Antenados – Série Profissões: Tradutor e Intérprete

 

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Grandes eventos internacionais como, Copa do Mundo e Olimpíadas, vão atrair mais turistas para o país. Com isso, a profissão de Tradutor e Intérprete, vai ficar em evidência e as possibilidades de trabalho crescerão. Esse é o tema da Série Profissões neste programa. Para falar sobre essa profissão, o Antenados recebe o tradutor Juliano dos Anjos e os alunos Heitor Rubio, Matheus Nascimento, Rafael Barbosa, Caroline Paula, Leandro Caproni e Thais Timóteo. Apresentação de Angélica Monteiro.

Erros Frequentes na Tradução Espanhol Português

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Mais umas dicas importantes para a prova discursiva do Senado !!!

Cuidado para não fazerem a tradução errada !!!

Seguem alguns erros freqüentes:

 

ESPAÑOL PORTUGUÊS

Voltaremos ao Rio de Janeiro mais uma vez

Volveremos a Río de Janeiro una vez más

 

Los niños están en el parque iuqando a la pelota

 

As crianças estão no parque brincando de bola
En este momento son las ocho menos diez

 

Neste momento são dez para as oito
Brasil forma parte del Mercosur

 

Brasil faz parte do Mercosul
A mis padres no les gusta dormir tras el almuerzo

 

Os meus país não gostam de dormir após o almoço
La comida que mi madre preparó aver estaba exquisita

 

A comida que a minha mãe preparou ontem estava deliciosa
Siempre he pensado gue Roberto ha tenido una exquisita educación

 

Desde mi punto de vista las cosas

podrían ser distintas

Sempre pensei que o Roberto teve uma excelente educação

 

Do meu ponto de vista as coisas poderiam ser diferentes

   

 

Mi madre siempre decía: “debemos aprovechar el sol mientras dure” A minha mãe sempre falava; “devemos aproveitar o sol enquanto durar”
El edificio de Mónica es más qrande que el mio

 

O prédio da Mônica é maior do que o meu
Tu coche es más pequeño que el mío O seu carro é menor do que o meu
He estado mucho tiempo acostado v me duele la espalda

 

Fiquei muito tempo deitado e estou com dor nas costas
En caso de que no quieras, me lo dices.

 

Caso você não queira, me fale.
Para hacer bien la prueba basta con leer bien los apuntes

 

Para fazer bem a prova basta ler direito as anotações
Tras haber andado tanto, tengo mucha sed Após ter andado tanto, estou com muita sede

Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/erros-frequentes-na-traducao-espanhol-portugues-4/

Norma técnica ISO 2603 sobre tradução simultânea

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A Norma ISO 2603 foi elaborada pela Secretaria Central da ISO (Organização para Normas Internacionais) em colaboração com a Associação Internacional de Intérpretes de Conferências (AIIC) e circulou pelos organismos membros em setembro de 1981. Ela surgiu da necessidade de normatizar as cabines para tradução simultânea, bem como definir as características gerais dos equipamentos, acessibilidade, instalações, acústica e demais aspectos estruturais que fazem parte da rotina do intérprete de conferência.

O trabalho de desenvolvimento de Normas Internacionais, como é o caso da ISO 2603, é realizado por meio dos Comitês Técnicos da ISO. Cada organismo membro interessado num assunto específico tem o direito de representação no Comitê Técnico Autorizado.

A Norma ISO de cabines de tradução foi aprovada pelos organismos membros da ISO dos seguintes países: Austrália, Canadá, China, Egito, Finlândia, Alemanha, Iraque, Israel, Itália, Japão, Holanda, Noruega, Romênia, África do Sul, Espanha, Estados Unidos.

Introdução

A norma ISO 2603 foi publicada pela primeira vez em 1974 e foi aplicada de maneira geral. Esta edição revisada possui um escopo mais abrangente de modo a incluir instalações para mais de seis idiomas e baseia-se em instalações construídas a partir da versão de 1974 e avaliadas pela Associação Internacional de Intérpretes de Conferências (AIIC).

As cabines de interpretação são projetadas para atender três requisitos:

A) proporcionar a separação acústica entre os diferentes idiomas usados simultaneamente;

B) proporcionar comunicação eficiente nas duas direções, entre as cabines e a sala de conferências;

C) proporcionar ambiente de trabalho confortável aos intérpretes, para que possam manter o intenso esforço de concentração exigido para o trabalho.

Além de arquitetos, engenheiros de projeto, fornecedores, etc., é essencial consultar intérpretes de conferências com experiência em consultoria técnica

Escopo e Campo de Aplicação

I – Escopo e Campo de Aplicação (1)

Esta Norma Internacional estabelece as especificações básicas que devem ser levadas em consideração no início do plano de construção de cabines fixas para interpretação simultânea, seja em um prédio novo ou num já existente. As normas são aplicáveis a todos os tipos de cabines fixas que utilizem equipamentos fixos ou portáteis.

No projeto de novo prédios, as cabines devem estar bem integradas à estrutura para que auditório e cabines constituam uma unidade bem equilibrada.

Os requisitos das cláusulas 4 e 5 se aplicam a cabines com equipamento fixo, tal como definido no item 3.1, e cabines com equipamento portátil, tal como definido no ítem 3.2.

Os requisitos dimensionais são aplicáveis também às cabines semi-permanentes, como definido no ítem 3.3. Todos os outros requisitos deverão também ser aplicados, na medida do possível.

Além das especificações estruturais, esta Norma Internacional especifica os componentes comumente utilizados em instalações para conferências, que fazem parte do ambiente de trabalho dos intérpretes. (2)

Um apêndice referente a discursos públicos e sistemas de interpretação simultânea foi acrescentado apenas como fonte de informação.

(1) As instalações móveis de interpretação simultânea são especificadas na ISO 4043 “Cabines para Interpretação Simultânea – Cabines móveis – Características Gerais e Equipamentos”

(2) Os requisitos mínimos para sistemas de conferência com interpretação simultânea serão o tópico de uma futura publicação da IEC

Referências

II – Referências

ISO 140/4, Acústica – Mensuração de Isolamento Acústico em Prédios e Elementos do Prédio – Parte 4: Mensuração em Campo de Isolamento Acústico Aéreo entre Salas.

Publicação IEC 268-8, Equipamentos de sistemas de som – parte 8: Dispositivos automáticos de controle de ganho.

Definições

III – Definições

Para fins desta Norma Internacional, as seguintes definições são aplicáveis:

3.1 Cabine com equipamento fixo:

é a cabine para interpretação simultânea com equipamento de interpretação fixo.

3.2 Cabine com equipamento portátil:

é a cabine para interpretação simultânea sem equipamento de interpretação fixo.

3.3 Cabine semi-permanente:

é a cabine que não está estruturalmente integrada ao prédio ou cabine móvel.

Requisitos estruturais das cabines

IV – Requisitos Estruturais das Cabines

4.1 Localização da cabine no auditório.

4.1.1 As cabines deverão ser instaladas no fundo do auditório ou na frente, na lateral. No entanto, em auditórios muito grandes, a distância máxima do pódium não deverá exceder 30 metros. (ver 4.5) .

Deverão estar em local elevado para garantir uma ampla visão da sala (deverá haver janelas em toda a extensão das cabines). É extremamente importante que os intérpretes e o operador possam ver claramente os oradores, o presidente da mesa e todos os demais equipamentos visuais (telas de projeção, mapas, flipcharts, quadros, etc.)

A visibilidade da cabine não deverá ser prejudicada por pessoas em pé à sua frente. Porém, a elevação das cabines não deverá exceder o mínimo necessário para satisfazer os requisitos acima descritos. Planos inclinados devem ser evitados (ver 4.5).

As cabines deverão ser instaladas próximas umas das outras para permitir a comunicação visual e para facilitar o cabeamento entre elas (ver 4.9).

4.1.2 Cabine de Controle de Som

A cabine de controle de som deverá ser instalada próxima das cabines dos intérpretes para facilitar a comunicação entre eles e para que o operador tenha uma boa visão do auditório. O operador deverá ter acesso fácil, rápido e seguro às cabines, assim como ao auditório.

4.2 Portas

As portas deverão oferecer isolamento acústico satisfatório (ver 4.7) As portas não deverão interligar as cabines através de suas paredes laterais. É útil a colocação de uma janela na porta da cabine. Os idiomas e seus respectivos canais deverão ser postados na porta ou em local próximo a elas.

Não deverão ser colocadas cortinas ou persianas.

4.3 Acessibilidade

As cabines deverão ter acesso fácil através de passagem separada e direta para fora da sala para evitar que as intérpretes perturbem a reunião com entradas e saídas. Se houver escadas, estas devem ser seguras. As saídas de emergência deverão ser de pronto acesso e as rotas de fuga claramente demarcadas. Deverá haver acesso rápido das cabines para o auditório.

4.4 Dimensão das Cabines

4.4.1 Observações gerais.

Cada cabine deverá poder acomodar o número exigido de intérpretes, sentados confortavelmente lado a lado (para poder atender equipes maiores com várias combinações linguísticas que exigem mais de um idioma de saída).

Cada cabine deverá ter largura suficiente para que seus ocupantes entrem e saiam sem se perturbar mutuamente e deverá ter altura e profundidade suficientes para oferecer espaço adequado.

4.4.2 Dimensões mínimas (ver figuras 1 e 2)

Em instalações para até 6 idiomas, as dimensões mínimas exigidas são:

largura: 250 cm

altura: 230 cm

profundidade: 240 cm

Em instalações de 6 até 12 idiomas, as primeiras 6 cabines deverão ter 250 cm de largura (3 locais para intérpretes por cabine) e as outras cabines deverão ter 340 cm de largura (3) (4 posições de intérpretes por cabine).

As três dimensões da cabine deverão ser diferentes para evitar efeitos de ressonância.

É desejável que haja uma largura maior para a segunda cabine de controle dependendo das dimensões do equipamento.

4.5 Visibilidade

É essencial que haja uma visão direta e ampla de todo o auditório, incluindo a tela de projeção. Para grandes auditórios poderão ser usados monitores de televisão para maior apoio visual. Os monitores deverão oferecer uma visualização adequada para minimizar o cansaço visual. Deve-se prestar atenção especial às distâncias monitor-intérprete para que se evitem possíveis danos devido à radiação.

4.6 Janelas (ver figuras 1 e 2 )

As janelas frontais deverão ocupar toda a largura da cabine. A altura da janela deverá ser de 80 cm e o limite inferior deverá estar no mesmo nível que a parte superior do console ou do painel de controle.

Deverá haver janelas laterais na mesma altura da janela frontal e estas deverão ter 95 cm de comprimento nas paredes laterais.

Para assegurar o ângulo máximo de visão, deverão ser evitados: a utilização de esquadrias grossas, divisores e elementos estruturais entre a janela frontal e as janelas laterais.

As janelas frontais e laterais deverão ser de vidro incolor satisfazendo os requisitos de isolamento acústico (ver a norma ISO 140/4).

Caso seja utilizado um único painel de vidro, este deverá ter uma espessura adequada. O painel de vidro interno da janela frontal deverá ser inclinado, com o canto superior em direção ao auditório para evitar reflexão acústica e efeito especular. Os painéis deverão ser removíveis.

Em construções com vidro duplo, os painéis deverão ser construídos de maneira a permitir a limpeza e manutenção das superfícies internas.

4.7 Acústica

Em caso de discurso normal não amplificado que não exceda 80 dB em média A-ponderada no auditório, a média A-ponderada equivalente contínua dentro da cabine deverá ser de menos de 35 dB.

Deve-se prestar atenção especial ao isolamento acústico das cabines entre si e com a cabine de som.

As cabines deverão ter portas que abram para uma área não utilizada por participantes e membros da equipe de oradores e não devem ser colocadas próximas a qualquer fonte de ruído. As cabines e corredores deverão sempre ser acarpetados.

O tempo de reverberação dentro da cabine não deverá exceder a 0,5 s para frequências ente 125 e 4 000 Hz.

Reverberação e reflexão sonora deverão ser reduzidos através da utilização de materiais antiestáticos adequados à absorção do som.

O nível médio A-ponderado de ruído gerado pelo sistema de ar condicionado (ver 4.8), iluminação (ver 5.1) e outras fontes sonoras não deverá superar 35 dB.

4.8 Ar Condicionado

Dado que as cabines são ocupadas durante todo o dia, é necessário que haja ventilação adequada. O ar deverá ser renovado 7 vezes por hora e a concentração de dióxido de carbono (CO2) não deverá exceder a 0,10%. A temperatura interna da cabine deve ser controlável entre 18 e 22ºC através de um termostato dentro de cada cabine. A umidade relativa deverá ficar entre 45 e 65%.

A velocidade do ar não deverá exceder 0,2 m/s. Entradas e saídas de ar deverão ser localizadas de forma a evitar que os intérpretes fiquem expostos a correntes de ar.

4.9 Cabeamento

Deverão ser instalados dutos adequados para os cabos de controle e seus respectivos conectores de cabine para cabine. Após a instalação dos cabos, suas aberturas deverão ser isoladas acusticamente.

Os dutos deverão ser de fácil acesso, sem a necessidade de utilização de ferramentas especiais.

(3) As Instalações para mais de 6 idiomas já existentes e construídas de acordo com a norma ISO 2603-1974 para as quais não for possível aumentar as dimensões da cabine, estas poderão continuar a ser utilizadas usando-se então a Norma ISO 2603-1974 como referência.

O interior da cabine

V – O Interior da Cabine

5. O Interior da Cabine

5.1 Iluminação

A iluminação dentro da cabine deverá ser independente da iluminação do auditório, pois este poderá ter que ser escurecido caso haja projeção de filmes ou transparências.

A principal fonte de iluminação é a que ilumina a superfície de trabalho. A iluminação de teto é necessária para luz ambiental e para a limpeza. A superfície de trabalho para cada intérprete (0,4 m2) deve ter iluminação individual que produza uma intensidade uniforme de pelo menos 300 lx.

O comutador deverá ser de fácil acesso para o intérprete e, de preferência, deverá prover um controle contínuo de intensidade variando de 100 a 1000 lx ou, alternativamente, oferecer dois níveis de utilização: o primeiro numa faixa de 100 a 200 lx e o segundo com mais de 300 lux. Os “dimmers” deverão ser isentos de interferência mecânica ou de rádiofrequência.

O intervalo de inclinação do refletor da lâmpada deve ser limitado para evitar reflexos nas áreas adjacentes de trabalho ou no auditório. A iluminação de teto deverá ser controlada por um “dimmer” colocado próximo da porta no lado interno da cabine para que seja facilmente operado pelo intérprete quando sentado. Deve-se evitar que haja reflexos da iluminação de teto sobre os vidros da cabine.

Luzes fluorescentes não deverão ser utilizadas sem blindagem.

5.2 Cores

As gamas de cores utilizadas no interior da cabine deverão estar de acordo com a reduzida área de trabalho. Todo o equipamento e todas as superfícies da cabine deverão ser revestidos por acabamentos opacos.

5.3 Área de Trabalho (ver figuras 1 e 2)

A superfície de trabalho deverá ser suficientemente firme para adequarse à escrita e manuseio de documentos.

Deverá ser horizontal e revestida com material próprio para reduzir o nível de ruídos que possam ser captados pelos microfones. A parte de baixo deve ser lisa.

As características da área de trabalho são as seguintes:

localização:

imediatamente abaixo da janela frontal

altura: 73 ± 1 cm a partir do chão da cabine.

profundidade útil: de 35 a 50 cm em relação ao ângulo de visão do intérprete para o auditório.

espaço para as pernas: profundidade mínima 50 cm; altura mínima, 66 cm.

Prateleiras ou locais para documentos não deverão ser instalados embaixo da superfície de trabalho. De preferência, deverão ficar acima da janela frontal ou nas paredes detrás.

5.4 Assentos

Cada intérprete e cada técnico deverão ter uma cadeira confortável com as seguintes características:

:: 5 rodízios

:: altura ajustável

:: encosto ajustável

:: braços

:: rodízios silenciosos

:: estofadas com material dissipador de calor

Poderá ser necessário prover apoio para os pés

Outras instalações para intérpretes

VI – Outras Instalações para Intérpretes

6. Outras Instalações para Intérpretes

6.1 Banheiros

Deverá haver banheiros separados e de fácil acesso.

6.2 Sala de intérpretes

É aconselhável que haja uma sala de intérpretes próxima às cabines que poderá ser usada pelos intérpretes e operadores de som quando não estiverem trabalhando. Deverá ter luz natural e ser de tamanho suficiente para abrigar pelo menos o mesmo número de pessoas que o de postos de trabalho das cabines. Deverá ter uma entrada independente.

É aconselhável que esta sala seja dividida em duas áreas com as seguintes finalidades:

a) área para estudo de documentos e colocação de avisos;

b) área de relaxamento e de espera.

A seguir estão listados os equipamentos e mobiliários contidos na sala:

:: poltronas confortáveis, cadeiras e mesas;

:: cabides para casacos;

:: telefones com linhas internas e externas;

:: quadro de avisos (onde serão afixados os horários etc.);

:: caixas postais individuais.

Equipamento de som nas cabines

VII – Equipamento de Som nas Cabines dos Intérpretes

7. Equipamento de Som nas Cabines dos Intérpretes (1)

7.1 Resposta de freqüência

O sistema completo (incluindo a entrada do microfone do orador, estágios do amplificador, controles de nível, terminais de saída e painéis de controle dos fones de ouvido dos intérpretes) deverá reproduzir corretamente audio-frequências entre 125 e 12 500 Hz. É recomendável a instalação de um “roll-off” gradual no nível inferior da resposta de frequência para melhorar a compreensão do discurso.

7.2 A Não-Linearidade da Amplitude

O sistema deverá ser isento de distorções perceptíveis.

7.3 Ruído e “hum”

O ruído e “hum” não deverão afetar a compreensão do discurso.

7.4 “Cross-Talk” entre canais

Interferências (“cross-talk”) de outros canais (nos terminais de fones de ouvidos das intérpretes) deverão ser totalmente evitados. A atenuação deverá ser maior do que 66 dB a 1 kHz.

7.5 Controle de Nível

O controle de nível do canal do “floor” deverá ser de preferência manual. Caso sejam usados controles automáticos de nível os limitadores-de-compressão deverão estar de acordo com a publicação 268-8 do IEC.

O funcionamento adequado do equipamento de interpretação e do auditório irá depender do cumprimento das exigências de interferência magnética ou elétrica. Estes tópicos deverão ser abordados especificamente numa futura publicação do IEC.

(1) Para definições e métodos de mensuração, deverá ser consultada a publicação 268 do IEC “Sound System Equipment” e, para os requisitos mínimos, consultar a publicação do IEC para requisitos mínimos em sistemas de conferência (em preparação).

Console ou Painel de Controle

VIII – Console ou Painel de Controle dos Intérpretes

8. Console ou Painel de Controle dos Intérpretes

8.1 Observações gerais

Deverá haver um console ou painel de controle para cada um dos intérpretes contendo controles individuais para ouvir e falar e os sinalizadores correspondentes. No caso de equipamentos portáteis, é permitido o uso de painéis de controle duplos.

Os painéis de controle deverão ser instalados entre a janela frontal e a superfície de trabalho (o ângulo de inclinação irá depender da elevação da cabine em relação ao auditório) de modo a ocupar a menor área possível sem obstruir a área de trabalho disponível. Painéis de controle embutidos ou consoles independentes são igualmente aceitáveis.

As dimensões máximas para o painel de controle (largura x altura x profundidade) deverão ser as seguintes:

no caso de painel de controle único: 25 cm x 15 cm x 21 cm;

no caso de painel de controle duplo: 40 cm x 15 cm x 21 cm.

A superfície do console ou do painel de controle deverá ser opaca e não refletora.

As luzes sinalizadoras deverão ficar restritas às funções de atividade (microfone ligado, canal selecionado, canal ocupado etc.).

8.2 Controles

Todos os controles seletores deverão ter ação positiva; a sua posição deverá indicar indicar claramente seu estado.

Em cada painel de controle, os controles deverão estar dispostos de acordo com critérios ergonômicos relativos às diferentes áreas:

a) área de audição deverá conter:

:: seletor para canais de entrada

:: pré-seletor para “relay”

:: controle de volume

:: controle de equalização

b) área de monitoração deverá conter (opcional):

:: alto-falante de monitoração com controle de volume

c) área de microfone deverá conter:

:: dispositivos de acionamento

:: dispositivo de desacionamento pelo qual o canal é automaticamente devolvido ao canal de “floor”

:: silenciador (“muting”)

d) área de seleção de canal de saída deverá conter:

:: chaves para seleção de canais de saída

e) área de comunicações internas deverá conter:

:: chave de canal “call” para o presidente da mesa ou orador ou cabine de controle

:: chave para linha “call” (messenger) (opcional)

Funções de controle

IX – Funções de controle

9. Funções de Controles

9.1 Seletor de canal de entrada

Os seletores deverão funcionar suavemente e não deverão provocar ruídos elétricos ou mecânicos. Não deverão ocorrer curto-circuitos entre canais durante a operação destes controles.

9.2 Pré-Seleção do canal de entrada

Para garantir a mudança segura e rápida do canal do “floor” para o canal de “relay”, deverá ser instalado um comutador de alavanca que normalmente suprirá o canal original (“floor”) e, na posição “relay” suprirá o canal definido pelo seletor.

9.3 Controle de volume

Para o ajuste de níveis de audição, deverão ser utilizados potenciômetros com escala logarítmica que sejam perfeitamente audíveis em toda sua extensão. Os potenciômetros deverão ser de alta qualidade.

9.4 Controle de equalização

Um controle contínuo de graves deve ser instalado para atenuar as frequências mais baixas em pelo menos – 12dB a 125 Hz em relação a 1 kHz.

Um controle contínuo de agudos também deverá ser instalado para acentuar as frequências mais altas em pelo menos + 12 dB a 8 kHz em relação a 1 kHz.

9.5 Terminais para fones de ouvido ou “head set”

Cada um dos intérpretes deverá ter um conector para fones de ouvido ou “head set” colocado em posição confortável debaixo da mesa de trabalho nas instalações permanentes ou instalado no console do intérprete nas instalações portáteis.

9.6 Alto-falante(s) Monitor

A função do alto-falante(s) monitor é permitir que os intérpretes retirem temporariamente os fones de ouvido e continuem a acompanhar a sessão mesmo quando a cabine não esteja em funcionamento.

Este alto-falante deverá reproduzir o canal “floor” e deverá ser silenciado automaticamente logo que os microfones dentro da cabine sejam acionados. Este alto-falante deverá ter o seu próprio controle de volume.

9.7 Seletor de canal de saída

Cada um dos painéis de controle deverá possuir um dispositivo para selecionar pelo menos dois canais de saída. O status do seletor de canais deverá ser claramente visível. As chaves seletoras não poderão ser conectadas (“interlocked”) na mesma cabine, para que possa haver uma rápida troca de idioma de trabalho no auditório.

Caso o sistema seja projetado para selecionar canais para todos os idiomas, é então recomendável que se use o sistema de conexão (“interlocking”) entre as cabines.

Luzes sinalizadoras ou LEDs numa mesma cabine ou em cabines próximas deverão sinalizar o canal utilizado (ou seja, quando o microfone deste canal estiver em funcionamento).

Próximo às chaves seletoras de canais, deverá haver local apropriado para a indicação do idioma em uso naquele canal.

9.8 Canal de comunicação interna (com o presidente da mesa, orador e cabine de som)

Em caso de interrupção (por exemplo, quando um orador começa a falar sem o microfone ou outra emergência qualquer), os intérpretes deverão poder avisar discretamente o presidente da mesa ou o orador através de uma ligação especial para um autofalante de monitoração.

Uma chave especial deverá ativar esta ligação independentemente do posicionamento do botão do microfone. É desejável que este aviso seja também transmitido para a cabine de som.

9.9 Chave de linha interna de comunicação (messenger)

Deverá ser instalada uma chave que acione uma luz ou sinal sonoro para avisar a recepcionista da necessidade de documentos etc.

9.10 Código de cores para as luzes sinalizadoras

As seguintes cores deverão ser utilizadas nas luzes sinalizadoras ou LEDs:

:: vermelho: microfone ligado (luzes apagadas = microfone desligado)

:: vermelho: canal de saída, canal ocupado

:: verde ou amarelo: se for necessário, para outras funções.

Fone de ouvido dos intérpretes

X – Fones de Ouvido dos Intérpretes

10. Fones de Ouvido dos Intérpretes

Deverá haver um fone de ouvido por intérprete.

Os fones de ouvido deverão ter as seguintes características:

a) cada conjunto deverá possuir dois fones, um para cada ouvido. Ao escolhermos o material e o formato dos fones de ouvido, devemos ter sempre em mente a preservação da saúde (os tipo estetoscópio, que são inseridos dentro dos ouvidos, ou os que são pendurados na orelha, são inaceitáveis);

b) gama de frequência: de 125 a 12500 Hz;

c) peso: £ 150 g para cada fone de ouvido e £ 250 g para o conjunto completo, excluindo-se o cabo e o conector;

d) pressão de contato: £ 2,5 N;

e) fixador de cabeça ajustável na altura e largura;

f) conexão com o controle feito através de um cabo de aproximadamente 1,5 m de comprimento e na extremidade um plug sem trava.

Microfones das cabines

XI – Microfones da Cabine

11. Microfones da Cabine

11.1 Observações gerais

Deverá haver um microfone para cada um dos intérpretes.

As características direcionais dos microfones deverão ser tais que o intérprete possa falar ao microfone numa distância conveniente e em posição confortável.

Microfones montados em braços flexíveis são recomendados devido às suas propriedades mecânicas de isolamento e de vibração.

No caso de equipamentos portáteis, poderão ser usados os conjuntos de microfone e fone de ouvido (headset)

11.2 Controles de microfone

Deverá haver um botão de controle e uma luz sinalizando o status do microfone.

É necessário que haja uma chave automática de silenciador (“muting”) cortando apenas o canal da cabine, sem nenhuma conexão com o canal “floor”, para que o intérprete possa tossir ou limpar a garganta. Ao apertar esta tecla, a luz sinalizadora de “microfone ligado” deverá se apagar.

Os microfones dentro de uma mesma cabine não deverão estar conectados (“interlocked”).

NOTA: Este requisito não é aplicável quando houver um único botão comum para acionar os dois microfones em painéis de controle duplo.

A comutação dos microfones em “ON/OFF” ou vice versa, não deverá produzir nenhum ruído elétrico ou mecânico perceptível aos ouvintes.

Quando o microfone do intérprete estiver no OFF o canal do “floor” deverá automaticamente ser conectado a este canal.

Apêndice

APÊNDICE

(este apêndice não faz parte da norma)

DISCURSOS PÚBLICOS E SISTEMAS DE INTERPRETAÇÃO SIMULTÂNEA

Retorno acústico e eco no auditório podem prejudicar a interpretação simultânea e, em casos extremos, bloqueiam a memória.

Além disso, parte de cada audição depende da recepção do fone de ouvido que pode ser sufocada pelos alto-falantes, quando estes estiverem funcionando a nível normal.

Portanto, os sistemas de som de discursos públicos não devem funcionar juntamente com o som da interpretação simultânea.

Quando a amplificação do som do auditório não puder ser dispensada (por exemplo, quando a maioria dos participantes presentes à conferência estiverem ouvindo um único idioma) o sistema de som do auditório deverá funcionar em seu nível mais baixo, eliminando-se ao máximo a microfonia.

Para que haja um controle efetivo nessa circunstância os sistemas simultâneos (multicanais) e sistemas de som de auditório de um único canal deverão:

A) possuir controles separados de volume permitindo ajustes individuais de nível totalmente independentes, nos quais, ao se reduzir o nível de som do auditório não se reduzirá o volume do sinal para os intérpretes.

B) deverão ser alimentados a partir de uma única instalação para microfones. Os controles de nível de som dos dois sistemas deverão ficar próximos um do outro para que ambos os níveis possam ser monitorados na mesma sala e, de preferência, pelo mesmo operador.

COMO INICIAR A CARREIRA DE TRADUTOR FREELANCER

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O trabalho de freelancer é bastante abrangente. Na realidade, existem centenas de profissões que podem utilizar o regime de freelancer. No entanto, uma das mais comuns é a de tradutor freelancer. Esta área de negócio tem aumentado bastante nos últimos anos, principalmente a partir do momento em que a internet passou a ser uma ferramenta comum a todos os profissionais. Hoje em dia, é bem mais fácil encontrar propostas de trabalho na área de tradutor. Além disso, o número de ferramentas para tradução cresce a cada dia que passa. Por este e por mais alguns motivos, neste post vamos dar a conhecer alguns passos essenciais para trabalhar este nicho de mercado tão aliciante nos dias de hoje.

É inegável que o mercado da tradução hoje é bem mais agressivo e dinâmico que na época de Jerónimo de Strídon, padroeiro dos tradutores, que traduziu nada mais, nada menos, que a Bíblia, do grego antigo e do hebraico para o latim, no século IV d.C. Por isso, a finalidade deste artigo é nortear os primeiros passos de quem pretende adentrar-se ao universo fascinante, satisfatório – e às vezes lucrativo – da tradução. No entanto, antes de abordarmos diretamente o assunto vamos abrir um parêntesis e definir três aspectos que, apesar de serem rudimentários, são importantíssimos para exercer a profissão, e, se não forem devidamente observados, será impossível para qualquer freelancer manter-se ativo como tradutor profissional.

Primeiro: É imprescindível que o tradutor freelancer tenha um ótimo domínio sobre sua língua materna. Talvez seja por isso que os profissionais com formação em Letras, ou em Tradução, sejam os mais cotados por algumas agências, para preencher as vagas disponíveis no mercado. Deve-se considerar que, apesar da profissão de tradutor não ser regulamentada no Brasil – fato que tecnicamente permite a execução da função por qualquer pessoa, mesmo sem nenhuma formação específica -, é óbvio que a qualidade da tradução vai depender do nível de conhecimento que o profissional possui do seu próprio idioma.

Segundo: Precisamos esclarecer o que é, ou quem está apto para ser um tradutor. Neste caso, eu sempre digo que conhecer, ou de “gostar” de um segundo idioma, não faculta ninguém para traduzir. Não vale dizer que morou muitos anos em outro país, ou que é descendente de estrangeiros. O processo de domínio de uma segunda língua não se resume somente a isto. O domínio real de qualquer idioma, geralmente, deve-se a quatro habilidades fundamentais, que são: Entender, ler, falar e escrever perfeitamente algum idioma, seja ele  estrangeiro ou nacional. A capacidade de adaptar fielmente um idioma a outro, configura o que chamamos de Tradução. Portanto, traduzir seria uma quinta habilidade, que, diga-se de passagem, é uma qualificação indispensável para o candidato a tradutor.

Terceiro: A “tradução” é a adaptação de um texto estrangeiro para a nossa língua materna. Quando encontramos uma situação inversa, ou seja, quando adaptamos um texto escrito na nossa língua materna para um idioma estrangeiro, chamamos de “versão”. É recomendável, principalmente para os iniciantes, trabalhar apenas com as traduções, pois o fato de dominar melhor a sua própria língua o ajudará a reduzir a possibilidade de cometer erros, que, se ocorrerem sucessivamente, podem danificar a sua reputação e encerrar prematuramente a sua carreira como tradutor. Uma solução para não perder clientes, seria associar-se com tradutores nativos de outras nacionalidades. Desta forma, teremos a garantia de estar prestando um serviço de qualidade incontestável. Agora, munidos com estes três fundamentos, é hora de ir direto ao assunto. Vamos iniciar comentando sobre alguns desafios contemporâneos que os tradutores freelancers enfrentam no exercício da função.

PROGRAMAS DE TRADUÇÃO AUTOMÁTICA

Um destes desafios, sem dúvidas, são os programas de tradução automática. Muitos desses programas são disponibilizados gratuitamente na Internet, liderados pelo gigante Google Translator. Neste caso, devemos considerar o fato de não existir um software de tradução que supere a percepção humana em quanto à semântica, que é quando recriamos um texto respeitando o preciso sentido das suas palavras e da mensagem transmitida. Com um teste simples em qualquer site de tradução automática, será possível comprovar que a máquina, definitivamente, ainda não supera o cérebro humano. Receio que, inevitavelmente, algum dia isto ocorra, mas pelo menos por ora, os tradutores profissionais podem ficar tranquilos.

PREÇOS

Outro assunto que também é um desafio, é a questão dos preços. Eu costumo seguir as tarifas sugeridas no site do Sindicado Nacional dos Tradutores (SINTRA), pois estas, apesar de serem modestas, constituem uma base sólida para que um tradutor freelancer possa formular seus preços no Brasil.

O problema está na prostituição de alguns profissionais que, no desespero de ganhar algum dinheiro, praticam preços muito abaixo dos que são praticados no mercado, prejudicando outros tradutores e tornando a profissão quase insustentável. Por exemplo, o SINTRA sugere que o custo da tradução seja de R$0,26 por palavra, mas já vi “tradutores” cobrando apenas R$0,03 por palavra. É óbvio que devemos ajustar o preço sugerido pelo SINTRA de acordo ao volume de trabalho concedido pelo cliente, mas este não foi o caso do exemplo citado acima, pois o volume da tradução em questão era relativamente pequeno e, ainda que o volume fosse enorme, convenhamos que nada justifica cobrar R$ 0,03 centavos numa tradução.

Uma das grandes vilãs no quesito preço, são as agências de tradução, que, aproveitando-se da sua capacidade de absorver um grande volume de traduções com preços imbatíveis, repassam os serviços para freelancers ao redor do mundo, pagando honorários ridículos. Por isso, o tradutor freelancer independente deverá trabalhar na construção de relacionamentos de confiança com seus clientes. Talvez leve algum tempo até conseguir construir uma lista interessante, mas, se for capaz de fazê-lo, após alguns anos terá uma carteira de clientes invejável e fiel, e, desta forma, não dependerá das migalhas que caem das mesas das agências.

Uma sugestão neste caso é: Formar o seu preço e fixar um piso justo, tanto para você quanto para o mercado, e, sob nenhuma hipótese, aceitar serviços com preços abaixo do que foi estipulado. Tanto os profissionais como os clientes devem reconhecer que os preços praticados estão diretamente relacionados com a qualidade dos resultados esperados. Portanto, se o que procuram é a qualidade ótima, deverão cobrar/pagar o equivalente pelos serviços em questão.

 

MEMÓRIAS DE TRADUÇÃO

Os softwares de memória de tradução, diferentemente dos softwares de tradução(que já foram citados no início), são grandes aliados para agilizar o processo da tradução. Mas não podemos nos enganar com as maravilhas destas ferramentas, afinal, quem traduz é o tradutor, não o computador. Ainda hoje há tradutores que trabalham com lápis e papel, sem nenhum recurso eletrônico. Claro, são a minoria, mas existem. O resultado final é igual e, talvez, superior aos obtidos utilizando a ajuda destes softwares. A desvantagem de traduzir sem utilizar os meios informáticos é que o trabalho resultará lento e demorado, ou seja, inviável para a nossa realidade moderna. Portanto, se quiser manter um bom fluxo de trabalho, deverá adaptar-se às ferramentas que estão disponíveis e aprender a extrair o máximo proveito delas. Aqui vão algumas dicas de softwares de memórias de tradução:

TRADOS

Este é o mais conhecido entre os tradutores e, também, o mais exigido pelas agências. Possui funcionalidades diversas, que facilitam a vida dos profissionais. É um software privativo e os preços variam de acordo à versão do programa que o usuário preferir. O site oficial é owww.translationzone.com.

WORDFAST

Também é privativo, mas possui uma ótima versão de demonstração gratuita. Na minha opinião, é um pouco mais fácil de utilizar que o Trados, e está disponível em várias versões no site oficial:www.wordfast.com/.

OMEGAT

Trata-se de um programa opensource, e o download é gratuito. Se partirmos do princípio que quem traduz é o tradutor e não o computador, este software servirá com folga para atingir os objetivos da tradução freelance. Site: www.omegat.org.

TRADUÇÃO SIMPLES E TRADUÇÃO JURAMENTADA

Todos os aspectos que comentamos até agora são referentes somente às traduções simples ou livres, ou seja, as que não se enquadram nas exigências da fé pública como os manuais, textos técnicos, livros, monografias, teses, e alguns tipos de documentos, entre outros. No caso das traduções Oficiais ou Juramentadas, como os documentos, procurações e certidões, somente podem ser realizadas por tradutores concursados nas Juntas Comerciais dos Estados brasileiros. Os tradutores aprovados nestes concursos recebem o título de Tradutor Público, ou Tradutor Comercial. Em síntese, a tradução feita por estes profissionais não é melhor nem pior que a do tradutor freelancer. A única diferença é o caráter oficial da tradução exigido pelos órgãos públicos, para dar boa fé dos documentos traduzidos.

RESPONSABILIDADES FISCAIS E APOSENTADORIA

O tradutor freelancer é um trabalhador com os mesmos direitos e deveres dos seus concidadãos. Por isso, deverá dar atenção especial aos fatores como a Previdência Social, a Receita Federal, a emissão de nota fiscal, contratos, licenças de funcionamento, registros nos órgãos públicos, enfim, todas as burocracias exigidas por lei para a execução de qualquer atividade econômica lícita. Contratar um seguro de vida, um plano de aposentadoria privada e consolidar uma poupança são fatores indispensáveis, afinal, nunca é demais prevenir-se dos altos e baixos, bastante comuns, de quem desempenha este trabalho.

PERFIL GERAL DOS TRADUTORES FREELANCERS

Vamos concluir apresentando alguns dados, levantados nas pesquisas amostrais de uma comunidade de tradutores na Internet que, atualmente, conta com mais de 8 mil membros. Veja o que elas revelam:

Dados Gerais

70% dos tradutores já moraram no exterior ou já saíram do Brasil.

41% tem como fonte de clientes as referências de amigos e conhecidos.

71% não participam em nenhuma associação de tradutores.

42% nunca sofreram calote.

61% tem a tradução como atividade principal.

62% tem uma renda média mensal de 3 a 6 mil reais.

71% diz não temer ao Google Translator.

Escolaridade

18% tem Mestrado ou Doutorado.

73% tem o ensino superior completo ou incompleto.

4% completaram apenas o ensino médio.

Tipo de softwares que utilizam

36% utiliza softwares privativos.

12% utiliza Opensource.

17% utiliza softwares obtidos de forma ilegal.

66% utiliza Wordfast ou Trados.

25% não usam nenhuma ferramenta de memória de tradução .

Tipos de tradução

44% das traduções são técnicas.

15% são literárias.

8% são científica.

7%  são legendagem.

Local de trabalho

86% trabalham em casa ou no escritório próprio.

4% trabalham em uma agência de traduções.

6% em alguma empresa ligada à área.

Índice de satisfação

51% dos tradutores dizem estar satisfeitos com sua atividade.

37% afirmam estar insatisfeitos.

A maioria dos casos de insatisfação ocorre por parte dos novatos, por conta da falta de experiência e, também, pela falta de clientes regulares. Estes dados, por serem amostrais, não podem nos servir como um parâmetro, mas, como referência, são suficientes para nos dar uma ideia geral do comportamento do mercado e dos profissionais da tradução no país.

Fonte: http://www.escolafreelancer.com/como-iniciar-a-carreira-de-tradutor-freelancer/

Falta de mão de obra no Japão abre espaço para brasileiros

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudo/traducao-japones.html

Depois de uma ampla reforma na economia que tirou o Japão de duas décadas de deflação e de uma recessão profunda, agora o foco do governo de Shinzo Abe é ajudar as empresas a garantir mão de obra para poder crescer.

A escassez de trabalhadores é, segundo economistas, um dos grandes problemas que o Japão enfrenta hoje e que impede a rápida recuperação da terceira maior economia do mundo.

“O Japão é um dos países onde é mais difícil encontrar profissionais bilíngues. Para cada dez vagas existem apenas três profissionais, em média”, conta o brasileiro Diego Utiyama, 27, que trabalha para uma empresa de recrutamento na capital japonesa.

“A demanda é grande, por isso muitas empresas chegam a pagar até 40 mil dólares a uma empresa de recrutamento caso ela encontre um bom profissional”, afirma Utiyama, que cuida de contas de empresas na área de tecnologia da informação (TI).

Os estrangeiros têm aproveitado esta lacuna no mercado de trabalho japonês para conseguir empregos estáveis e muito bem remunerados. O próprio Diego é um dos que deixou um trabalho não-qualificado em fábricas para ingressar no mercado especializado.

“Infelizmente, a maioria dos brasileiros que está no Japão tem grande potencial mas não sai da zona de conforto e não almeja um trabalho qualificado. Por isso, não aprende o idioma e não faz cursos de qualificação”, lamenta.

Barreira do idioma

Cerca de 180 mil brasileiros vivem hoje no Japão, grande parte trabalhando em linhas de montagem. Em 2007, antes da crise econômica, este número chegou a quase 320 mil. A grande maioria voltou ao Brasil nos anos 2008/2009 e após o terremoto de março de 2011.

Rogerio Taques, 34, voltou ao Brasil depois de um período de três anos trabalhando em fábrica logo após a crise econômica. “Da primeira vez, o objetivo era juntar o máximo de dinheiro, por isso não fazia questão de aprender o idioma japonês”, conta.

Mas em julho de 2011, ele e a esposa resolveram voltar ao Japão, desta vez como imigrantes. “Sou formado em engenharia de sistemas e vim com a ideia de tentar uma vaga na minha área de formação, mesmo sem falar fluentemente o idioma.”

O caminho foi muito difícil, mas em novembro de 2012 ele conseguiu uma vaga como programador web. Taques mostrou suas qualidades e, depois de colher sucessos implantando diversos programas no sistema de trabalho, foi promovido e ocupa hoje o cargo de diretor de TI do grupo todo, que engloba ao todo três empresas.

“Quando procurava por um emprego fiz diversas entrevistas em dezenas de empresas, mas o fato de não falar fluentemente o japonês virou uma grande barreira”, admite. “Mas nunca desisti e me esforcei bastante”, completa.

O consultor sênior de sistemas industriais Eric Evangelista Ohtake, 31, de São Paulo, conhece muito bem este problema. Ele é altamente qualificado e fluente em alemão, espanhol e inglês, além do português. Mas não fala japonês.

“Concorri a três vagas em empresas japonesas. Foram muito educados, receberam meu currículo, falamos por telefone, porém o fim da linha era sempre a falta do idioma local”, lamenta.

Cultura local

Eric sonha desde criança em morar no Japão, país natal também da esposa. “Fui duas vezes, uma para conhecer os sogros e outra para apresentar a nossa filha aos avós. Fiquei encantado com o país”, diz.

O brasileiro se esforça no aprendizado do japonês e continua tentando encontrar uma vaga. “Entretanto, tenho consciência de que terei que me preparar muito mais no idioma, pois mesmo que as oportunidades existam, não serei o candidato adequado.”

Por isto, ele já cogitou a ideia de ir ao país para trabalhar em fábricas, em posições que não exigem qualificação. “Entendo que estando no Japão, o idioma se desenvolveria mais rapidamente se eu me esforçar bastante.”

Alex Masuo Kaneko, 29, concorda que o conhecimento do idioma japonês é imprescindível para quem pensa em concorrer a uma vaga de trabalho no Japão.

“O problema é que muitos estrangeiros não têm interesse em se aprofundar na cultura local, o que é crucial para entender como funciona uma empresa japonesa”, sugere o Alex – que, depois de fazer o mestrado e o doutorado no Japão, conseguiu uma vaga, em abril passado, no departamento de pesquisas em robótica da Hitachi.

“A área de robótica é uma das que tem uma grande demanda por profissionais”, conta o brasileiro. Mas ele diz não concordar que faltam tantos profissionais no mercado japonês: é a disputa que é acirrada, acredita. “O que faltam é mais candidatos qualificados”, afirma.

Setores em crise

O rápido envelhecimento da população e a baixa taxa de natalidade são pontos-chave em discussão hoje no Japão, que busca soluções para manter o ritmo de crescimento do país.

Entre as principais críticas ao governo estão a falta de uma política migratória e leis trabalhistas mais flexíveis.

Enquanto a solução não aparece, a falta de trabalhadores, qualificados ou não, tem obrigado muitas empresas a repensar os planos de expansão.

Alguns setores já falam até em crise, pois não vêm outra saída além da restrição nas operações e do aumento de salários.

Companhias aéreas, empresas varejistas e rede de restaurantes são algumas das áreas que sofrem com a escassez de trabalhadores. Em alguns casos extremos, as empresas são obrigadas a fechar lojas por não conseguir preencher as vagas.

Um relatório do governo japonês sobre a área de aviação divulgado recentemente mostrou que algumas companhias aéreas de baixo custo, como Jetstar Japan e Vanilla Air, foram obrigadas a cancelar centenas de voos neste verão.

Pela mesma razão, a Peach Aviation, uma joint venture da All Nippon Airwais (ANA), uma das maiores empresas aéreas japonesas, disse no mês passado que avalia o cancelamento de mais de 2 mil voos este ano – um corte de 16% no total planejado para 2014.

“Não há pilotos suficientes e, para treiná-los, gasta-se tempo e dinheiro”, justificou o porta-voz da companhia, Hironori Sakagami.

Fonte: http://www.bbc.com/

Conheça a diferença entre tradução simultânea e consecutiva!

www.espanglish.com.br-atendimento@espanholinglescuritiba.com.br-(41)3308-9498

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudo/empresa-de-traducao-simultanea.html

http://www.espanglishtraducoes.com.br/conteudo/traducao-ou-interpretacao-consecutiva.html

Na hora de contratar um serviço de interpretação para o seu evento, congresso, palestra, entrevista coletiva ou outros, você sabe qual é a diferença entre a interpretação simultânea e a interpretação consecutiva?
Se ainda não, confira neste artigo as principais diferenças entre as duas modalidade profissionais, para saber contratar a mais adequada para seu evento quando precisar.
Entenda a diferença entre tradução simultânea e consecutiva! Clique aqui.

Interpretação simultânea
Comumente chamada de tradução simultânea, como o nome já sugere, acontece ao mesmo tempo que a fala do orador. O principal objetivo dessa modalidade é interpretar e traduzir, com eficácia e em tempo real ou com pouquíssimo atraso, o que for dito pelo palestrante ou orador.

Nesse caso o intérprete caso escuta o que é dito por meio de fones de ouvido, interpreta a frase e posteriormente devolve a informação traduzida pelo microfone da central de interpretação.
Como o intérprete fala ao mesmo tempo que o orador, é necessário utilizar equipamentos específicos (tais como transmissores, cabines à prova de som e receptores), a fim de evitar que o som da interpretação atrapalhe quem ouve o orador diretamente.
Outro ponto positivo da tradução simultânea é que ela não impacta o tempo total do evento, uma vez que não exige nenhuma interrupção. Vale lembrar que, para que isso seja possível, os intérpretes revezam entre si a cada 20 ou 30 minutos, mas é factível trabalhar sozinho em eventos de até 1 hora de duração.

Além disso, a interpretação simultânea também pode ser feita com equipamentos portáteis. Nesse caso, o intérprete controla da intensidade de sua voz, evitando que ela atrapalhe quem não precisa da tradução ou até mesmo o próprio orador.
Interpretação consecutiva
Nessa modalidade, o intérprete fala após o orador em intervalos pré-determinados. Os intervalos podem ser de alguns minutos ou de frase em frase, o que for melhor para cada caso específico.
Por isso, interpretações consecutivas são mais indicadas para espaços pequenos que tenham limitação para uso de cabines, ou em casos quando o sigilo seja de maior importância. Também é possível usar a interpretação consecutiva estrategicamente, usando a figura do intérprete como apoio para interpretar partes que o contratado determinar.
Considerando-se que cada fala precisa ser dita duas vezes, a tradução consecutiva acaba afetando a duração do evento, que pode levar de 70 a 100% mais tempo.
Uma vantagem da interpretação consecutiva são revezamentos mais longos em comparação com a tradução simultânea, mesmo que não possam trabalhar mais do que uma hora sozinhos.
Aqui os intérpretes utilizam técnicas de memorização e de tomada de notas, outro limitador dos períodos de intervalo. Para realização deste tipo de tradução não há a necessidade de uso de qualquer tipo de equipamento específico que não seria usado caso não houvesse a contratação do intérprete.
Vale destacar que em ambas as modalidades a carga horária é de 6h, que pode ser estendida por até 2h adicionais (consideradas como horas-extras).

Fonte: http://mantrad.com.br