Clube de Futebol de Tóquio), em 1917. O ano também marca, segundo a FIFA, a primeira partida oficial da seleção japonesa, contra a filipina, jogo em que o time nipônico perdeu de 15-2 na capital japonesa.[5]

Copa do Imperador é o mais antigo torneio de futebol profissional do Japão.

Em 1921 foi fundada a Associação de Futebol do Japão, que até hoje é a entidade máxima do esporte no país. Também em 1921, a Copa do Imperador foi fundada, sendo o mais antigo torneio doméstico japonês ainda em atividade.[6]

Novamente em Tóquio, e também contra as Filipinas, veio a primeira vitória da seleção japonesa, em 25 de maio de 1930, por 2-1.[5] No mesmo ano, conquistaram seu primeiro título, nos Jogos do Extremo Oriente de 1930.[5]

Em 1936, o Japão teve pela primeira vez um time de futebol em sua equipe olímpica. Na época, a competição já começava nas oitavas de final (chamada de primeira fase), e o time conseguiu uma vitória de 3-2 sobre a Suécia,[7] mas perdeu de 8-0 para a Itália na etapa seguinte.[8]

Copa do Mundo FIFA de 1954, na Suíça, foi a primeira da qual o Japão tentou participar, mas a seleção não conseguiu a classificação.[2] Das três copas seguintes (19581962 e 1966), o time só tentou participar de uma (1962), mas de novo não conseguiu se classificar.

Em 1965, surgiu a Liga Japonesa de Futebol, com 12 equipes amadoras,[9] que foi a primeira tentativa bem sucedida de se criar uma liga profissional de futebol no Japão.

Em 1968, o Japão tentou sua primeira participação na Copa da Ásia, mas por muito pouco não conseguiu. Contudo, o ano de 1968 marcaria a melhor campanha do time nas Olimpíadas: conquistaram a medalha de bronze no torneio de futebol dos jogos de 1968 no México.[10] Entre 1970 e 1984, todas as tentativas da seleção de entrar na Copa do Mundo ou na Copa da Ásia falharam ou não ocorreram por desistência. Em 1988, entrou na Copa da Ásia pela primeira vez, perdendo logo na fase de grupos. Na edição seguinte, contudo, sediou o evento e fez uma campanha bem sucedida, conquistando o campeonato pela primeira vez.

Em 1981, o futebol começava a ter mais espaço na ficção japonesa: é lançado na Weekly Shōnen Jump o mangá Captain Tsubasa, cujo tema principal é o futebol. Mais tarde, em 2007, outra série com o tema foi lançada, com o nome Giant Killing.

Ainda em 1992, é fundada a J. League, que substituiu a Liga japonesa de futebol e tentou revigorar o esporte no país, que se aproveitava de uma onda de otimismo ocasionada pela recente conquista da Copa Ásia.[9] Quem ajudou a popularizar o esporte no Japão dos anos 90 e a conseguir mais atenção para a liga recém-fundada foram jogadores estrangeiros: o brasileiro Zico ajudou o Kashima Antlers (time que em 1999 seria treinado por ele[11]) a conquistar o vice-campeonato na temporada de 1993.[9] Mais tarde, ele treinaria a seleção japonesa, levando-a a ser tricampeã da Copa da Ásia em 2004. O também brasileiro Dunga jogou no Júbilo Iwata[9] entre 1995-1998. Houve ainda o sérvio Dragan Stojković, eleito o jogador do ano em 1995, quando jogou pelo Nagoya Grampus, treinado por Arsène Wenger;[9] o inglês Gary Lineker,[2] que também jogou pelo Nagoya Grampus entre 1992-1994; e o italiano Salvatore Schillaci, que concluiu sua carreira no Júbilo Iwata em 1997, após jogar quatro anos no clube.[2]

Shinji Kagawa, da seleção japonesa, joga pelo Borussia Dortmund, e já jogou pelo Manchester United.

O inverso também ocorreu: jogadores japoneses começaram a ter mais chances de se desenvolver no país e se destacaram internacionalmente. Exemplos são Shinji Kagawa, que joga pelo Borussia Dortmund e já passou pelo Manchester United ; e Keisuke Honda, que hoje joga pelo Milan após passar pelo CSKA Moscow.

Em 2002, o Japão co-sediou a copa do Mundo com a Coreia do Sul. Na imagem, o logo oficial do evento em Kobe.

Em 1994, o Japão chegou muito perto de conquistar uma vaga na Copa do Mundo pela primeira vez, mas perdeu a chance por causa de um gol de empate nos últimos minutos do último jogo das eliminatórias da Copa de 1994,[2] uma partida que ficou conhecida como Agonia de Doha. Foi só na Copa de 1998 que o time conseguiu sua primeira classificação.[2] Desde então, vem conseguindo participar de todas as edições[1] – suas melhores participações foram em 2002 (quando sediou o evento juntamente com a Coreia do Sul), em 2010 e 2018 – nas três oportunidades, alcançou as oitavas de final.[2] Também como país-sede, participou da Copa das Confederações de 2001 (apesar de também ter ganho a Copa da Ásia de 2000, título que também concede uma vaga na competição), onde conseguiu o 2º lugar.[12]

Em 2005, o Japão sediou sua primeira Copa do Mundo de Clubes da FIFA. O evento ocorreu no país por mais cinco edições. Como o campeão do principal campeonato do país sede é convidado a participar, o Japão conseguiu por várias vezes ter um clube representante o país no torneio, alcançando a terceira colocação em duas ocasiões (2007[13] e 2008[14]).

Em 2011, a Seleção Japonesa de Futebol Feminino conquistou sua primeira Copa do Mundo, derrotando a seleção estadunidense na final.[15] Também em 2011, a seleção masculina conquistou o tetracampeonato da Copa da Ásia,[16] garantindo assim uma vaga na Copa das Confederações FIFA de 2013, da qual foi eliminado na fase de grupos com três derrotas. Em junho de 2013, foi o primeiro país a garantir uma vaga na Copa do Mundo FIFA de 2014,[17] da qual foi eliminado na fase de grupos.

Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_no_Jap%C3%A3o

Conheça 10 comidas típicas do Japão

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Muito além do sushi: 10 comidas típicas japonesas.

Quando falamos de comida japonesa no Brasil, o que vem à mente são os rodízios (deliciosos, a propósito) de sushi, sashimi e suas variações. Claro que os sushis daqui do Japão são diferentes dos do Brasil: não existe hot roll, nada de cream cheese ou as combinações estranhas de morango com arroz. Contudo, aqui encontro sushis de uma variedade de peixes muito mais ampla, e já comi até de pato defumado! Mas engana-se quem pensa que a gastronomia japonesa pára no rolinho de peixe cru! Nessa lista vou mostrar 10 comidas típicas japonesas e alguns dos pratos mais populares do Japão.

Lámen (ou rámen)

Esse deve ser um dos mais conhecidos. Trata-se de uma sopa com macarrão e ingredientes variados, como nori (alga), ovos, carne de porco e até massa de peixe. Há vários tipos de lámen: pode ser de missoshiro (aquela sopinha de soja), de shoyu, de sal, cozido com ossos de porco… a depender do seu gosto e da região do país.

Sobá, Udon e Somen

Ainda falando de massas, temos o udon, que é praticamente o mesmo macarrão do lámen, mas bem mais grosso, na espessura de um canudinho. Esse macarrão vai bem com os caldos mais leves, já que é bem pesado. O somen, pelo contrário, é uma massa super fininha, que combina com os caldos mais pesados.

Já o sobá é uma massa feita com uma farinha diferente da branca: a farinha de trigo-sarraceno, que dá ao macarrão uma coloração marrom. Ele pode ser desfrutado também sem caldo, apenas com um molho tradicional, frio ou quente. Essa massa é popular o ano todo, mas é também comida típica do ano novo.

Tonkatsu

O tonkatsu é uma carne de porco empanada e servida com molho tarê – aquele adocicado – e geralmente acompanhado de arroz e salada. Embora eu acredite que seja o mais popular, não é o único katsu: tem também empanados de camarão, de frango, de queijo… E dá-lhe fritura!

Okonomiyaki

Fonte: arquivo pessoal

Só de escrever me dá água na boca. Esse prato típico fica entre uma omelete e uma panqueca. Consiste em ovo, salada e – juro! – o que mais você quiser colocar. Pode ser bacon, queijo, frango, carne… enfim, o que estiver disponível no cardápio! Nos restaurantes mais tradicionais, você escolhe o seu recheio previamente e ele vem em uma tigela, já pré-temperado e com um ovo cru dentro. Depois de misturar bem os ingredientes, você mesmo pode cozinhar o seu okonomiyaki na chapa disponível na mesa. Coloque a massa que você misturou, espere um pouco até ficar consistente e vire para cozinhar o outro lado. Depois, é só complementar com os temperos que você preferir. Na foto, era um okonomiyaki de queijo com bacon com molho tarê, maionese e katsuobushi, um tempero à base de peixe.

Takoyaki

Sim, sim e sim! São os bolinhos de polvo mais deliciosos do planeta. Eles são feitos em uma chapa com formas arredondadas e o cozinheiro vai colocando, em cada bolinha da chapa, a massa ainda líquida e um pedaço de polvo. Conforme vai cozinhando, a massa vai tomando forma e o cozinheiro, habilidoso com o hashi (os talheres japoneses em forma de pauzinhos), vai movendo as bolinhas para que não queimem e cozinhem por igual.

Yakiniku

Chega bem perto do nosso churrasquinho. Só que a grelha fica bem no meio da mesa e você pode escolher o que vai querer comer: uma variedade imensa de carnes, frutos do mar, e como todo churrasco japonês, muitos legumes. Eu adoro!

Yakitori

E se o churrasco japonês do yakiniku não for suficiente para matar as saudades do Brasil, esses espetinhos de frango vão ajudar. Tem de todo tipo: como almôndega, só a pele, cartilagem, peito… Os molhos que geralmente acompanham são apenas sal ou tarê.

Shabu Shabu

Mais um “faça você mesmo” japonês, o shabu shabu consiste em uma variedade enorme de ingredientes como carne, guioza (os bolinhos de porco ou legumes), legumes, salada, alga e até macarrão para você escolher. No centro da mesa, tem uma panela com duas divisões: uma só com água e outra com um caldo da sua escolha. E pronto, basta colocar o que quiser para cozinhar e ir comendo quando julgar pronto, podendo acompanhar outros molhos de sua preferência, como o de gergelim, que é bem tradicional (e o meu preferido).

Moti (ou mochi)

Enfim, chegamos aos doces! O moti é um doce feito de arroz moído em pasta e depois moldado em bolinhas. Ele pode ser recheado ou com sabores diferentes já na própria massa. Os mais comuns são de frutas (morango, banana, uva…), chá verde (matcha), chocolate e o famoso recheio de anko, o doce de feijão japonês. Acho que o meu preferido até hoje foi o de uva, mas a cada estação é uma surpresa nova nas lojas de moti. Adoro esse doce!

Melon pan

Isso mesmo: pão de melão. Não é o melão que tem no Brasil, mas aquele verde, menor. É como se fosse um pão doce, mas fica o gostinho da fruta no fundo. Ele pode ser recheado (de creme, geralmente), ou não, mas certamente será gostoso. Fresquinho então, nem se fala! A casquinha por fora fica crocante e a massa fofinha… não tem igual! E, claro, como boa brasileira de paladar típico, não dispensa a companhia de um cafezinho…

Doces da Alemanha que dão água na boca

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A Alemanha é um país cheio de tradições interessantes e sua gastronomia típica reflete muito como a cultura é valorizada por lá. Cada região possui características e costumes particulares, e muito pode ser encontrado na culinária local.

Muitos ingredientes simples formando pratos deliciosos é o que mais se destaca nas sobremesas tradicionais alemãs, com sabores incríveis e apresentações delicadas para encantar qualquer um que pare em uma vitrine de doceria do país. Confira 10 doces alemães que você não pode perder em uma viagem por lá:

Apfelstrudel

strudel de maçã é uma sobremesa bastante tradicional do sul da Alemanha, com origens na influência austríaca nessa região do país. Trata-se de uma massa folhada recheada de maçãs cortadas, canela, passas e migalhas de pão, cozida no forno e polvilhada com açúcar para servir, muitas vezes acompanhada por sorvete de baunilha e chantilly.

Berliner

berliner é um doce semelhante ao sonho das padarias brasileiras. Trata-se de uma massa frita em formato de bola, normalmente recheada de creme ou geleia e polvilhada com açúcar. Berliner em alemão também é como se chamam os cidadãos de Berlim, mas, curiosamente, na cidade o doce é chamado de pfannkuchen, termo que é usado na maior parte do país para se referir a panquecas.

Dampfnudeln

Os dampfnudeln são bolinhos assados no forno e posteriormente cozidos na panela com leite, formando uma crosta. Podem ser servidos recheados com compotas de frutas ou creme de baunilha, perfeitos para acompanhar um café.

Donauwelle

Donauwelle é um bolo gelado composto de camadas de massa de pão de ló e chocolate, cobertas por “ondas” de creme de manteiga e cereja, finalizado com uma crosta de chocolate.  Seu nome em alemão significa “ondas do Danúbio”, em referência ao rio mais longo da Europa.

Lebkuchen

Típicos do Natal alemão, os lebkuchen são uma espécie de biscoito doce ou pão de mel fino, feitos com farinha, ovos, açúcar, mel, especiarias, nozes e frutas cristalizadas. Eles podem ser encontrados em feiras e festas tradicionais da Alemanha, e são normalmente servidos em formato de coração, decorados com confeitos coloridos e frases divertidas, tornando-se até um souvenir para os turistas.

Ofenschlupfer

Ofenschlupfer é um “pudim de pão” com maçãs. Ele é feito com pedaços de pão cortados intercalados com pedaços de maçã e nozes, posteriormente cobertos com ovos e leite, e assados no forno por 30 minutos. A sobremesa pode ser servida acompanhada de creme de baunilha.

Rote Grütze

Essa sobremesa é bastante tradicional dos poucos dias de calor do norte da Alemanha ao longo do ano. Trata-se de uma compota de frutas vermelhas (morangos, cerejas e framboesas) servidas com sorvete de creme ou chantilly.

Schwarzwälder Kirschtorte

Schwarzwälder Kirschtorte é o famoso bolo Floresta Negra, típico da região da Floresta Negra no sudoeste da Alemanha (Schwarzwälder), feito com licor de cerejas ginja que só são encontradas por lá, e dão o sabor característico da sobremesa. O bolo possui várias camadas de chocolate, com creme de chantilly e cerejas intercalados, que, junto com o licor, garantem um sabor inigualável.

Eierschecke

Eierschecke é uma sobremesa tradicional da cidade de Dresden, com sabores típicos da região da Saxônia em que está localizada. A receita é composta de maçã, coalhada e sementes de papoula, em formato retangular.

Stollen

stollen é um bolo tradicional de frutas secas coberto com manteiga e açúcar de confeiteiro, comumente consumido na Alemanha durante o Natal. É semelhante ao panetone dos natais brasileiros, com a massa menos elástica e o formato mais achatado.

Fonte: http://www.skill.com.br/noticias/gastronomia/10-doces-tipicos-da-alemanha-que-voce-precisa-experimentar

Como é o idioma e trabalho na Alemanha

Mais um Alemanizando Responde no ar e dessa vez separamos as perguntas de vocês sobre o mercado de trabalho na Alemanha e o aprendizado do idioma alemão! Falamos um pouco sobre a nossa experiência ao estudar alemão aqui na Alemanha e sobre as nossas percepções a respeito de

Conheça resumidamente sobre a cultura, idioma, trabalho e média salarial na Alemanha

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Conheça o maior compositor alemão de toda a história

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Ludwig van Beethoven (Bonn, batizado em 17 de dezembro de 1770 — Viena26 de março de 1827) foi um compositor alemão, do período de transição entre o Classicismo (século XVIII) e o Romantismo (século XIX). É considerado um dos pilares da música ocidental, pelo incontestável desenvolvimento, tanto da linguagem como do conteúdo musical demonstrado nas suas obras, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos. “O resumo de sua obra é a liberdade”, observou o crítico alemão Paul Bekker (1882-1937), “a liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida”.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_van_Beethoven

TOP 10 LUGARES PARA VISITAR NOS ESTADOS UNIDOS

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Assista este vídeo que mostra os melhores lugares para visitar nos Estados Unidos, retratando outlets, rios, prédios, casinos, as ruas, neve, entre outras coisas.

canal: Mi Alves

 

Igreja da Inglaterra instala campo de golfe dentro do templo

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Rochester Cathedral vista por fora

Para atrair mais visitantes, a segunda catedral mais antiga da Inglaterra instalou um campo de minigolfe dentro da igreja e isso tem desagradado muitos os fiéis da Catedral de Rochester.

O campo de golfe foi montado para este verão (até 1º de setembro) com o objetivo de “incentivar os jovens a aprender mais sobre a engenharia por trás das pontes”, segundo o reverendo Rachel Philips, porta-voz da igreja, “por mais de 1.400 anos, a Catedral de Rochester tem sido um centro de aprendizado para a comunidade”.

fonte: https://www.gospelprime.com.br/igreja-historica-instala-campo-de-minigolfe-dentro-do-templo-e-gera-polemica-na-inglaterra/

Saiba como é o sistema de ensino superior na Alemanha

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O SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR NA ALEMANHA

O sistema de ensino superior na AlemanhaFoto (detalhe): © Colourbox
O primeiro passo para ingressar em uma universidade na Alemanha é conhecer o sistema de ensino superior alemão. Pois, dependendo do curso escolhido, você terá condições diferentes, diretamente relacionadas com o processo de sua candidatura.

TIPOS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR

Existem três tipos de instituições de ensino superior (Hochschule) na Alemanha, cada uma com diferentes critérios para a admissão de alunos.

Universität (Uni)

Para aqueles que se interessam por estudo científico, acadêmico e mais teórico. As universidades têm um espectro amplo de cursos e, na grande maioria dos cursos, o foco está na pesquisa. No entanto, algumas universidades são especializadas em alguns cursos específicos, como as Technische Hochschulen (TH) ou Technische Universität (TU) (faculdades ou universidades técnicas), Medizinische Hochschulen (faculdades de medicina) ou Pädagogische Hochschulen (faculdades de pedagogia).

Fachhochschule (FH)

As Fachhochschule são traduzidas muitas vezes como Universidades de Ciências Aplicadas. Apesar de não oferecerem tantos cursos quanto as universidades, se diferem principalmente pelo foco na prática. São cursos de ensino superior técnico, estudo com orientação prática ou aplicada, determinado por exigências concretas da vida profissional. Muitos cursos são oferecidos também na Universität, mas na Fachhochschule com um enfoque aplicado, voltado para o mercado de trabalho.

Kunst-, Film- und Musikhochschule

Para o estudante interessado no estudo de artes, moda, design, música e cinema. A ênfase aqui é tanto na teoria quanto na prática e, na maioria das vezes, requer conhecimentos prévios na área.

TIPOS DE GRADUAÇÃO

Além dos tipos de instituições, existem também três tipos de graduação, que dependem do curso e da faculdade.

Bachelor/Master

O Bachelor, correspondente ao nosso bacharelado, é a primeira conclusão acadêmica reconhecida pelo mercado de trabalho. Ele dura de 6 a 8 semestres e é composto por módulos. Terminado o Bachelor, o estudante pode iniciar sua vida profissional na área ou então continuar sua formação com o Master, semelhante ao nosso mestrado. Para ser aceito em um Master, portanto, é preciso ter feito o Bachelor.

Diplom/Magister

Vale lembrar também que, em algumas poucas universidades alemães ainda é possível se formar em Diplom, especialmente na área de engenharia, ou Magister, para as áreas de ciências humanas. O título de Diplom-Ingenieur, por exemplo, mundialmente conhecido, é obtido após 5 ou 6 anos de graduação e a entrega de trabalho de conclusão de curso. No entanto, após a reforma universitária europeia (também conhecida como Processo de Bologna), a grande maioria das universidades transformaram o sistema Diplom ou Magister em Bachelor e Master, com o intuito de unificar a formação acadêmica europeia.

Staatsexamen

Além dos dois já citados, há ainda o Staatsexamen. Uma prova elaborada e coordenada pelo Estado que se aplica a todo estudante formado em medicina, direito, pedagogia ou farmácia e que o habilita a trabalhar como médico, advogado e, em alguns casos, professor ou farmacêutico. Vale como uma licença do Estado para que se possa exercer a profissão na qual se formou.

Após o Master, Diplom ou Staatsexamen, é possível fazer a Promotion, equivalente ao nosso doutorado.

O SISTEMA DE NOTAS ALEMÃO

Existem dois sistemas de notas na Alemanha. Um deles vai de 1 a 6, onde 1 é a melhor nota e 6 a pior. O mínimo para se passar é 4. Esse é o sistema mais usado, inclusive nas instituições de ensino superior. O outro sistema vai de 1 a 15, onde 1 é a pior nota e 15 a melhor.

Fonte: https://www.goethe.de/ins/br/pt/spr/pqe/osi.html

Veja as mais belas obras naturais alemãs

Vale Reno Schloss Stolzenfels Koblenz
Conheça as principais belezas da Alemanha!

Rochas de Bastei

Ao visitar o Parque Nacional da Suíça Saxônica você irá se impressionar com as rochas de Bastei. Trata-se de uma formação rochosa localizada a mais de 180 metros do Rio Elba. Lá você também encontra uma fonte de arenito construída em 1851. Montanhistas visitam a região há 150 anos.

Ilha de Rügen e a ‘Cadeira do Rei’

Essa ilha do litoral alemão situada no Mar Báltico é um popular destino do verão dos alemães e pode ser um excelente destino de férias para você também! A praia é contornada por um gigantesco penhasco de calcário chamada de ‘Cadeira do Rei’ e que surprende pela beleza.

Vale do Reno

Dentre as belezas da Alemanha merece destaque o Vale do Reno. O famoso Rio Reno fez parte da antiga fronteira com o Império Romano. Ali fica a divisa da Europa Setentrional e Meridional. Por ali estão muitos vilarejos e fazendas de uma beleza natural incrível que remete a cartões postais.

Nascente Blautopf

Situada em Blaubeuren, em Baden-Württemberg, a nascente é a segunda maior fonte cárstica da Alemanha, com 21 metros de profundidade. Ao lado do azul intenso que impressiona há um

Nascente Blautopf

extenso sistema de cavernas para explorar.

Gêiser de Andernach

Já pensou conhecer o maior gêiser do mundo? Ele fica na região de Eifel e consta até no Guiness Book. Ele entra em erupção a cada 100 minutos e o show de água dura cerca de 8 minutos.

Outras belezas naturais na Alemanha

  • Floresta de Teutoburgo

  • Lago Maria Laach

  • Vale Höllental

  • Estreito do Danúbio

  • Lüneburger Heide

  • Kniepsand

  • Lagos de Mecklemburgo

  • Rochedo Longa Anna

  • Sítios fossilíferos de Holzmaden

  • Rochedos de Tüchersfeld

  • Cachoeira de Urach

  • Mar de Wadden

  • Desfiladeiros do vale de Breitach

  • Cascata de Scheidegg em Lindau

  • Falésias de Rügen

Fonte: http://belezasnaturais.com.br/conheca-as-belezas-naturais-mais-surpreendentes-da-alemanha/?lang=pt