Renascimento do Santa Cruz é destaque em jornal mais influente da Inglaterra

Da Série A para a Série D. E da Série D para a Série A. A história do renascimento do Santa Cruz virou destaque no jornal The Guardian, o mais influente da Inglaterra. Nesta terça-feira, no site, o veículo dá espaço para um texto originalmente publicado no The Blizzard, um jornal voltado a futebol e que é publicado quadrimestralmente.

Escrito por James Young, o título do texto é “O renascimento do Santa Cruz: uma história de amor e recomeço no Brasil”.

O autor do texto conta como ele se apaixonou pelo clube e virou um torcedor fanático, acompanhando a equipe por vários jogos a partir de 2007, quando o clube caiu da segunda para a terceira divisão.

“[Escolher] o Santa fez muito sentido, especialmente para alguém que passou a maior dos anos 1990 assistindo ao Manchester City na segunda e terceira divisões do futebol inglês. E a conexão com o City ficou ainda mais evidente quando no meu primeiro ano no Nordeste, o Santa, que tinha terminado a Série A na última posição no ano anterior, foi de flertar com o acesso à primeira divisão para ser rebaixado para a Série C pela primeira vez em sua história.”

“Mas eu já sabia que o Santa era esse tipo de clube – um Middlesbrough, um Sheffield Wednesday, um tipo de clube io-iô. Time mais novo do Recife, formado em 1914, mas também de certa forma o mais significativo historicamente, sendo estabelecido não pela elite influenciada pelos ingleses – como o Náutico em 1901 – ou pela classe burguesa comercial – como o Sport em 1905 -, mas por um punhado de meninos da cidade, um grupo de crianças que estavam chutando uma bola perto da Igreja de Santa Cruz, no centro”, diz parte do texto.

O relato prossegue com Young detalhando capítulos marcantes de sua relação com o clube – de viagens pelo Brasil para ver os jogos até sua relação com diretores de uma das organizadas do clube.

O texto completo pode ser lido no The Guardian (em inglês)

Fonte: http://espn.uol.com.br/noticia/591524_renascimento-do-santa-cruz-e-destaque-em-jornal-mais-influente-da-inglaterra

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Grupo estrangeiro compra fornecedora de autopeças e faz montadoras de refém

SEG, 01/08/2016 – 10:48
ATUALIZADO EM 13/02/2017 – 10:50

Jornal GGN – Desde que um fornecedor brasileiro de autopeças foi comprado por uma empresa alemã, as montadoras do interior de São Paulo e da região do ABC estão tendo dificuldades para conseguir materiais e prosseguir com a produção de novos veículos. As fábricas da Volkswagen em São Bernardo do Campo e Taubaté estão paradas há quase uma semana e 12 mil funcionários foram dispensados do trabalho nesse período.

Outras fábricas passam por problemas semelhantes. A filial da VW em São José dos Pinhais também parou por alguns dias na semana passada. As três plantas tinham a Fameq como fornecedora exclusiva de peças estampadas. Acontece que a metalúrgica estava com dificuldades financeiras e acabou vendida para o grupo Prevent, em julho deste ano.

Depois de realizar a aquisição, a Prevent fechou as portas da Fameq e demitiu 180 funcionários. Restaram apenas 20, que tinham estabilidade e serão transferidos para outras unidades.

Em nota, a Volkswagen se queixou da ruptura nos negócios provocada pela venda da empresa brasileira. “Esse fornecedor, com um relacionamento comercial sem problemas com a Volkswagen por mais de 40 anos, teve sua atuação completamente alterada ao ser adquirida pelo grupo Prevent”.

De acordo com a montadora, a Fameq interrompeu as entregas desde meados de julho. Os estoques foram acabando e a VW não teve condições de manter a produção dos modelos Gol, Saveiro, Voyage, Up!, Fox e Golf.

Mas os problemas de abastecimento são ainda mais antigos. Começaram em março de 2015. De acordo com a montadora, desde esse período, as três fábricas somam mais de 100 dias de paralisação na produção. 90 mil carros deixaram de ser produzidos.

Há mais de um ano a Prevent tem uma disputa judicial em aberto com a Volkswagen. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese, desde o início de 2015, o grupo alemão comprou 11 fábricas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná – da Keiper, Tower Automotive, Madel, TWB, Cavelagni e agora Fameq. Elas produzem bancos, estrutura de bancos, couro, têxteis, interiores, discos de freios e peças estampadas.

Em maio, a montadora conseguiu três liminares na Justiça de São Bernardo obrigando a Keiper, Mardel e Cavelagni a retomarem a entrega de peças, sob pena de multa diária de R$ 500 mil. Na época, a fábrica da Fiat em Betim (MG) também enfrentou o mesmo problema e obteve liminar na Justiça para que a Mardel e Tower retomassem imediatamente o fornecimento de estruturas metálicas, com multa diária de R$ 200 mil no caso de descumprimento.

A Fiat informou que conseguiu realizar um acordo com o grupo Prevent. A Volkswagen, no entanto, afirma que a empresa descumpre contratos e “reiteradamente faz solicitações de aumento de preços e pagamento injustificado de valores (sem respaldo contratual ou econômico)”. A montadora reclama que o novo fornecedor “tem se mostrado inflexível, elencando uma série de condições (que nada tem a ver com o contrato atual) para a continuidade do fornecimento, incluindo exclusividade para os próximos projetos”.

Para os trabalhadores, o grupo alemão age na base do monopólio de produção de itens estratégicos. O Prevent tem 51 empresas em 13 países nas áreas de autopeças, serviços, construção naval e vestuário de segurança. A sede fica em Wolfsburg, na Alemanha, mas a empresa pertence a um grupo de investidores da Bósnia.

“Estamos lidando com um grupo que faz negociata, compra empresas e depois descarta os trabalhadores como bagaço de laranja”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Miguel Torres.

Depois que os trabalhadores montaram acampamento nas instalações da Fameq para impedir a retirada dos maquinários, o sindicato conseguiu um acordo no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.  A Prevent precisará pagar aos funcionários demitidos verbas rescisórias, abono salarial de R$ 10 mil e um ano de cesta básica e assistência médica.

“Por acaso, passei em frente à fábrica no sábado e vi as máquinas sendo retiradas. Chamei reforço dos trabalhadores e ficamos acampados para evitar a saída”, disse Luiz Valentin, diretor do sindicato.

Com informações do Estadão

Fonte: http://jornalggn.com.br/noticia/grupo-estrangeiro-compra-fornecedora-de-autopecas-e-faz-montadoras-de-refem

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Ter fluência em inglês é melhor forma de aprimoramento, aponta especialista

Ser fluente em um segundo idioma é pré-requisito em diversos cargos. Inglês ainda é língua principal, mas espanhol vem ganhando força no país.

Aprender inglês pode ser uma forma de melhorar o currículo e aumentar as chances de conquistar uma vaga de emprego, apontam especialistas em recrutamento. Em alguns casos, o idioma deixa de ser um diferencial e passa a ser um pré-requisito.

Em Campinas (SP), a sênior manager Maria Sartori, encarregada da contratação de profissionais para cargos de analistas e especialistas, conta que em pelo menos 90% dos casos o inglês é obrigatório. Para ela, o principal investimento para quem busca alavancar a carreira deve ser em uma segunda língua.

“O conselho que a gente dá é de que antes de fazer o investimento em um MBA, investir tempo, energia e dinheiro, a gente dá a sugestão pro profissional primeiro ter a fluência no idioma”, aconselha.

“Você chega em um nível onde se você não tiver inglês, você para ali”, Alan Marolli, analista de assistência técnica em multinacional

Quem já está no mercado de trabalho, busca aprimoramento. O analista de assistência técnica Alan Marolli trabalha em uma empresa multinacional e buscou um curso de inglês como uma maneira de manter-se atualizado.

“Você chega em um nível onde, se você não tiver inglês, você para ali. Não tem como você se comunicar com os seus funcionários ou com o seu chefe, dependendo o nível, sem o inglês”, conta.

Além do inglês, muitas empresas passaram a exigir um terceiro idioma, que Maria aconselha ser o espanhol. “Por sermos um país da América Latina, o espanhol é a segunda preferência. Vem cada vez mais ganhando seu peso, mas nada ainda comparado com o inglês” orienta.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/concursos-e-emprego/noticia/ter-fluencia-em-ingles-e-melhor-forma-de-aprimoramento-aponta-especialista.ghtml

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Disputa por aeroportos deve atrair empresas estrangeiras

Com as grandes construtoras penduradas na Lava Jato, a licitação de aeroportos deve ser protagonizada pelas companhias internacionais

O primeiro leilão de concessão da era Temer deve ter uma cara bem diferente das disputas verificadas nos governos Lula e Dilma Rousseff. Com as grandes construtoras penduradas na Lava Jato e sem a presença da Infraero, a licitação dos aeroportos de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC), marcada para quinta-feira, deve ser protagonizada pelas companhias internacionais e fundos de investimentos.

A lista de candidatos às concessões é ampla. Entre as operadoras estrangeiras de aeroportos, estão as espanholas AviAlliance, Aena e OHL, a suíça Zurich, a argentina Corporación América, a alemã Fraport e a francesa Vinci. Do lado brasileiro, surgem grandes fundos como Pátria e Vinci Partners, a empresa de infraestrutura CCR e algumas construtoras, como a CR Almeida.

Na semana passada, a maioria delas estava debruçada sobre planilhas para traçar as estratégias e definir se vão ou não participar da disputa. Apesar de terem de entregar as propostas hoje na BM&F Bovespa, na sexta-feira algumas ainda tentavam ter aprovação dos acionistas para entrar no leilão e outras trabalhavam em acordos com construtores caso vençam a concessão.

Fontes ouvidas pela reportagem afirmam que a tendência é que as estrangeiras participem da licitação em parceria com empresas ou fundos brasileiros. É o modelo seguido pela AviAlliance, que se uniu ao Pátria, e pela Zurich, com a Vinci Partners. No mercado, também se cogitava a parceria entre a Fraport e a CR Almeida. Mas algumas podem entrar sozinhas, como a Corporación América, que administra os aeroportos de Brasília e de Natal.

Ao contrário do que ocorreu nas concessões passadas, protagonizadas pelas grandes construtoras, agora boa parte das empreiteiras não deve entrar como investidora, mas apenas no consórcio construtor. Para alguns grupos, a escolha da empresa que vai tocar as obras deve ficar para um segundo momento, depois da disputa. Mas, para reduzir os riscos, empresas estrangeiras têm preferido fechar acordos antes de entregar a proposta. Segundo fontes, Racional e Queiroz Galvão estavam entre as candidatas para tocar as obras de alguns grupos.

Apesar da quantidade de interessados que estudaram os quatro aeroportos, ninguém garante que o leilão será competitivo nem se terá ágios elevados como nas concessões passadas (Guarulhos, 373%; Brasília, 673%; Viracopos, 159%; Galeão, 294%; e Confins, 66%). Em todos esses aeroportos, havia participação direta ou indireta de construtoras.

Competição

“Esse leilão está mais justo. Pode não ter ágio (como no passado), mas terá pretendente”, afirma o sócio da BF Capital, Renato Sucupira, que fez os estudos de viabilidade dos quatro aeroportos que vão a leilão (dois foram selecionados pelo governo). Em Brasília, o clima também é de cautela. Fontes do governo acreditam que o leilão terá interessado, mas não descartam a possibilidade de algum lote dar vazio, ou seja, não ter interessado.

De fato, a preocupação aumentou na sexta-feira, quando a espanhola OHL, com um grupo coreano (KAC), desistiu de participar do leilão. Um dos entraves, que também pode afastar a presença da CCR, é a questão da defasagem de demanda. Os estudos do governo são de 2015. Mas, no ano passado, o volume de passageiros caiu 19% em Salvador, 13% em Fortaleza, 9% em Porto Alegre e 5% em Florianópolis, afirmam fontes que estão acompanhando os estudos. Isso atrapalha a elaboração da proposta, diz um candidato ao leilão.

Por outro lado, houve correções em relação ao processo anterior. A Infraero, que nos últimos leilões teve participação compulsória de 49% em todos os aeroportos, foi excluída das concessões. Essa foi uma medida para tentar atrair investidor estrangeiro já que as grandes construtoras, que lideraram os consórcios vencedores dos leilões passados, não têm capacidade financeira para entrar na disputa. Além disso, houve melhora nas condições de pagamento das outorgas, afirmou outro candidato à licitação.

Estrangeiros

Segundo especialistas, a expectativa é que os aeroportos do Nordeste tenham mais competição. Uma das explicações é a maior proximidade com a Europa e a possibilidade de trazer voos internacionais diretos para Salvador e Fortaleza. “O apelo comercial é maior, já que esses terminais têm maior capacidade de trazer estrangeiros”, disse uma fonte. De qualquer forma, alguns aeroportos também têm problemas delicados que afetam as decisões dos investidores.

Em Salvador, por exemplo, a construção da segunda pista terá de ser feito em uma área de dunas, o que significa ter problemas com órgãos ambientais. O edital tentou resolver a questão, dizendo que se não for possível construir haverá um reequilíbrio econômico para retirar as obrigações do concessionário. “Mas é um fator de insegurança”, disse uma empresa interessada no leilão. A extensão da pista de Porto Alegre também sofre algumas restrições, já que há uma invasão na área.

Para o governo, o leilão desta semana pode dar fôlego novo à economia, que vem de dois anos de recessão. De acordo com o edital de licitação, os quatro aeroportos vão exigir investimentos de 6,61 bilhões de reais durante o período de concessão. Além disso, o leilão vai reforçar o caixa do Tesouro, já que uma parte da outorga terá de ser paga à vista (25% do preço mínimo mais ágio). No mínimo, o governo federal, que vive grave crise fiscal, pode arrecadar cerca de 750 milhões de reais.

Fonte: http://veja.abril.com.br/economia/disputa-por-aeroportos-deve-atrair-empresas-estrangeiras/

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EMPRESA COREANA ASSINA CONTRATO COM O GOVERNO DO CEARÁ

Na última sexta-feira, 9, o Governo do Ceará firmou Memorando de Entendimento (MOU) com a empresa coreana Korea Gas Corporation (Kogas) para a instalação de uma unidade fixa de regaseificação no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). A assinatura se deu em Seul, capital da Coréia do Sul.

O Memorando foi assinado pelo Governo do Estado; pelo presidente da Korea Gas Corporation, Seung Hoon Lee; e pelo vice-presidente da Kogas, Su-Seog Koh. Com a assinatura, a Kogas decide participar junto com a Cegás e com o Grupo Posco E&C e Daewoo do projeto da unidade de regaseificação no CIPP. A iniciativa, avaliada em U$ 600 milhões, terá capacidade total de 12 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, e possivelmente será desenvolvida em duas fases de 6 milhões de metros cúbicos cada.

Antonio Balhmann, assessor Especial para Assuntos Internacionais do Governo do Ceará, que esteve em Seul como representante do Governo do Estado, afirma que a unidade será a base para avançar com o gás até o Cariri cearense no futuro, tendo a Transnordestina em Brejo Santo como a base da distribuição do gás para aquela região.

A infraestrutura servirá para abastecer as empresas que se instalarem na Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE-CE).

Fonte: http://www.anuariodoceara.com.br/noticias/empresa-coreana-assina-contrato-com-o-governo-do-ceara/

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PF prende 4 estrangeiros tentando embarcar com 17 kg de cocaína no aeroporto de Guarulhos

A Polícia Federal prendeu quatro estrangeiros tentando embarcar para o exterior com cerca de 17 quilos de drogas no Aeroporto Internacional de Cumbica, em em Guarulhos, na Grande São Paulo. As operações ocorreram em ações distintas durante vistoria entre passageiros de sexta-feira (20) a domingo (22).(janeiro/2017).

Na sexta, um venezuelano de 23 anos foi preso com 4 volumes enrolados em lençóis, quase 1 Kg de cocaína. Ele iria levar a droga para Viena, na Áustria.

Já no sábado (21), um americano de 72 anos foi preso no setor de imigração, durante inspeções, quando levava 4 kg de cocaína em dois volumes. A droga foi descoberta após suspeitas levantadas quando uma maleta que ele portava passou pelo raio-x. Os policiais fizeram um pequeno furo na lateral da maleta e localizaram a droga escondida

O americano embarcaria para o Kuwait, come escala em Dubai nos Emirados Árabes.

Droga estava escondida em fundo falso de maleta, que despertou suspeita em raio-X (Foto: Divulgação/PF)

No domingo (22), houve mais duas prisões. Uma paraguaia, 18 anos, que iria embarcar em voo com destino a Muscat, Omã, portava 3 Kg de drogas em fundos falsos da mala.

E, também no domingo, servidores da Receita Federal realizaram inspeção nas bagagens de um de 19 anos, que havia vindo de Fortaleza e teve seu embarque negado para Joanesburgo na África do Sul.

Em suas malas foram encontrados 140 frascos de perfume. Nas embalagens havia pó branco e a perícia confirmou que se tratava de cocaína.

Fonte:http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/pf-prende-4-estrangeiros-tentando-embarcar-com-17-kg-de-cocaina-no-aeroporto-de-guarulhos.ghtml

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ABB Brasil terá em Guarulhos (SP) uma das fábricas de disjuntores mais automatizadas da América Latina

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A ABB, líder global em tecnologias de energia e automação, inaugura na terça-feira (31), em Guarulhos (SP), uma das fábricas mais automatizada da companhia na América Latina. Destinada à produção de disjuntores de alta tensão, a unidade recebeu investimento da ordem de 10 milhões de reais.

“Esse investimento só reforça o nosso compromisso com o País, o qual enxergamos como importante player na América Latina. Com esta modernização, teremos capacidade para atender com mais agilidade o mercado nacional”, diz Giandomenico Rivetti, diretor global da Unidade de Negócios de Produtos de Alta Tensão da ABB.

A fábrica fornece disjuntores de alta tensão para subestações de transmissão e distribuição de energia e está habilitada para atender a crescente demanda por integração de usinas de energia solar e eólica na rede nacional existente.

A unidade em Guarulhos será uma das mais modernas e automatizadas da ABB no Brasil. A maioria dos equipamentos passa a operar conectados por meio de rede wireless, o que aumenta a eficiência operacional e permite melhor rastreabilidade do processo produtivo. “Com a modernização, a ABB terá ganhos em produtividade e eficiência”, explica Fábio Luiz da Costa, gerente geral de produtos de alta tensão da multinacional no Brasil. “O investimento permitirá o aumento significativo do conteúdo local por unidade, resultando em maior competitividade e melhores prazos de entrega”, complementa o executivo.

Sobre a ABB – A ABB (ABBN: SIX Swiss Ex) é líder da tecnologia pioneira em produtos de eletrificação, robótica e movimento, automação industrial e elétrica, atendendo globalmente concessionárias de serviços e clientes industriais, e de transportes e infraestrutura. Continuando mais do que uma história de 125 anos de inovação, a ABB está, hoje, escrevendo o futuro da digitalização industrial e conduzindo a Quarta Revolução Industrial e da Energia. A ABB opera em mais de 100 países com aproximadamente 135.000 colaboradores www.abb.com

FONTE: http://www.segs.com.br/